<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590</id><updated>2012-01-28T02:52:12.454-08:00</updated><title type='text'>jatakas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>504</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-8965843594732198358</id><published>2012-01-28T02:51:00.000-08:00</published><updated>2012-01-28T02:52:12.468-08:00</updated><title type='text'>[ n. do tr. : Agni, liturgia ]</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20120128;8440098"&gt;&lt;style type="text/css"&gt;  &lt;!--   @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm }  --&gt;  &lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Agni , liturgia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O prodígio do lago Albano assumiu um lugar importante na historiografia contemporânea : Georges Dumézil, historiador francês da segunda metade do século XX junto com outros historiadores, consegue identificar nos seus livros semelhanças no conteúdo entre histórias romanas contadas por Tito Lívio, Plutarco e outros, e a mitologia hindu – a história de Tulio Hostílio por exemplo repetiria a de Indra /  Sakra, em seus aspectos guerreiros. A comparação acontece também com os mitos nórdicos da Edda de Snorri Sturluson de Loki, Odin, Thor, as Nornas, Balder etc.  A ideia que passa é de que a antiguidade não era isolada mas as culturas se comunicavam, formando uma unidade espiritual, entre ocidente e oriente mesmo.  O tema que se repete na comparação é o das três funções : o governo, intelecto, primeira função ; a guerra e o valor, a segunda função ; a economia e as riquezas a terceira função. Assim a tríade capitolina seria Júpiter, Marte e Quirino, sendo este último, o nome que Rômulo assumiu depois que tendo morrido, ressuscitou do lado de fora de Roma. Na realidade a forma das três funções repete-se de diversos modos. Entre os hindus se refere  à ideia de  um átomo original que teria estas três tendências respectivamente  Sattwa, Rajas e Tamas que é o átomo dos elementos mesmos, fogo luz/ calor, vento ar, terra água que são portanto diferentes tendências da matéria e da Vida mesma aplicando-se também à organização social com cada raça, casta, classe, sendo um elemento, tendência : a 'Política' ou 'República' de Plato deixa claro em X livros o tamanho da aplicação desta tradição e claramente aproxima Oriente e Ocidente.   A história do prodígio do lago Albano tem um similar em uma versão irlandesa e em outra iraniana. Vejamos o prodígio descrito por Plutarco em sua vida de Camilo, general que foi eleito dictador para comandar os exércitos por cinco vezes ( ninguém o foi tantas vezes ) ao redor dos anos 360 a.C.. Os romanos lutam então contra os etruscos ( povo de origem diferente, quiça atlante ) que possuem o maior templo de Hera da região um templo muito rico.  Vão vencer e levar a estátua da deusa para Roma em triunfo mas acabam por perder a luta contra os celtas, caldeus, galos, que invadem Roma nesta época. Segue Plutarco :  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III. Neste momento, quando a guerra estava em sua maior força, coincidiu o sucedido no Lago Albano, prodígio não menos digno de saber-se que qualquer outro dos incríveis como ele e que causaram grande terror por falta de uma razão geral e de poder o discurso designar-lhe uma origem física.  No começo do outono e o verão que concluia não havia sido de águas nem, que se soubesse, havia vigorado ventos úmidos que se fizeram tempestuosos ; portanto tendo a Itália muitos lagos, rios e arroios, estes faltavam inteiramente, aqueles apenas com grande dificuldade se sustinham e todos os rios como acontece sempre no verão, corriam escassos e apoucados. Pois o Lago Albano, que em si mesmo tem seu princípio e seu fim, circundado de montanhas férteis, sem causa alguma, como não fosse divina, se via manifestamente que havia crescido e ia inchando-se, superando as bordas dos montes e chegando a igualar os lados que tinha ao redor, com mansidão e sem ser agitado com ondas.  Ao princípio só foi prodígio para pastores e vaqueiros ; porém quando logo, levantada a corrente, como se rompesse um istmo, rompeu, por sua quantidade e por seu peso, os bordos que continham o lago, e desceu em grandes quantidades, caudais, pelos campos e arboredos até o mar, então não somente deixou assombrados aos romanos, mas fez entender a todos que habitavam a Itália, que não podia ser coisa pouca o quê anunciava.  Fala-se, também, muito deste incidente no exército que sitiava a Veyos, de modo que ainda entre os sitiados se teve a notícia dele. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV. Como é  comum em todo cerco que se prolonga demasiado, que há trato e comunicação frequente entre os inimigos, sucedeu também neste. Um romano travou conversa e amizade com um inimigo, homem versado em linguagem antiga, e que se cria  tinha um particular conhecimento de adivinhação.  Como visse, pois, a este, logo que lhe referiu a inundação do lago, mostrar-se muito contente e rir-se do cerco : “Pois não é só isto – lhe disse – mas este tempo traz outros prodígios e outros sinais mais estranhos para os romanos, sobre os quais queria consultar-lhe para saber se naquela comum aflição podia haver algum meio de proteger sua segurança pessoal.”  Escutava-lhe o vidente com atenção e se prestava com prazer à consulta, como que iam a descubrir  alguns arcanos e logo neste colóquio, atraindo-o o romano cautelosamente, quando estavam a bastante distância das portas, lhe pegou no ar, porque era de maior força e vindo em seu auxílio alguns do acampamento, se apoderou completamente dele e o apresentou aos generais.  Quando se viu o vidente naquela situação, convencido que não é dado ao homem evitar seu fado, revelou os arcanos relativos a sua pátria, a qual não podia ser tomada enquanto o Lago Albano, que havia se derramado e difundido  por outros caminhos, não o fizessem retroceder os inimigos e o impedisse de misturar-se com o mar. O Senado tendo escutado isto e em dúvida do que faria, pareceu o melhor a fazer enviar um mensageiro a Delphos para consultar ao deus ; e foram Coso Licinio, Valerio Potito e Fabio Ambusto, varões muito ilustres e principais, os quais, feita a navegação e  a consulta ao deus, trouxeram vaticínio também sobre a omissão de ritos das férias latinas. E prevenia que enquanto fosse possível fizessem voltar as águas para cima do lago Albano ao seu receptáculo antigo e se isto não pudesse ser com valetas e escavações a derramassem e perdessem por todo o país.  Notificada esta mensagem, os sacerdotes se dedicaram aos sacrifícios e o povo, a executar as obras com que deram àguas outro curso. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;V. O Senado para o décimo ano desta guerra, revogou, ab-rogou, todas as demais magistraturas e nomeou Camilo ditador, que elegeu para mestre da cavalaria Cornelio Scipião. Começou fazendo preces e votos aos deuses que se tivesse glorioso fim a guerra, faria grande jogos e consagraria um templo à deusa, a quem chamavam  mãe Matuta ( personificação d'Aurora e por consequencia do nascimento ) os romanos.  Pode-se  pensar que esta é a mesma que Leucotoe, pela espécie de ritos que no culto se praticam ; porque introduzido uma escrava ao santuário, lhe dão bofetadas e depois a lançam fora ; aos filhos dos irmãos se põe no colo ao invés dos próprios e se executa coisas muito  parecidas as nutrizes de Baco e aos erros e trabalhos que por causa da concubina ( Sêmele mãe de Baco filho de Júpiter ) sofreu Ino ( tia de Baco que cuidou dele um tempo até Juno descobrir e perseguí-la e à família de Orcômeno cidade próxima de Tebas cidade de Sêmele – Netuno salva Ino e a transforma em Leucotoe e seu filho em Palemon ).  Feitas as preces, invadiu Camilo o país dos faliscos e a estes e aos capenates que vieram em seu auxílio, os derrotou  em grande batalha.  Voltou logo atenção ao cerco de Veyes e considerando que  assaltar os muros era obra larga e difícil, colocou minas, cedendo o terreno das imediações da cidade com a enxada e permitindo levar fundo o trabalho sem que os inimigos percebessem. Alentada com isto a esperança, começou ele mesmo a assaltar pela parte de fora para atrair os cidadãos da muralha e outros, caminhando ocultamente pelas minas, chegaram , sem ser percebidos, até estar dentro da fortaleza, junto ao templo de Juno, que era  o maior em tamanho e em veneração na cidade. Diz-se que nesta ocasião estava ali o caudilho dos tirrenos, etruscos, celebrando certo sacrifício e que o agoreiro, ao registrar as entranhas, gritou dizendo :”Deus dá a vitória a quem terminar este sacrifício” ; o qual &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;tendo sido escutado pelos romanos nas minas, romperam prontamente o pavimento e pegando as armas com estrépito e gritaria, assombrados os inimigos, fugiram e eles então apoderando-se das entranhas, correram com elas até Camilo ; porém isto quiça tem o ar de fábula. Tomada a cidade a viva força e encontrando e recolhendo nela, os romanos, uma imensa riqueza, ao ver Camilo desde a fortaleza o quê se passava, no começo ficou parado e chorou ; depois, como o felicitava todos pelo sucesso, levantando as mãos aos deuses e fazendo rezas disse : “Jove Máximo e vós outros deuses, sois testemunhas das boas e das más obras, bem sabeis que não contra a justiça mas em legítima defesa, nos apoderamos da cidade, de homens insolentes e iníquos : mas se acaso somos devedores de alguma pena, peço que pela cidade e exército romano venha esta a parar sobre mim como menor dano possível.”  Com isto, girando sobre a direita, como é costume entre os romanos em suas rezas, tropeçou no mesmo ato e como os  que estavam em volta se sobressaltaram, refazendo-se prontamente da queda disse : “Segundo minha súplica aconteceu uma queda pequena em troca de uma felicidades tão extraordinária.”  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI. Saqueada que foi a cidade, determinou transferir para Roma a imagem de Juno, conforme o voto que ele fez ; e reunindo para isto muitos operários entre tanto ele fazia um sacrifício e pedia à deusa que escutasse seus desejos e fosse benigna companheira dos deuses que sua boa sorte havia dado à Roma, dizem que então a estátua falou e disse que era muito sua vontade e sua aprovação.  Livio, contudo, refere   que é certo que é certo que Camilo, aproximando-se da deusa, fez a ela aquela súplica e exortação porém que foram os que estavam ao redor que responderam que queriam, vinham a ele e seguiam sua vontade. Aos que sustem e patrocinam este prodígio lhes serve de grande defesa o incomparável destino de Roma, que não se concebe como de tão pequenos e humildes princípios, havia chegado e tanta glória e poder sem o amparo contínuo e frequente aparição de Deus. Também fazem com o mesmo propósito muitas coisas que se contam com o mesmo teor, como haver suado muitas vezes algumas estátuas ; que se as ouviram respirar ; que recussaram algumas coisas e consentiram em outras, aonde muitos antigos deixaram diferentes testemunhos ; e em nosso tempo ouvimos também muitos outros sucessos admiráveis, que não se pode olhar com desdem facilmente. Porém tanto o dar demasiado crédito a estas coisas, como o negar-las totalmente, pode ser perigoso, pela humana fraqueza que não sabe onde chega, nem pode dominar-se a si mesma, mas ou cae na superstição e vã confiança, ou esquece absolutamente e menospreza os deuses ; assim o melhor é ir com atenção e evitar os extremos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nas histórias iranianas e irlandesas temos o mesmo lago com uma energia dentro dele, como um fogo, que é concedido apenas a quem está habilitado a recebê-lo, é o fogo da soberania. Gente não credenciada tenta pegar este fogo n'água mas não conseguem pois ele escapa ferindo o desqualificado. As águas transbordam dando origem aos rios e voltam para o mesmo lago sacro.  A semelhança com o mito romano está estabelecida em Mythe et Epopée de Georges Dumézil que contudo esquece o texto do Mahabharata  que reproduziremos a seguir e da busca de Agni. Os deuses buscam Agni para gerar um filho que derrote um demônio pois os deuses não podem gerar devido a uma maldição.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mahabharata         Anusasana parva             seção LXXXV  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;'Os Deuses disseram, 'O Asura chamado Taraka que recebeu dons de ti, ó potente, está afligindo os deuses e os Rishis. Que a morte dele seja ordenada por ti, Ó Avô, grande é nosso temor dele. Ó ilustre, nos resgate. Não temos outro refúgio que ti.'  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;     “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Brahman disse, 'Sou igual em meu comportamento em relação a todas as criaturas. Não posso, contudo, aprovar injustiça.  Que Taraka, este oponente dos deuses e Rishis, seja rapidamente destruído. Os Vedas e os deveres eternos não serão destruídos, vocês primeiros dos celestiais !  Ordeno o que é devido neste assunto.  Que a febre de teus corações seja retirada.' &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;     “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os deuses disseram, 'Em consequênciade você ter dado a eles dons, este filho de Diti está orgulhoso de seus poderes.  Ele é incapaz de ser morto, pelos deuses. Como então sua morte acontecerá ? O dom que, Ó Avô, ele obteve de ti e que ele não será morto pelos deuses ou Asuras ou Rakshasas. Os deuses também foram amaldiçoados pela esposa de Rudra (Shiva) (Parvati, Uma) em consequência da tentativa deles em dias anteriores de parar a procriação. A maldição dela é, Ó senhor do universo, esta mesma, qual seja, que eles não terão filhos.' ( Os deuses pedem ao casal Parvati/Shiva que não procriem, Shiva aceita e Parvati fica irada e lança esta maldição contra os deuses ).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Brahman disse, 'Ó primeiros dos deuses, Agni não estava lá naquele dia que a maldição foi lançada pela deusa. Ele mesmo gerará um filho para a destruição dos inimigos dos deuses.  Transcendendo todos os deuses, Danavas, Rakshasas, seres humanos, Gandharvas, Nagas e criaturas com penas, o filho de Agni com seu dardo,  que nas mãos dele será arma incapaz de ser baldada uma vez atirada no inimigo, destruirá Taraka a quem vocês temem.  Verdadeiramente, todos os outros inimigos de vocês serão também mortos por ele.  Vontade é eterna.  Esta Vontade é conhecida pelo nome de Kama ( desejo ) e é idêntica a semente de Rudra ( Shiva ) uma porção da qual, dentro da  forma de fogo de Agni. Esta energia, que é uma substância poderosa, e que parece outro Agni, será atirado por Agni dentro de Ganga ( o rio ) para produzir uma criança nela com o intuito de causar a destruição dos inimigos dos deuses.  Agni não estava dentro do alcance da maldição de Uma.  O que se alimenta de libações sacrificais não estava presente lá quando amaldição foi lançada.  Que a deidade do fogo, portanto seja buscada.  Que ele seja encarregado desta tarefa.  A vocês, impecáveis, relatei os meios para a destruição de Taraka.  As maldições daqueles que estão dotados de energia falha em produzir qualquer efeito naqueles que estão dotados de energia.  Forças, quando entram em contato com algo dotado de força mais forte, tornam-se fracas. Aqueles que são dotados com penitências são competentes para destruir mesmo os deuses doadores de dons que são indestrutíveis.  Vontade, ou semelhante, ou Desejo (que é identificável com Agni ) surgiu em tempos anteriores e é a mais eterna de todas as criaturas. Agni é o Senhor do universo. Ele é incapaz de ser apreendido ou descrito. Capaz de estar em todo lugar e de existir em todas as coisas, ele é o Criador de  todos os seres. Ele vive nos corações de todas as criaturas.  Dotado com grande potência, Ele é mais antigo que Rudra mesmo. Que este que se alimenta de libações sacrificais, que é uma massa de energia, seja procurado por vocês. Esta deidade ilustre realizará o desejo dos corações de vocês.'   Escutando estas palavras do Avô, os deuses elevados  passaram a procurar o deus do fogo com os corações alegres em consequência do propósito deles ter sido alcançado. Os deuses e os Rishis então buscaram em todo lugar dos três mundos, seus corações cheios com o pensamento de Agni e ansiosamente desejosos de verem-no. Dotados de penitência, possuidores de prosperidade, celebrados em todos os mundos, eles elevados, todos coroados com sucesso ascético, viajaram por toda parte do universo, Ó primeiro da raça de Bhrigu.  Eles falharam, contudo, em encontrar aquele que se alimenta de libações sacrificais que escondeu-se submergindo-se dentro de si mesmo ( i.e., dentro d'água, pois água é idêntica a Agni ; como diz o próprio Dumézil 'a força ígnea que ordinariamente esconde-se nas águas, se manifesta tanto de repente no raio que sai das nuvens, como pela chama que sai da lenha que àgua nutriu' , sendo as águas de cima as nuvens e as águas de baixo os rios ). Neste momento um sapo que vivia n'água apareceu na superfície vindo das regiões mais profundas, com coração triste por ter sido queimado pela energia de Agni. A pequena criatura dirigiu-se aos deuses que tomaram-se de temor e que estavam, todos, ansiosos de ver a deidade do fogo, dizendo, 'Ó deuses, Agni agora está residindo nas regiões mais profundas. Queimado pela energia deste deus, e incapaz de suportar mais, vim para cá para cima. O ilustre portador das libaçoes sacrificais, Ó deuses, está agora debaixo das águas. Ele criou uma massa d'águas dentro da qual ele está. Todos nós fomos queimados pela energia dele. Se vocês desejam vê-lo – verdadeiramente se têm algum negócio para tratar com ele – vão até ele lá. Vão logo lá.  Quanto a nós mesmos, fugiremos deste lugar, ó deuses, com medo de Agni.'  Tendo dito tudo isto, o sapo mergulhou n'água.  O quê se alimenta de libações sacrificais soube da traição do sapo. “  ( Agni então amaldiçoa o sapo e foge para outro lugar. Os deuses compensam a maldição dando aos sapos vários outros dons. O mesmo acontece com o elefante que diz aos deuses que continuaram na busca : 'Agni agora reside dentro desta árvore Aswattha'.  Agni amaldiçoa os elefantes e vai esconder-se em outro lugar. Os deuses compensam a maldição dando dons aos elefantes. O papagaio então diz onde Agni está : no coração da árvore Sami, de onde vem os gravetos que fazem o fogo. E o papagaio também é amaldiçoado e recebe dons para compensar. Todas as maldições referem à língua e a capacidade de sentir gosto enquanto os dons e bençãos referem-se a capacidade desta mesma língua de emitir sons. ) “Vendo a deidade do fogo no coração da árvore Sami, os deuses fizeram da madeira Sami um combustível sagrado próprio para produzir fogo em todos os ritos religiosos. Foi a partir deste momento que o fogo passou a residir no cerne da árvore Sami ( é uma árvore inflamável ao esfregar-se dois gravetos dela ).  As águas que ocorrem  nas regiões mais inferiores entraram em contato com a deidade das chamas flamejantes. Estas águas aquecidas, ó tu da raça de Bhrigu, transbordam jorrradas pela montanha.  Em consequência realmente  de Agni ter residido nelas por algum tempo, ficaram quentes com sua energia. Enquanto isto, Agni, vendo os deuses, ficou chateado.  Dirigindo-se a eles, perguntou, 'Qual a razão de vocês estarem aqui ?'  Para ele os deuses e os grandes Rishis disseram, 'Desejamos  te dar uma tarefa importante. Cabe a ti realizá-la. Quando realizada te dará grande crédito.' “ ( Os deuses então contam a história toda de Taraka e da necessidade dele, Agni, engravidar Ganga, o rio Ganges, de modo que o filho deles salve o mundo. Agni diz 'amém', assim seja, e aceitada a tarefa, que acontece depois de uma geração difícil pois Kartikeya, o filho gerado é pesado e Ganga não suportando-o, expele o feto que cresce  daí em diante no ventre da terra mesma, daí aproximando o fogo do ouro, imagem do mesmo Agni e da riqueza ).                   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A ideia da busca, procura, aparece nas duas histórias, sendo que na hindu, o objeto da pesquisa muda de lugar e se esconde qual o Pequeno Polegar dos Grimm ( o fato deste último nascer do desejo, da vontade de um casal ao pé do fogo que o trocam por muito dinheiro, que os ladrões que o encontram querem também retirar da casa do bispo da cidade, parece que quer repetir a mesma ideia, fim, finalidade das histórias em questão : nosso pequeno herói acaba no estômago de uma vaca que é inteiro engulido por um lobo ).  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A imagem dos romanos cavando seja para fazer àgua penetrar na terra seja para minar a fortaleza inimiga une a história romana e dá continuidade a imagem da busca.  O ouro, a riqueza, surge no final nas duas versões. Mas a glória e a vitória na guerra somam-se a este sentido material. Mais ainda, é a deusa mesma Juno que se manifesta ativamente através de uma estátua unindo a vontade dela à humana conforme explícito no texto. Agni também é um deus que se manifesta. Os votos a Apolo de Delphos, o dízimo do ouro saqueado no triunfo ( segundo Tito Lívio ), e à Juno, de grandes jogos e de levá-la para Roma ( a própria imagem que acena com a cabeça que queria ir ) fazem da &lt;b&gt;liturgia &lt;/b&gt;( &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;λαος εργον &lt;/span&gt;laos-ergon,  obra pública ) o fogo escondido, Agni ( notar que agni em latim é cordeiro ).               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A deusa representada na estátua, existente na estátua também busca, caça, persegue, os filhos Júpiter ( Ju-piter, Diu-pater ) e suas mães amantes do marido com ciúme ( zelo em grego ) : Io ( sacerdotisa de Juno foi amada por Júpiter e transformada em vaca branca para protegê-la da esposa com trono celeste que encarregou Argos de cem olhos de vigiá-la : Mercúrio mata o monstro fazendo-o dormir com a flauta frígia mas Juno envia uma mosca que persegue sua sacerdotisa que passa a vagar pelo mundo ), Latona ( mãe de Apolo e de Diana que amada por Júpiter e perseguida por Juno não conseguia um lugar onde parir seus filhos ), Calisto ( transformada em Ursa, constelação, para fugir da perseguição de Juno ),  Alcmena ( mãe de Hércules, que também perseguido recebe os 12 trabalhos como penitência, tarefa, castigo ), Sêmele ( mãe de Baco, que também é perseguido, enganada por Juno acaba morrendo mas o filho a resgata dos ínferos ), Ceres ( mãe de Iaco com Júpiter, que teria acompanhado a mãe na busca pela filha, Prosérpina, Perséfone, também filha de Júpiter raptada por Hades ). Ovído nas Metamorfoses ( livro IV ) mostra justamente Juno descendo até o Hades e pedindo às Fúrias ( Alecto, Megera e Tisifonte ) que castiguem Ino, esposa de Atamante, que cuidava, nutria, Baco na Beócia : é a cena que vemos no nosso texto em que a empregada é introduzida no templo e perseguida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nas religiões de mistérios a liturgia é uma repetição cênica do passado : deixemos a palavra com Odo Casel : “é uma ação sagrada e cultual na qual uma obra redentora do passado torna-se presente sob um rito determinado ; a comunidade cultual, realizando este rito sagrado, entra em participação do fato redentor evocado e adquire assim sua própria salvação.”   Ou “é a participação em uma ação divinizante de um deus, reproduzida diante e pelos iniciados em uma ação drama´tica em um jogo sagrado litúrgico ; é a representação cênica de uma ação salvífica diante, pelos e para os iniciados.” (pg. 15s).  No nosso caso temos a ascenção de Sêmele dos ínferos e de Perséfone sendo várias as Nekyas, descida aos ínferos dentro da mitologia e retorno ao céu ou à terra mesma. É como uma ressurreição como a descrita no nosso Credo : “...Desceu a mansão dos mortos. Ressuscitou ao terceiro dia. Subiu aos céus. ... “ O cristianismo herda a religião de mistérios da antiguidade conforme o grande mistagogo citado prova, demonstra em sua obra. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O pecado todo de Furio Camilo aparecerá em seguida quando ele esquece de pagar o dízimo a Apolo que prometera, votara e com isto será expulso de Roma : ele mesmo como que ritualmente no Forum confessa a dívida, como se o ato de confessar já tivesse nesta época seu valor cristão perene. Aparece também na fala mesma do grande romano quando diz “se acaso somos devedores de alguma pena”  e sofre uma pequeno tombo. Já na história de Agni vemos os bichos, os animais pagarem pela língua. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quanto à morte do rei sagrado ritual que ocorreria no Lago Albano ( citação de Frazer, por Liberati, Bruno ), Graves, Robert, explica (p.126) : “Que a Roda ( da Fortuna ) é originalmente o ano solar está sugerido pelo seu nome em latim, Fortuna ( de 'vortumna' 'aquela que faz o ano girar' ). Quando a roda girou meio ciclo, o rei sagrado, elevado ao clímax de sua fortuna, está fadado a morrer – o cervo Acteon em sua coroa anuncia isto – mas quando chega o ciclo completo ele se vinga no rival que o suplantara.”   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Acteon viu Artêmis, Diana, nua tomando banho e foi transformado e cervo e despedaçado pelos cães – como Dionisos também o foi, o próprio Júpiter, Penteu ( pentós é sofrimento em grego )  filho de Cadmo, e outros. O mito aqui é o da morte renascimento também  que segue o ano litúrgico da cultura da antiguidade confundindo-se Hera com a Fortuna mesma cabendo ao ser humano escutar o que está escrito na porta de Delphos o centro espirtual por excelência da antiguidade : 'conhece a ti mesmo'.        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Bibliografia :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Plutarco, Vidas Paralelas,  Aguilar, Madrid&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tito lìvio, História de Roma, 2 vol., Paumape, São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Georges Dumézil, Myth et Epopèe, Quarto, Gallimard, Paris.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Robert Graves, Greek myths, Penguin, London. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;D. Odo Casel, Le mystére du culte dans le christianisme, Cerf, Paris.              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ovídio, Metamorfoses, Ediouro, RJ. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;---------, Fastos, Clássicos Jackson, RJ.           &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-8965843594732198358?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/8965843594732198358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=8965843594732198358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/8965843594732198358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/8965843594732198358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2012/01/n-do-tr-agni-liturgia.html' title='[ n. do tr. : Agni, liturgia ]'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-1971241855778077139</id><published>2012-01-04T09:14:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T09:15:29.113-08:00</updated><title type='text'>439  Buddha e Mittavindaka</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20120104;15041459"&gt;&lt;style type="text/css"&gt;  &lt;!--   @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm }  --&gt;  &lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;439&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;      “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quatro portões...etc.” - Esta história o Mestre contou em Jetavana sobre uma certa pessoa desregrada. As circunstâncias já foram estabelecidas nos Jatakas 82, 104, 161, 369, 381, 427.   Aqui novamente o Mestre perguntou a este irmão, “é vero, o que dizem, que és desobediente ?” “É, Senhor.”  “Muito tempo atrás,” disse ele, “quando por desobediência recusaste seguir as ordens dos sábios, uma roda de navalha foi dada a ti.”  E ele contou uma história do passado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                         &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;_______________               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez, nos dias de Buddha Kassapa, morava em Benares um mercador, cuja fortuna era oitenta milhões de dinheiros, tendo um filho chamado Mittavindaka. A mãe e o pai deste garoto entraram no Primeiro Caminho mas ele era fraco e descrente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Logo quando o pai morre e se vai, a mãe, que em seu lugar administrava a propriedade, disse assim a seu filho :- “Meu filho, a cidadania é difícil de atingir ; faça ofertas, pratique a virtude, guarde dia santo, escute a Lei.”  Então ele disse, “Mãe, nada de ofertas e semelhantes comigo ; nunca nem fale delas ; como vivo serei tratado  no futuro.”  Em uma certa lua cheia santa, quando ele falava deste modo, sua mãe respondeu,”Filho, este dia está estabelecido como grande dia santo. Ho-je assuma os votos do dia santo ; visite o claustro e por toda a noite escute a Lei e quando voltares te darei mil dinheiros.”  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por desejo deste dinheiro o filho consentiu.  Assim que fez o desjejum foi para o claustro e lá passou o dia ; mas no fim da noite nem uma palavra da Lei tinha alcançado seus ouvidos e ele deitou num certo local e dormiu. No dia seguinte, bem cedo de manhã, lavou a face, foi para casa e sentou. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Bem a mãe pensava consigo mesma, “Ho-je meu filho após ter escutado a Lei voltará cedo de manhã, trazendo com ele um ancião que pregou a Lei.”  Então ela fez mingau, comida sólida e macia, preparou um assento e esperou chegarem.  Quando ela viu seu filho vir sozinho, “Filho,” cotejou ela, “por quê não trouxeste um pregador contigo ?” - “Sem pregador pra mim, mãe !”  disse ele.  “Aqui então,” cotejou a mulher, “beba o mingau.”  “Você me prometeu mil dinheiros, mãe,”  ele disse, “dê-mo primeiro e depois bebo.” “Beba primeiro, meu filho, e depois terás o dinheiro.”  Cotejou ele, “Não,  não beberei até ter o dinheiro.” Então a mãe deixou diante dele uma bolsa com mil dinheiros.           &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E ele bebeu o mingau, pegou a bolsa com mil dinheiros e saiu para cuidar dos negócios ;  e logo em pouco tempo havia ganho dois milhões.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então veio à mente dele aparelhar um barco e fazer comércio com ele.  E  assim abasteceu um navio e disse para sua mãe, “Mãe, minha intenção é fazer comércio com este barco.”  Ela disse, “Você é meu único filho e nesta casa há bastante riqueza ; o maar é cheio de perigos. Não vá !”  Mas ele falou, “Vou e você não pode me impedir.”  “Sim, vou te impedir,”  ela respondeu e segurou a mão dele ; mas ele afastou a mão para longe e empurrou ela e em um momento já tinha ido e seguia caminho.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No sétimo dia, por causa de Mittavindaka, o barco permaneceu imóvel sobre as profundezas.  As sortes foram jogadas e por três vezes Mittavindaka foi escolhido ( o leitor lembrará a história de Jonas o profeta bíblico que também fugia de Deus ). Deram a ele então um caibro dizendo - “Quem muitos não morram por causa de um apenas,”   e o jogaram à deriva nas profundezas.  Em um instante a embarcação arrojou-se nos mares  com velocidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E ele com seu caibro alcançou uma certa ilha. Lá em um palácio de cristal  ele viu quatro espíritos dos mortos fêmeas, espíritas das mortas.  Elas costumavam estar  em lamentos por sete dias e sete em felicidade.  Na companhia delas ele experimentou benção divina.  Então quando chegou o tempo delas de suportarem penitência, disseram, “Mestre, vamos te deixar por sete dias ; enquanto estivermos fora, more aqui, e não fique estressado.”  Assim falando elas partiram. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas ele, cheio de desejo, novamente 'embarcou' em seu caibro e passando pelo oceano chegou em outra ilha ; lá, em um palácio de prata ele viu oito outras espíritas. Do mesmo modo, ele viu em outra ilha, dezesseis em um palácio todo de jóias e em ainda outras trinta e duas em um salão dourado.  Com estas como antes ele habitou em benção divina e quando elas sairam para a sua penitência, navegou ainda uma vez mais sobre o oceano ; até que por fim ele contemplou a cidade com quatro portões cercada por uma muralha.  Aquele, dizem, é o Ínfero Ussada, o lugar onde muitos seres condenados aos ínferos sofrem devido a seus próprios atos : mas para Mittavindaka aparecia como uma bela cidade.  Pensou ele, “Visitarei aquela cidade distante e serei seu rei.”   Então ele entrou e ele viu um ser em tormento, suportando uma afiada roda de navalha ; mas para Mittavindaka parecia que a roda de navalha sobre sua cabeça era lótus em flor ; os cinco grilhões sobre seu peito pareciam uma veste rica e esplêndida ; o sangue pingando de sua cabeça, pó perfumado de madeira de sândalo vermelha ; o som de sofrimento  como o som da canção mais doce. Então aproximando-se ele disse, “Olá senhor !  Já carregaste por muito tempo esta flor de lótus ; agora dê-ma !”  Ele respondeu, “Meu &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;senhor, não é lótus isto aqui mas roda de navalha.”  “Ah,” cotejou o primeiro, “você diz isto porque não a quer me dar..”  Pensou o condenado infeliz : “Meus atos passados já devem estar pagos, esgotados.  Sem dúvida este sujeito, como eu, está aqui por ter golpeado a mãe.  Bem, darei a ele a roda de navalha.”  Ele ele disse, “Aqui então, pegue a lótus,”  e com estas palavras jogou a roda de navalha na cabeça dele ; e na cabeça caiu esmagando-a.  Em um instante Mittavindaka soube que era uma roda de navalha e disse, “Pegue tua roda, pegue de volta tua roda !”  sofrendo alto em sua dor ; mas o outro já havia desaparecido.   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Naquele momento o Bodhisatva com umgrande séquito fazia uma ronda pelo Ínfero Ussada e chegou naquele lugar.  Mittavindaka, espiando-o gritou, “Senhor rei dos Deuses, esta roda de navalha me fura e me corta como um pilão esmagando semente de mostarda ! Que pecado terei cometido ? E perguntando isto falou estas duas estrofes : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quatro portões tem esta cidade de ferro, onde fui capturado e preso : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um talude me cerca ao redor : que mal fiz ? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Agora fechadas estão as portas da cidade : esta roda me destrói:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por quê como pássaro em gaiola fui pego ? Por quê Duende acontece isto ?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então o Rei dos Deuses, para explicar o assunto a ele, pronunciou estas estrofes : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cem mil tu, bom Senhor, possuias e mais vinte : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ainda assim a um amigo não prestaria ouvidos, quando ele falava. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Rápido fugias pelos mares, coisa perigosa, suponho ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;As quatro, as oito, visitaste direto e com as oito e as dezesseis, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E com as dezesseis e as trinta e duas ; e luxúria sempre sentiste : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Veja agora, o prêmio por grande cobiça na cabeça, esta roda. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aquele que trilha a estrada do desejo, esta espaçosa via pública,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Caminho largo, insaciável, - são deles esta roda a carregar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pondere a questão dos teus atos, e veja &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como era grande tua riqueza e não anele ser &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Senhor de ganhos mal – adquiridos ; o que amigos aconselham &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Faça, - e a roda nunca aproximar-se-á de ti.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escutando isto, Mittavindaka pensou consigo, “Este filho dos deuses explicou exatamente o quê eu fiz.  Sem dúvida ele sabe também a medida da minha punição.”  E falou a nona estrofe:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por quanto tempo, Ó Duende, permanecerá esta roda na minha cabeça ? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quantos milhares de anos ? Revele-me, não me deixe perguntar em vão !  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então o Grande Ser falou da matéria na décima estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A roda rolará e rolará, nenhum salvador aparecerá,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fixa na tua cabeça até a tua morte – Ó Mittavindaka, escute !  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim falando, o Ser Divino retornou para seu lugar e o outro caiu em grande miséria.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;______________            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre tendo terminado seu discurso identificou o Jataka :- “Naquele tempo o Irmão desobediente era Mittavindaka e eu mesmo era o rei dos deuses.”     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-1971241855778077139?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/1971241855778077139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=1971241855778077139' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/1971241855778077139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/1971241855778077139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2012/01/439-buddha-e-mittavindaka.html' title='439  Buddha e Mittavindaka'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-7958074447372348520</id><published>2011-11-30T02:46:00.001-08:00</published><updated>2011-11-30T02:46:36.878-08:00</updated><title type='text'>438  Buddha Perdiz</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20111130;7280400"&gt;&lt;style type="text/css"&gt;  &lt;!--   @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm }  --&gt;  &lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;438&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tua progênie inocente...etc.”- Esta história o Mestre contou enquanto residia no Pico do Abutre, relata a tentativa de Devadatra em matá-lo.  Foi neste momento que começaram uma discussão no Salão da Verdade, dizendo, “ Ai ! Senhores, como era baixo e sem vergonha este devadatra.  Juntando-se com Ajatasatru fez um complô para matar o excelente e supremo Buddha, subornando arqueiros, rolando rochase soltando Nalagiri ( elefante louco ).”     O Mestre veio e questionando os Irmãos sobre o quê discutiam n'assembléia e entendendo o quê foi, diz, “Não agora apenas mas anteriormente também, Devadatra quer me matar mas agora ele nem medo mete,”  e relatou um lenda do mundo antigo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                                  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;_____________________                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez no reino de Brahmadatra, rei de Benares, um professor renomado de Benares dava aulas em ciência para quinhentos jovens brahmins. Um dia ele pensou, “Enquanto viver aqui encontrarei impedimentos à vida religiosa e e meus pupilos não se aperfeiçoam nos estudos. Vou me retirar para os montes dos Himalaias numa casa na floresta e lá prosseguirão as aulas.”  Ele disse a seus pupilos e pedindo que trouxesssem sésamo ( gergilim ), arroz com casca, azeite, roupas e coisas assim foi para a floresta e lá construiu cabana de folhas e ficou residência perto da estrada. Seus pupilos também cada um construiu uma cabana para si mesmo.  Os parentes enviaram arroz e semelhantes, e os nativos do local dizendo, “Um famoso professor está vivendo em tal e tal lugar na floresta e dando aulas de ciência,” traziam presentes de arroz e os mateiros também ofereciam dons, enquanto um certo homem deu uma vaca leiteira com o bezerro dela, para suprí-los de leite.  Bem, um lagarto junto com seus filhotes veio morar na cabana do professor e um leão e um tigre o ajudava.  Um perdiz também morava lá e de escutar o mestre ensinar os textos sacros a seus pupilos, o perdiz aprendeu os três Vedas.   E os jovens brahmins ficaram muito amigos do pássaro. Logo logo antes dos jovens atingirem proficiência nas ciências, o professor deles morre.  Seus pupilos queimam o corpo dele, erigem um topo de areia sobre suas cinzas e com choro e lamento o adornaram com todo tipo de flores.  Então a perdiz pergunta a eles porque choram. “Nosso mestre,” eles responderam, “morreu enquanto nossos estudos ainda estavam incompletos.”  “Se é por isso, não fiquem estressados : ensinarei ciência para vocês.”  “Como você sabe ciência ?” “Costumava escutar o mestre de vocês enquanto ele ensinava e aprendi de cor(ação) os três Vedas.”  “Então partilhe conosco o que sabes de cor(ação).”   A perdiz disse, “Bem, ouçam,” e expôs pontos difíceis para eles, fácil como um córrego que escorre pela montanha.  Os jovens brahmins ficaram altamente deliciados e adquiriram ciência de uma perdiz letrada.  E o pássaro ficou no lugar do afamado professor e deu aulas de ciência.   Os jovens fizeram para ele uma gaiola dourada e amarraram um toldo por cima, servindo mel e grão escolhido em um prato dourado  e presenteando-o com diversas flores coloridas, prestando grande honra ao pássaro. Foi espalhado e difundido por toda a Índia que uma perdiz na floresta estava instruindo quinhentos jovens brahmis nos textos sacros. Naqueles dias pessoas proclamaram um festival no alto – era como reunir o povo no topo da montanha. Os pais dos jovens enviaram uma mensagem para seus filhos virem e verem o festival.  Eles contaram à perdiz e confiando o pássaro instruído e todo seu eremitério aos cuidados do lagarto,  deixaram e partiram para suas várias cidades. Naquele momento um asceta sem piedade vagando para lá e para cá chegou naquele lugar. O lagarto vendo-o começou conversa amigável com ele, dizendo, “Em tal e tal lugar você encontrará arroz, azeite e semelhantes ; cozinhe um pouco de arroz e seja feliz,”  e assim falando partiu em busca da própria comida.  Cedo pela manhã o desgraçado cozinhou arroz, matou e comeu  os dois largatinhos filhotes, fazendo um prato fino com eles.  Ao meio dia ele matou e comeu a perdiz letrada e o bezerro e à tarde assim que viu a vaca voltando para casa ele a matou também e comeu a carne.  Depois deitou roncando e dormindo aos pés de uma árvore. À noitinha o lagarto voltou e sentindo falta dos seus filhotes ficou ao redor procurando-os.  Um espírito-d'árvore observando o lagarto todo tremendo porque não achava seus filhotes, com um exercício de poder divino levantou-se na cavidade do tronco d'árvore e disse, “Cesse de tremer lagarto : seus filhotes, a perdiz, o bezerro e a vaca foram assassinados por este sujeito ruim. Morde ele no pescoço de modo a matá-lo.”  E assim falando com o lagarto a deidade falou a primeira estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tua progênie inocente ele comeu,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                 &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Apesar de ter-lhe dado arroz bastante ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com teus dentes morda a carne dele, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                 &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não deixe o desgraçado escapar vivo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então o lagarto repetiu duas estrofes : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Suja como sua alma gananciosa está lambuzada, qual roupa de babá,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sua pessoa está toda imune aos meus dentes, temo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Falhas espreita em todo lado o abjeto ingrato,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nem com o dom do mundo pode ser satisfeito. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O lagarto assim falando pensou, “Este sujeito acordará e me comerá,” e para salvar sua vida, fugiu.  Bem, o leão e o tigre estavam em muitos bons termos de amizade com a perdiz.  Algumas vezes costumavam ir e ver a perdiz e outras vezes a perdiz ia e ensinava a Lei a eles. Ho-je o leão disse ao tigre, “Já faz bastante tempo desde que vimos a perdiz ; deve ter sete ou oito dias : vá e traga novas dela.” O tigre assentiu prontamente e ele chegava no lugar no mesmo momento que o lagarto fugia e encontrou o vil desgraçado dormindo.  Em seus cachos de tranças podiam ser vistos algumas penas de perdiz  próximo estavam os ossos do bezerro e da vaca.   Rei tigre, vendo tudo e não encontrando a perdiz na gaiola dourada pensou, “Estas criaturas devem ter sido mortas por este sujeito ruim,” e o levantou com um chute. Vendo o tigre o homem ficou terrivelmente assustado. Então o tigre perguntou, “Você matou e comeu estas criaturas ?”  “Nem os matei nem os comi.”  “Desgraçado vil, se você não os matou, diga-me quem o faria ? E se você não me disser, és um homem morto !”  Temendo por sua vida ele disse, “Sim, senhor, matei e comi os jovens lagartos e a vaca e o bezerro mas não matei a perdiz.” E apesar dele protestar bastante, o tigre não acreditou e perguntou, “Você veio de onde para cá ?”  “Meu senhor, mascateio bens mercantis para viver no país Kalinga e após apregoar uma coisa e outra cheguei aqui.”  Mas quando o homem contou tudo que tinha feito, o tigre disse, “Você sujeito ruim, se não mataste a perdiz quem o poderia ter feito ?  Venha, devo levá-lo para diante do leão, o rei das bestas.”  Então o tigre saiu levando o homem diante dele. Quando o leão viu o tigre trazendo o homem com ele, colocando na forma de uma pergunta ele falou a quarta estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por quê com pressa, Subahu, estais aqui,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E por quê contigo este bom jovem aparece ?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que urgência existe, prego ?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Rápido, diga-me a verdade sem demora.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;[ Subahu significa 'braço-forte' e é o nome do tigre ; cf. Jataka 361 ] &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escutando isto o tigre falou a quinta estrofe :    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A perdiz, Senhor, nossa amiga valiosa,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Desconfio que ho-je teve um fim ruim :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os antecedentes deste sujeito me fazem temer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Podemos escutar más novas da nossa boa perdiz.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então o leão falou a sexta estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quais podem ser os antecedentes deste sujeito      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E quais os pecados que ele confessou a ti,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para fazê-lo crer que algum infortúnio &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aconteceu com o pássaro sabido ho-je ?  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então respondendo a ele o rei tigre repetiu os versos restantes : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como mascate através da terra de Kalinga  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele viajou por estradas ruins, cajado na mão ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Foi visto com acrobatas, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E bichos inocentes amarrou com trabalho ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com jogadores de dados também frequentemente jogava,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E armadilhas para pequenos pássaros armou ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nas multidões com porretes lutou,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E ganho medindo milho procurou : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Falso a seus votos, à meia-noite brigou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ferido, lavou o sangue : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Suas mãos queimou ao ter coragem &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De apanhar comida muito quente para segurar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tal a vida que escutei, ele leva,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tais são os pecados sobre a cabeça dele,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E já que sabemos que a vaca está morta,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E penas aparecem no meio dos seus cabelos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Temo grandemente pela amiga perdiz. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O leão perguntou ao homem, “Você matou a perdiz letrada ?”  “Sim, meu senhor, matei.”  O leão escutando-o falar a verdade, ficou ansioso em deixá-lo ir mas o rei tigre disse, “Este vilão merece morrer,”  e lá e então o rasgou com seus dentes.  Depois fez um buraco e atirou o corpo dentro dele.  OS jovens brahmins quando retornaram para casa e não encontraram a perdiz com choro e lamento deixaram o lugar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;____________________               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre terminou sua lição dizendo, “Assim, Irmãos, Devadatra desde antigamente quer me matar,”  e ele identificou o Jataka : “Naquele tempo o asceta era Devadatra, o lagarto Kisagotami, o tigre Mooggaallana, o leão Sariputra, o professor renomado Kassapa e a perdiz sabida era eu mesmo.”       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-7958074447372348520?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/7958074447372348520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=7958074447372348520' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/7958074447372348520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/7958074447372348520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/11/438-buddha-perdiz.html' title='438  Buddha Perdiz'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-8032500526980105633</id><published>2011-11-04T10:57:00.000-07:00</published><updated>2011-11-04T10:59:06.242-07:00</updated><title type='text'>437  Buddha e o chacal</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20111104;15564320"&gt;&lt;style type="text/css"&gt;  &lt;!--   @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm }  --&gt;  &lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;437&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por quê os olhos de Putimansa...etc.” - Esta história o Mestre contou enquanto em Jetavana relativa ao subjugar dos sentidos.  Pois certa vez haviam muitos Irmãos que não mantinham guarda na avenida dos sentidos.  O Mestre disse ao ancião Ananda, “Devo aconselhar estes Irmãos,”  e devido à vontade deles de auto controle os reuniu na assembleia dos Irmãos e sentou no meio de um sofá ricamente adornado e assim se dirigiu a eles : “Irmãos, não é certo que um Irmão sob a influência da beleza pessoal coloque suas afeições em atributos mentais ou físicos, pois vai que ele morre em tal momento, ele re-nasce no ínfero e em estados ruins semelhantes. Um Irmão não deve alimentar sua mente com atributos mentais e físicos.  Aqueles que fazem isto mesmo na presente condição das coisas estão inteiramente arruinados.  Portanto é bom, Irmãos, que o olho dos sentidos seja tocado com um prego de ferro quente.”  E aqui ele deu outros detalhes, adicionando, “Há um tempo para ti para ver a beleza e um tempo para não considerá-la : no tempo de vê-la, veja-a não sob a influência do quê é agradável mas do que é desagradável.  Assim tu não cairás para fora da tua própria esfera.  O quê então é esta tua esfera ?  As quatro meditações diligentes mesmo, o caminho óctuplo sagrado, as nove condições transcendentes. Se vocês andarem neste domínio próprio de vocês, Mara não encontrará entrada, mas se vocês estão submetidos as paixões e olham as coisas sob a influência da beleza pessoal, como o chacal Putimansa, vocês cairão fora da própria esfera verdadeira,” e com estas palavras ele relatou uma história do passado.   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;_____________________                             &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez no reino de Brahmadatra, rei de Benares, muitas centenas de cabras selvagens habitavam uma caverna da montanha emum distrito de floresta nos cumes dos Himalaias. Não distante do lugar de domicílio deles um chacal chamado Putimansa com sua esposa Veni vivia numa caverna.  Umdia quando ele estava vagueando ao redor com sua esposa, ele espreitou estas cabras e pensou, “devo encontrar algum meio de comer a carne destas cabras,” e com algum artifício ele matou um única cabra.   Ambos, ele e sua esposa, alimentando-se de carne de cabra cresceram fortes e grandes de corpo.  Gradativamente as cabras diminuíram de número.  Entre elas havia uma cabra sábia  chamada Melam&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;ātā.  O chacal apesar de hábil em artifícios não a podia matar e aconselhando-se com sua esposa ele disse, “Minha querida, todas as cabras morreram. Devemos pensar como comer esta cabra. Bem aqui tem um plano.  Você vai sozinha e   torna-se amiga dela e quando confiança estiver surgido entre vocês, vou me deitar e me  finjir de morto. Então você se aproxima da cabra e diz, 'cara, meu marido está morto e estou desolada ; exceto por você não tenho amigos : venha, vamos lamentar e chorar, e enterrar o corpo dele.'  E com estas palavras venha e traga ela com você. Então eu vou saltar e matar ela com uma mordida no pescoço.”  Ela prontamente concordou e após ficar amiga da cabra, quando confiança estava estabelecida, ela falou as palavras sugeridas pelo marido. A cabra respondeu, “Minha cara, todos os meus parentes foram devorados por teu marido. Temo ; não posso ir.”  “Não tema ; que dano pode um morto te fazer ?”  “Teu marido é de mente cruel ; temo.”  Mas depois sendo repetidamente  importunada a cabra pensou, “Ele certamente está morto,”  e consentiu em ir com ela.  No caminho porém ela pensou, “Quem sabe o quê acontecerá ?”  e suspeitando ela fez a chacal fêmea irna frente, mantendo um olho aguçado no chacal. Ele escutou o som das patas delas e pensou, “Aí vem a cabra,”  e pendurou a cabeça e rolou os olhos ao redor. A cabra vendo-o fazer isto disse, “Este tratante patife quer me levar para dentro e me  matar : ele lá jaz fingindo de morto,”  e ela girou e fugiu.  Quando achacal fêmea perguntou porquê fugia, a cabra deu a razão e falou a primeira estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por quê os olhos de Putimansa arregalam-se ?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Seus olhares me desagradam : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De tal amigo se deve ter cautela,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E para longe fugir.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com estas palavras ela girou e foi direto para sua própria toca. E a chacal fêmea  falhando em pará-la ficou com raiva e foi para seu marido e sentou lamentando-se. Então o chacal a censurou falando a segunda estrofe :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Veni, minha esposa, parece fraca da cabeça,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;Xingar amiga que fez            &lt;/span&gt;         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Abandonada pode apenas sentar &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E chorar, traída pela arte de Mela.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escutando isto a chacal fêmea falou a terceira estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Você também, meu senhor, dificilmente é sábio,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E, tola criatura, levantar a cabeça,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Arregalando os olhos abertos, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Apesar de fingir estar morto.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;__________________                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em tempo apropriado aqueles que são sábios&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sabem quando abrir ou fechar seus olhos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quem olha no momento errado, irá,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como Putimansa, sofrer derrota. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esta estrofe foi inspirada pela Perfeita Sabedoria. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;_________________               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas a chacal fêmea confortou Putimansa e disse, “Meu senhor, não se avexe, encontrarei um meio de trazê-la aqui novamente e quando ela vier, esteja preparado e pegue ela.”   Então ele procurou a cabra e disse, “Minha amiga, tua vinda se mostrou útil para nós ; pois assim que você apareceu, meu senhor recuperou a consciência e ele agora está vivo.  Venha e converse amigavelmente com ele,”  e assim falando disse a quinta estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nossa antiga amizade, cabra, ainda uma vez revive,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Venha com tigela cheia até nós, prego,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Meu senhor que acreditava morto ainda vive, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com saudação gentil visite-o ho-je. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A cabra pensou, “Esta tratante patife quer me levar para dentro. Não devo agir como uma inimiga aberta ; encontrarei meios de enganá-la,”  e ela falou a sexta estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nossa antiga amizade revive,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma tigela bem cheia alegre cedo : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com um grande cortejo irei ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para festejarmos bem, corra para casa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então a chacal fêmea perguntou sobre os seguidores, o cortejo e falou a sétima estrofe :  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que tipo de acompanhante trarás,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que darei boas vindas para festejar bem ? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os nomes de todos lembrando&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para nós, prego, diga verdadeiramente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A cabra falou a oitava estrofe e disse : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sabujos cinza e marrom, outro com quatro olhos, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com  Jambuka formam meu cortejo de verdade :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vá rápido para casa e prepare&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para todos alimento abundante. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;[ N. do tr.: Maliya e Pingiya se referem as cores dos cachorros ; Caturaksha é um dos cães de Yama no Rigveda e Jambuka um espírito no cortejo de Skanda – onde vemos novamente referências aos deuses hindus ]  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;           “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cada um destes,”  ela adicionou, “está acompanhado de quinhentos cachorros : então aparecerei com um cortejo de dois mil cães.  Se eles não acharem comida eles te matarão e ao teu marido para comer.”  Escutando isto a chacal fêmea ficou com tanto medo que pensou, “Já tive o bastante dela vindo até nós ; encontrarei meios de impedí-la  de vir,”  e falou a nona estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não deixe tua casa ou temo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Teus bens poderão sumir :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Levarei tua saudação ao meu marido ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não se agite : não, nem uma palavra ! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com estas palavras ela correu com grande pressa, como se corresse pela vida e tomando seu marido consigo fugiram correndo. E nunca mais ousaram voltar àquele lugar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;__________________                     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre terminou aqui e identificou o Jataka : “Naqueles dias eu era a divindade que habitava lá em uma velha árvore da floresta.”  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-8032500526980105633?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/8032500526980105633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=8032500526980105633' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/8032500526980105633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/8032500526980105633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/11/437-buddha-e-o-chacal.html' title='437  Buddha e o chacal'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-646092745458369245</id><published>2011-10-17T12:28:00.000-07:00</published><updated>2011-11-04T11:02:08.390-07:00</updated><title type='text'>436 Buddha e o Asura</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20111017;17103995"&gt;&lt;style type="text/css"&gt;  &lt;!--   @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm }  --&gt;  &lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;436 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De onde vens, amigos...etc.” - Esta história o Mestre contou enquanto residia em Jetavana sobre um Irmão com mente mundana. O Mestre, dizem, perguntou a ele se era verdade que ansiava pelo mundo e ele confessando que sim, disse, “Por quê, Irmão, desejas mulher ? Muitas vezes as mulheres são fracas e ingratas. Antigamente, demônios Asura enguliam mulheres e apesar de guardarem-nas na barriga deles, não conseguiram mantê-las fiéis a um único homem. Como então você seria capaz disso ?”  E com isto ele contou um conto(a) do mundo antigo.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;__________________             &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez quando Brahmadatra reinava em Benares, o Bodhisatva prevendo prazeres pecaminosos entrou nos Himalaias e adotou a vida religiosa.  E vivia lá de frutos selvagens e desenvolveu as Faculdades e as Consecuções.  Não distante de sua cabana de folhas vivia um demônio Asura ( não Sura ; devas e asuras, suras e asuras ). De tempos em tempos ele se aproximava do Grande Ser e escutava a Lei ( Dharma ) mas ficava na floresta na autoestrada onde as pessoas reuniam-se, ele as pegava e comia.  Neste tempo um certa senhora nobre do reino de Kasi, de beleza extrema, estabeleceu-se na vila da fronteira.  Um dia ela ia visitar os pais e quando voltava este demônio viu as pessoas que formavam o cortejo dela e correu até eles em forma terrível.  Os homens deixaram cair as armas das mãos e fugiram correndo. O demônio vendo uma mulher amável sentada na carruagem, caiu de paixão por ela e levando-a para sua caverna, fez dela sua esposa.  Daí em diante ele trazia para ela ghee, arroz escolhido, peixe, carne, e semelhantes, assim como frutos maduros para comer e a vestia em roupas e ornamentos ede modo a mantê-la segura, a colocava em uma caixa que ele engulia, e assim a guardava na barriga  [ N. do tr. : este tema mítico é antigo, aparecendo na história da chapeuzinho vermelho e na do pequeno polegar assim como na de Shiva – significa dentro de um mundo mesmo, protegido como num útero ].   Um dia ele desejou se banhar, e vindo a um tanque, lago, ele puxou para cima a caixa e tirando-a de dentro dela a banhou e a ungiu e quando ele já a haia vestido disse-lhe, “Por um pouco de tempo divirta-se em ar aberto,”  e sem suspeitar de nenhum dano, ele foi para uma pequena distância  se banhar.   Neste momento o filho de V&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;ā&lt;/span&gt;yu ( Vento ), que era um mágico, cingido com uma espada, andava pelos ares.  Quando ela o viu, ela gesticulou de tal modo e fez sinais para ele vir até ela. O mágico rapidamente desceu para o chão.  Então ela o colocou dentro da caixa e sentou nela, caixa, esperando a aproximação do Asura e assim que ela o viu vindo, antes que ele se aproximasse da caixa, ela a abriu e entrando dentro deitou por cima do mágico e com sua veste o envolveu.  O Asura veio e sem examinar a caixa, pensou que era somente a mulher e enguliu a caixa e partiu para sua caverna. Enquqanto ainda no caminho ele pensou, “Já faz muito tempo desde que vi o asceta : irei ho-je e prestarei respeito a ele.”  Então foi visitá-lo.   O asceta, vendo-o enquanto ainda estava distante, soube que haviam duas pessoas na barriga do demônio e pronunciando a primeira estrofe, ele disse, :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                 &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De onde vens amigos ?  Bem vindos sejam todos os três ! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estejam a vontade para descansar comigo por enquanto, prego : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                 &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Creio que vives em paz e feliz ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                        &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Já faz tempo que vocês não passam por aqui.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escutando isto o Asura pensou, “Venho completamente só para ver este asceta e ele fala de três pessoas : o quê quer ele dizer ? Ele fala com conhecimento exato do estado das coisas ou está doido e falando tolices ?”  Aproximou-se então do asceta e o saudou e sentando em uma distância respeitosa, conversou e falou a segunda estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                 &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Venho sozinho te ver ho-je&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nenhuma criatura me acompanha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por quê então tu, Oh santo eremita, diz,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                     “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De onde vens amigos ? Bem vindos sejam todos três.” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Disse o asceta, “Queres realmente escutar a razão ?” “Sim, santo Senhor.” “Sim, santo Senhor.”  “Escute então,” ele disse e falou a terceira estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tu e tua esposa são dois, esteja certo ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fechada numa caixa ela está segura :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Guardada salva sempre em tua barriga, ela&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com o filho de Vayu diverte-se feliz. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escutando isto o Asura pensou, “'Máyacos'  certamente são cheios de truques : supondo que sua espada está em mãos, ele me rasgará a barriga e escapará.”  E ficando muito assustado ele tirou para fora a caixa e a deixou diante dele.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;__________________    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre, em sua Perfeita Sabedoria em esclarecer as questões, repetiu a quarta estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                        &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O demônio ficou muito assustado com a espada. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                 &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E de seu estômago despejou a caixa no chão ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                        &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sua esposa com grinalda maneira adornada, qual noiva,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com o filho de Vayu se divertindo feliz, foi encontrada . &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                    &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;______________________   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim que a caixa foi aberta o 'máyaco' pronunciou umencanto e tomando sua espada elevou-se nos ares.  Vendo isto o Asura ficou agraciado com o Grande Ser que ele falou os restos dos versos, inspirado principalmente em seus louvores : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Oh implacável asceta, tua visão viu claro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quão baixo pode afundar um pobre, escravo de mulher ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como a vida mesma conquanto guardada no estômago,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O tratante ainda foi libertino, penso eu. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cuidava dela com carinho dia e noite,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como eremitas da floresta cuidam de chama,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ainda assim ela pecou para além de qualquer retidão :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Lidar com  necessidades femininas acaba em vergonha.&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Homem com seus milhares de artifícios em vão aguentará, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                        &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Crê em vão que suas defesas são seguras :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Como precipícios que descem aos Ínferos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                        &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Pobres almas descuidadas ela está destinada a enfeitiçar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;O homem que evita o caminho das mulheres &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Vive feliz e livre de todo sofrer ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Ele sua benção verdadeira achará na solidão,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Distante de mulher e sua traição. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Com estas palavras o demônio caiu aos pés do Grande Ser e louvou-o dizendo, “Santo Senhor, Através de ti minha vida foi salva. Devido àquela mulher má quase fui morto pelo 'máyaco'.”  Então o Bodhisatva expôs a Lei ( Dharma ) dizendo, “Não a machuque : guarde os preceitos,”  e estabeleceu-o nos cinco preceitos morais. O asura disse, “Apesar de guardá-la na barriga, não consegui protegê-la. Quem conseguiria ?”   e assim ele a deixou ir e voltou direto para sua casa na floresta. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;______________________                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;O Mestre, sua lição terminada, proclamou as Verdades e identificou o Jataka :- Na conclusão das Verdades o Irmão de mente mundana atingiu a fruição do Primeiro Caminho :- “Naqueles dias o asceta com poderes sobrenaturais de visão era eu mesmo.”  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-646092745458369245?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/646092745458369245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=646092745458369245' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/646092745458369245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/646092745458369245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/10/436-buddha-e-o-asura.html' title='436 Buddha e o Asura'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-4057126082225480598</id><published>2011-10-13T04:57:00.000-07:00</published><updated>2011-10-13T04:58:04.026-07:00</updated><title type='text'>435  Buddha  Asceta</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20111013;8561584"&gt;&lt;style type="text/css"&gt;  &lt;!--   @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm }  --&gt;  &lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;435&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na floresta solitária...etc.” - Esta história o Mestre contou em Jetavana sobre um jovem que foi tentado por uma certa garota tosca. A história introdutória será encontrada no Jataka 348 e é a mesma do 477. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;__________________              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na velha lenda esta garota sabia que se o jovem asceta quebrasse a lei moral, ele estaria em poder dela  e pensando em engambelá-lo e trazê-lo de volta ao valhacouto das pessoas, ela disse, “Virtude que está protegida na floresta, onde as qualidades dos sentidos tais como beleza e semelhantes não têm existência, não se mostra muito frutífera mas carrega fruto abundante na companhia das pessoas, na presença imediata da beleza e afins.  Então venha comigo e guarde tua virtude lá. O quê você tem a ver com uma floresta ?”  E ela pronunciou a primeira estrofe :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na floresta solitária se pode ser puro,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É fácil lá resistir à tentação ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas na cidade com seduções em cascata,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um homem pode se elevar a uma vida mais nobre.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escutando isto o jovem asceta disse, “Meu pai está indo para a floresta.  Quando ele voltar, peço licença a ele e te acompanho.”  Ela pensou, “Ele tem um pai, parece ; se ele me encontrar aqui, irá me bater com a ponta do cajado e me matará : devo partir antes.”  Então ela disse para o jovem, “Vou pegar a estrada antes de você e deixarei uma trilha atrás de mim : você me segue depois.”  Quando ela o deixou, ele nem catou lenha, nem trouxe água para beber mas apenas se sentou meditando e quando o pai chegou, não foi para fora para recebê-lo. Então o pai soube que seu filho havia caído sob o poder de uma mulher e disse, “Por quê meu filho nem cataste lenha nem trouxestes água para beber nem comida para comer mas não fizestes nada e estais sentado e meditando ?”  O jovem asceta disse, “Pai, as pessoas dizem que virtude guardada na floresta não frutifica mas que produz muito fruto no valhacouto das pessoas.  Irei e guardarei minha virtude lá.  Minha companheira foi na frente, pedindo que a seguisse : então irei com minha amiga. Mas quando estiver morando lá, a que tipo de pessoa devo dar predileção ?” E fazendo esta pergunta ele falou a segunda estrofe (estes versos aparecem no Jataka 348 ) : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esta dúvida, meu pai, resolva para mim, prego ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;S'eu extraviar desta floresta em alguma cidade,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pessoas de que escola moral ou de qual seita&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Devo mais sabiamente dar preferência como amigos ? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então o pai falou e repetiu o resto dos versos :  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;  &lt;span style="color:#000000;"&gt;                 &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Alguém que possa ganhar tua confiança e amor,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que acredite em tua palavra e contigo prove paciência,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que em pensamento, palavra e ato nunca ofenderá –&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Tome em teu coração e a esta apegue-se como amiga.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Às pessoas caprichosas como macacos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Instáveis, não estejas inclinado,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Ou àlguma solidão deserta teu lote será confinado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                  &lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Evite tolos caminhos assim como te afastarias &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De serpente raivosa ou um auriga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esquiva-se de estrada esburacada. Dor abunda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Onde quer que se encontre uma pessoa no cortejo da Tolice :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não te juntes a idiotas – obedeça minha palavra - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O companheiro de néscios é vítima de aflição.   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sendo assim aconselhado por seu pai, o jovem disse, “S'eu for para o valhacouto das pessoas, não encontrarei sábios como você. Temo ir para lá. Viverei aqui em tua presença.”  Então seu pai o aconselhou ainda mais e o ensinou os ritos preparatórios para induzir a meditação mística.  E logo sem demora o filho desenvolveu as Faculdades e Consecusões e com seu pai tornou-se destinado a nascer no Mundo de Brahma. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;_________________                 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre, sua lição terminada, proclamou as Verdades e identificou o Jataka :- Na conclusão das Verdades o Irmão que desejava o mundo atingiu a fruição do Primeiro Caminho :- “Naqueles dias o jovem asceta era o Irmão com pensamentos mundanos, a garota então era a mesma de agora mas o pai era eu mesmo.”   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-4057126082225480598?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/4057126082225480598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=4057126082225480598' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/4057126082225480598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/4057126082225480598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/10/435-buddha-asceta.html' title='435  Buddha  Asceta'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-7080421996428446423</id><published>2011-09-27T03:33:00.000-07:00</published><updated>2011-09-27T03:34:09.831-07:00</updated><title type='text'>434  Buddha Ganso Dourado</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20110927;7275664"&gt;&lt;style type="text/css"&gt;  &lt;!--   @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm }  --&gt;  &lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;434&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um par de pássaros...etc.” - Esta história o Mestre contou enquanto residia em Jetavana relativa a um Irmão ganancioso.  Ele estava, foi dito, cobiçando os requisitos Buddhistas e deixando todos os deveres de mestre e pastor, entrou em Savatthi bem cedo e após tomar um excelente mingau de arroz servido com vários tipos de comidas sólidas na casa de Vis&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;ākhā e depoisde comer durante o dia várias guloseimas, arroz branco, carne e arroz doce, não satisfeito com isto ele foi então para a casa de Culla-Anathapindika, do rei de Kosala e de vários outros. Então um dia a discussão elevouno Salão da Verdade relativa a gula dele. Quando o Mestre escutou o quê estavam discutindo, mandou chamar este Irmão e perguntou se era verdadeira a gula dele.  E quando ele disse “Sim,”  o Mestre perguntou, “Por quê, Irmão, estais com gula ? Anteriormente também por causa da tua gula, não satisfeito com corpos mortos de elefantes, deixaste Benares ( Varanasi ) e vagando pelas margens do Ganges entraste na região do Himalaia.”  E com isto contou uma história do passado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;___________________        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez quando Brahmadatra reinava em Benares, um corvo guloso comia corpos de elefantes mortos e não satisfeito ele pensou, “Vou comer peixe gordo na margem do Ganges,” e depois de ficar uns dias lá comendo peixe morto, foi para o Himalaia e viva de vários tipos de frutas do campo. Chegando em um largo lago de lótus abundante de peixe e tartarugas, ele viu dois gansos dourados que viviam de planta sevala ( uma espécie de maçã ).  Ele pensou, “Estes pássaros estão bonitos e saudáveis  : a comida deles deve ser deliciosa. Perguntarei a eles qual é e comendo a mesma comida eu também ficarei dourado.”  Então foi até eles e após as saudações gentis usuais  com eles pendurados em um galho, falou a primeira estrofe em conexão com louvores a eles :  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um par de pássaros vestidos de amarelo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                              &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tão alegres perambulando de cá pra lá; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que tipo de pássaros as pessoas amam mais ? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estou ansioso em saber isto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O ganso dourado escutando  falou a segunda estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ó pássaro, peste do gênero humano,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Abençoados somos entre os pássaros. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Todas as terras soam com nossa devoção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E os homens e os pássaros nos cantam louvores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Saiba então que somos gansos vermelhos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E destemidos vagamos sobre as águas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;[N. do tr. : o ganso vermelho é o espírito santo, a pomba, entre os hindus. ] &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escutando isto o corvo falou a terceira estrofe: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que frutos abundam n'areia, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E onde pode-se encontrar carne para gansos ? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Digam de que comida celeste vocês vivem, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;Que tal beleza e tal força concedem. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;Então o ganso rubro falou a quarta estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;Nenhum fruto há no mar para comer,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;E onde deveriam gansos rubros encontrar carne ?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Planta sevala, descascada &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Rende comida sem nada de ruim.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então o corvo falou duas estrofes : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não gostei, gansos, das palavras que usastes :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Acreditava que a comida escolhida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para nos alimentar, devia concordar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com o quê nossa forma externa mostrasse. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas agora duvido disto pois como &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Arroz, sal,óleo, frutas e carne : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como heróis festejam retornando da luta,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eu também com boas provisões me delicio. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas apesar de viver de comida fina,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Minha aparência com a de vocês não se compara. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então o ganso rubro disse a razão porque o corvo falhava em ter beleza pessoal enquanto ele mesmo a tinha e falou as estrofes restantes : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não satisfeito com frutos ou lixo encontrado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dentro do recinto do chão sepulcral,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O corvo guloso persegue em voo vadio &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A presa casual que tenta seu apetite. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Apesar de  tudo que fará sua vontade perversa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para seu prazer criaturas inocentes matando&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Repreendido por sua consciência definha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E vê sua força e beleza decair.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim seres felizes que nenhuma criatura atinge&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na forma ganham vigor e na aparência um encanto,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pois beleza certamente seja isto entendido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não depende absolutamente do tipo de comida.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim os gansos rubros de muitos modos censuraram o corvo. E o corvo  tendo aceito a reprimenda disse, “Não quero a beleza de vocês.”  E com um grasnido de 'caw, caw',' ele voou embora.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                                  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;______________________                 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre, sua lição terminada, revelou as Verdades e identificou o Jataka :- na conclusão das Verdades o Irmão guloso atingiu a fruição do Segundo Caminho :-  “Naqueles dias o corvo era o Irmão guloso, a gansa era a mãe de Rahula e o ganso era eu mesmo.”         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-7080421996428446423?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/7080421996428446423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=7080421996428446423' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/7080421996428446423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/7080421996428446423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/09/434-buddha-ganso-dourado.html' title='434  Buddha Ganso Dourado'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-9029222278462602739</id><published>2011-08-31T08:30:00.000-07:00</published><updated>2011-08-31T08:31:57.715-07:00</updated><title type='text'>433  Buddha Lomasakassapa</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20110831;12273387"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;433&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um rei como Indra...etc.” - Esta história o Mestre contou enquanto residia em Jetavana relativa a um Irmão com mente mundana. O Mestre perguntou a ele se desejava o mundo e quando ele admitiu que sim, o Mestre disse, “Irmão, mesmo homens de alta fama algumas vezes incorrem em infâmia. Pecados como estes sujam mesmo so seres mais puros ; muito mais alguém como tu.”  E então ele contou uma história do passado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                                  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;_____________________          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                 &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez príncipe Brahmadatra, filho do rei Brahmadatra de Benares e o filho do seu capelão de família chamado Kassapa, eram colegas de classe e aprenderam todas as ciências na casa do mesmo professor. Logo o jovem príncipe com a morte de seu pai foi estabelecido no trono.  Kassapa pensou, “Meu amigo se tornou rei : ele me outorgará grande poder : o que tenho a ver com poder ? Pedirei licença ao rei e aos meus pais e me tornarei um asceta.”  Então ele foi para os Himalaias e adotou a vida religiosa e no sétimo dia ele entrou nas Faculdades e Consecuções e ganhava a vida com o que catava nos campos. E as pessoas o apelidaram asceta Lomasakassapa ( Kassapa Cabeludo ). Com os sentidos mortificados se tornou um asceta de austeridade severa. E pela virtude de sua austeridade o domicílio de Sakra foi sacudido.  Sakra, refletindo na causa, observou-o e pensou, “Este asceta, pelo fogo feroz extraordinário de sua virtude, me fará até cair da região de Sakra.  Após uma conversa secreta com o rei de Benares, quebrarei a austeridade dele.”  Pelo poder de um Sakra ele entrou no aposento real do rei de Benares à meia noite e iluminou todo o quarto com a radiância de sua forma e pousado nos ares diante do rei ele o acordou e disse, “Senhor, levante-se,”  e quando o rei perguntou “Quem és tu ?” ele respondeu “Sou Sakra.” “Por quê viestes ?” “Senhor, desejas ou não a lei única em toda a Índia ?”  “Claro que desejo.” Então Sakra disse, “Traga Lomasakassapa aqui e faça-o oferecer um sacrifício de animais e tu te tornarás, como Sakra, isento de velhice e de morte e exercerá a lei em toda a Índia,”  e ele repetiu a primeira estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um rei como Indra serás,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nunca fadado a ver velhice e morte,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Kassapa ao teu conselho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Oferecerá um sacrifício de viventes.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escutando estas palavras o rei consentiu prontamente. Sakra disse, “Então não se atrase,”  e partiu.  Dia seguinte o rei chamou um conselheiro chamado Sayha e disse, “Bom senhor, vá até meu bom amigo Lomasakassapa e em meu nome fale assim para ele : ' O rei te persuadindo a oferecer um sacrifício se tornará o legislador único de toda a Índia e ele te dará tanta terra quanto você desejar : venha comigo oferecer sacrifício '.”          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele respondeu, “Muito bem, senhor,”  e proclamou através de batida de tambor para saber o lugar onde o asceta residia e quando um certo mateiro disse, “Eu sei,”  Sayha foi até lá sendo guiado por ele com um largo séquito, e saudando o sábio, sentou respeitosamente em um dos lados e deu a mensagem. Então ele respondeu a ele, ”Sayha, que é isto que dizes ?”  e recusando falou estas quatro estrofes (estas estrofes ocorrem no Jataka 310) : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nenhuma ilha protegida pelo mar, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sayha, a fazer esta crueldade, me tentará.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Maldição sobre a luxúria da fama e do ganho,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De onde os pecados que levam a dor sem fim brotam. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Melhor como vagabundo sem lar mendigar o pão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Do que por um crime sobre minha cabeça trazer vergonha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sim melhor com tigela na mão fugir do pecado &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Do que por tal crueldade ganhar um reino.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O conselheiro, após escutar o quê ele disse foi e contou ao rei.  Pensou o rei, “Ele se recusando a vir, o quê posso fazer ?” e guardou silêncio.  Mas Sakra à meia noite veio e pousado nos ares disse, “Por quê, senhor, não chamaste Lomasakassapa e o ordenou a oferecer sacrifício ?”  “Quando chamado ele se recusou a vir.”  “Senhor, adorne, enfeite tua filha, princesa Candavati e a envie pelas mãos de Sayha e peça a ele para dizer, 'Se você vier e oferecer sacrifício, o rei te dará esta donzela como esposa.'  Ele será claramente atingido de paixão pela donzela e virá.”  O rei concordou prontamente e dia seguinte enviou sua filha pelas mãos de Sayha.  Sayha pegou a filha do rei e foi até lá e após saudação e cumprimentos usuais ao sábio, apresentou a princesa, tão amável quanto uma ninfa celestial e permaneceu a uma distância respeitosa. O asceta perdendo o sentido moral olhou para ela e com o mero olhar ele caiu da meditação.   O conselheiro vendo que ele foi atingido pela paixão disse, “Vossa Reverência, se ofereceres sacrifício o rei te dara está donzela como esposa.”  Ele tremia com o poder da paixão e disse, “Ele com certeza a dará para mim ?”  “Sim, se você oferecer sacrifício, dará.”  “Muito bem,”  ele disse, “S'eu conseguir ela, eu sacrificarei,”  e levando ela com ele, justo como estava com tranças de asceta e tudo, subiu em uma carruagem esplêndida e foi para Benares.  Mas o rei, logo que escutou que certamente ele vinha, preparou a cerimônia no poço sacrifical.  Então quando viu que ele estava vindo, disse, “Se você oferecer sacrifício, eu me tornarei igual a Indra e quando o sacrifício estiver completo, te darei minha filha.”  Kassapa prontamente assentiu.  Então o rei dia seguinte foi com Candavati para o poço sacrifical.  Lá todas as bestas de quatro patas, elefantes, cavalos, touros e o resto foram colocadas em linha.  O povo então reunido lá disse,  “Isto não te é próprio nem te cabe bem Lomasakassapa : por quê ages assim ?”  E lamentando eles pronunciaram duas estrofes :  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sol e lua ambos produzem influência potente,   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E as marés nenhum poder na terra pode conter,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Brahmins e sacerdotes são poderosos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas as mulheres são bem mais.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim Candavati levou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Kassapa severo para pecado mortal,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E o faz por artifício de seu pai&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Oferecer de viventes sacrifício.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Neste momento Kassapa, para oferecer sacrifício, levantou sua preciosa espada para atingir o elefante real no pescoço. O elefante vendo a espada aterrorizou-se com medo da morte e baliu um balido, grito, alto.   Escutando seu grito as outras bestas também, elefantes, cavalos e touros com medo da morte gritaram altos gritos e o povo também gritou alto. Kassapa, escutando esta gritaria, excitou-se e refletiu com suas tranças. Então ele tornou-se cônscio das tranças de cabelo e da barba e do cabelo no corpo e na tórax.  Cheio de remorso ele gritou, “Ai !  Fiz um gesto pecador impróprio a meu caráter,”  e mostrando sua emoção ele falou a oitava estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                 &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Este ato cruel é fruto do desejo ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                 &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O crescimento da luxúria cortarei pela raiz. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então o rei disse, “Amigo, nada tema : ofereça o sacrifício e eu te darei a princesa Candavati e meu reino e uma pilha de sete tesouros.”  Escutando isto Kassapa disse, “Senhor, não quero este pecado na minha alma,”  e falou a última estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Malditas as luxúrias nesta terra tão frequente, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De longe melhor que elas a vida ascética ;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Abandonarei pecado e eremita serei :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Guarde teu reino e a bela Candavati.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com estas palavras ele concentrou seus pensamentos no objeto místico e recobrando a ideia perdida sentou de pernas cruzadas nos ares, ensinando a lei para o rei e aconselhando-o a ser zeloso em obras boas, disse para destruir o poço sacrifical e dar anistia ao povo.   E com rogo do rei, voando nos ares ele retornou para sua própria morada.  E enquanto viveu, cultivou as perfeições de Brahma e tornou-se destinado a nascer no mundo de Brahma.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                                  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;______________________      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre tendo terminado sua lição revelou as Verdades e identificou o Jataka :- Na conclusão das Verdades o Irmão de mente mundana atingiu Santidade :- “Naqueles dias o grande conselheiro Sayha era Sariputra, Lomasakassapa era eu mesmo.”   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-9029222278462602739?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/9029222278462602739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=9029222278462602739' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/9029222278462602739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/9029222278462602739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/08/433-buddha-lomasakassapa.html' title='433  Buddha Lomasakassapa'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-3540520574680510435</id><published>2011-08-11T05:29:00.000-07:00</published><updated>2011-08-11T05:43:19.785-07:00</updated><title type='text'>Ajanta, cabeça de égua</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-iw7i4bKVTOQ/TkPMD2fr8WI/AAAAAAAAAJU/lOQI3o4v_nE/s1600/ajanta%2Born37.9" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 234px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-iw7i4bKVTOQ/TkPMD2fr8WI/AAAAAAAAAJU/lOQI3o4v_nE/s320/ajanta%2Born37.9" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639575524938084706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;         Representação da jataka da Yaksha em pintura de teto em Ajanta : há também representação em Sanchi e Elora. Há gazelas ao redor de stupas e vidyadharas voando assim como animais conversando. Quanto à história mesma notar que os elementos  são o refúgio que é perdição - água, fogo, terra, ar e no fim o tesouro que vem com a morte mesma talvez represente a transformação mesma do mundo lembrando Shiva, marido de Parvati, Uma. Cf Bhagavat Purana II, 7, 11 ; V, 18,2-6 ; VII, 9,37 e VIII, 24 para Hayagriva também com cabeça de cavalo.  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-3540520574680510435?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/3540520574680510435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=3540520574680510435' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/3540520574680510435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/3540520574680510435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/08/ajanta-cabeca-de-egua.html' title='Ajanta, cabeça de égua'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-iw7i4bKVTOQ/TkPMD2fr8WI/AAAAAAAAAJU/lOQI3o4v_nE/s72-c/ajanta%2Born37.9' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-941840533344428865</id><published>2011-08-11T05:22:00.000-07:00</published><updated>2011-08-11T05:28:00.212-07:00</updated><title type='text'>432  Buddha e a Yaksha</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20110811;9203685"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;432&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ó Patala, pelo Ganges...etc.” - Esta história o Mestre contou quando morava em Jetavana relativa a um certo menino.  Ele era, dizem, filho de um dono de casa em Savatthi, com apenas sete anos de idade, e hábil em reconhecer pegadas. Bem, seu pai querendo testá-lo foi sem ele saber para a casa de um amigo.  O garoto, sem perguntar onde seu pai havia ido, rastreando suas pegadas, veio e ficou diante dele. Então o pai perguntou um dia, “ Quando eu sai sem te dizer, como você soube onde eu havia ido ?”  “Meu querido pai, reconheci tuas pegadas. Sou hábil nisto.”  Então o pai, para prová-lo, saiu de casa após o café da manhãe indo para a casado vizinho, dela passou para outra e desta terceira casa novamente retornou para a sua e depois foi para o portão Norte e saindo por ele circundou a cidade da direita para a esquerda.  E indo para Jetavana ele saudou o Mestre e sentou para escutar a Lei.  O menino perguntou onde seu pai estava e quando disseram, “Não sabemos”, rastreando as pegadas do seu pai, começando pela casa do vizinho fez o mesmo caminho que seu pai fizera para Jetavana e após saudar o Mestre, permaneceu na presença de seu pai e quando questionado por ele como soube que ele estava ali, disse, “Rastreei tuas pegadas e segui tua trilha até aqui.”  O Mestre perguntou, “Irmão Leigo, o quê dizes ?”  Ele respondeu, “Vossa Reverência, este garoto é hábil no conhecimento de rastros. Para testá-lo vim para cá de tal e tal modo. Não me encontrando em casa, seguindo minhas pegadas, ele chegou aqui.”  “Não há nenhuma maravilha,”  disse o Mestre, “em reconhecer pegadas no chão.  Sábios antigos reconheciam pegadas no ar,” e sendo questionado, ele contou uma história do passado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;_____________________    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez no reinado de Brahmadatra, rei de Benares, sua rainha após cair em pecado foi questionada pelo rei e tomando juramento ela disse, “Se pequei contra ti, me tornarei uma Yaksha fêmea com a face como de égua.” Após sua morte ela se tornou uma Yaksha com face de égua e morava em uma caverna de pedra numa vasta floresta aos pés de uma montanha, e costumava pegar e devorar as pessoas que frequentavam a estrada que levava do Leste para a fronteira Oeste.  Após servir Vessavana ( o senhor dos Yakshas ) por três anos, é dito que ela teve licença para comer pessoas em uma certa área com trinta léguas de comprimento e cinco léguas de largura.  Bem, um dia um rico, saudável e belo brahmin, acompanhado por um largo séquito, subia aquela estrada.   A Yaksha, vendo-o, com um alto riso investiu contra ele e todos os seus ajudantes fugiram.  Com a velocidade do vento ela pegou o brahmin e o jogou em suas costas e entrando na gruta, através do contacto com o homem, sob a influência da paixão ela concebeu afeição pelo brahmin e ao invés de devorá-lo fez dele seu marido e eles viveram harmoniosamente juntos.  E daí em diante a Yaksha onde quer que capturasse pessoas, também pegava as roupas, arroz, óleo e semelhantes e servindo-o com variadas comidas ela mesma comia a carne da pessoa.  E sempre que ela saía, com medo dele escapar, ela fechava a entrada da caverna com uma pedra pesada antes de partir.  E enquanto eles estavam assim vivendo amigavelmente juntos, o Bodhisatva passando de sua existência anterior  foi concebido no útero da Yaksha pelo brahmin.  Após dez meses ela deu a luz a um filho e cheia de amor pelo brahmin e seu filho, ela alimentava-os.  Logo, quando o garoto estava crescido, ela colocava-o também dentro da caverna com seu pai e fechava a porta. Bem, um dia o Bodhisatva sabendo que ela havia saído removeu a pedra e deixou seu pai sair. E quando ela perguntou na sua volta quem removera a pedra, ele disse, “Eu removi, mãe : não podemos ficar sentados na escuridão.”  E por amor à sua criança ela não disse outra palavra.  Bem, um dia o Bodhisatva questionou seu pai dizendo, “Querido pai, tua boca é diferente da da mamãe ; qual a razão ?”  “Meu filho, tua mãe é uma Yaksha e vive de carne humana mas você e eu somos pessoas.”  “Se é assim, por quê vivemos aqui ?  Venha, iremos para os lugares das pessoas.”   “Meu caro garoto, se tentarmos escapar tua mãe nos matará.”   O Bodhistava tranquilizou seu pai e disse, “Nada temas, querido pai ; que você retorne ao mundo das pessoas será meu encargo.”  E dia seginte quando sua mãe havia saído, ele pegou  o pai e fugiu.  Quando a Yaksha retornou e não os viu, correu com a velocidade do vento e os pegou e disse, “Ó brahmin, por quê foges ? Há algo que queiras aqui ?” “Minha querida,”  ele disse, “não fique irada comigo.  Teu filho me levou embora com ele.”  E sem outra palavra, devido a seu amor pelo filho, ela os confortou e retornando para sua residência, ela os trouxe de volta após um vôo de alguns dias. O Bodhisatva pensou, “Minha mãe deve ter uma esfera limitada de ação. Suponhamos que eu pergunte a ela  os limites espaciais sobre os quais a autoridade dela se extende.  Depois eu escaparia ultrapassando-os.”  Então um dia sentado respeitosamente ao lado de sua mãe ele disse, “Querida mãe, aquilo que pertence a mãe é herdado pelos filhos ; diga-me agora qual os limites de nosso território.”  Ela disse a ele todos os limites, montanhas e semelhantes  em todas as direções e apontou para seu filho todo o espaço, trinta léguas em extensão e cinco léguas em largura e disse, “Considere este tanto, meu filho.”  Após um lapso de dois ou três dias, quando sua mãe tinha ido para a floresta, colocou seu pai nos ombros e correndo com a velocidade do vento, com as indicações dadas por sua mãe, alcançou a margem de um rio que era o limite. A mãe também, quando retornando sente falta deles, persegue-os. O Bodhisatva carregava seu pai no meio do rio e ela veioe ficou na margem e quando ela viu que eles haviam ultrapassado os limites de sua esfera de ação, ela parou onde estava e gritou,  “Meu querido filho, venha para cá com teu pai.  Em que os ofendi ?  Em que aspectos as coisas não estão boas para vocês ?  Volte meu senhor. “ Assim ela implorava e suplicava ao filho e ao marido.  Então o brahmin atravessou o rio ( de volta ).  Ela pediu a seu filho também e disse, “Querido filho, não haja deste modo : volte para cá.” “Mãe, somos pessoas : você é uma Yaksha. Não podemos morar para sempre contigo.” “E você não voltará ?”  “Não, mãe.”  “Então se você se recusa a voltar – já que é doloroso viver no mundo das pessoas e aqueles que não têm nenhum ofício não vivem – sou hábil no 'lore' ( conhecimento, como em folk-lore ) da pedra filosofal : com o poder dela, podes seguir em um intervalo de doze anos os passos de alguém que partiu.  Isto se mostrará um meio de vida para ti. Pegue meu filho este encanto, charm, inestimável.”  E apesar de tomada de tristeza, devido ao amor por seu filho, ela deu a ele o encanto.   O Bodhisatva, ainda em pé no rio, dobrou suas mãos no modo tartaruga e pegou o encanto e saudando sua mãe gritou, “Adeus, mãe.”  A Yaksha disse, “Se vocÊ não volta, meu filho, não posso viver,”  e então ela bateu no próprio peito e direto triste por seu filho seu coração quebrou, parou e ela caiu morta no chão.  O Bodhisatva, quando entendeu que sua mãe estava morta, chamou seu pai e foram e fizeram uma pilha funeral e queimaram o corpo. Após as chamas apagarem ele fez ofertas de várias flores coloridas e com lamentações e choros voltou com seu pai para Benares.   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Foi dito ao rei, “Um jovem hábil em rastrear pegadas está na porta.”  E quando o rei mandou ele entrar ele entrou e saudou o rei. “Meu amigo,” ele disse,  “sabes algum ofício ?” “Meu senhor, seguindo os rastros de alguém que furtou uma propriedade  qualquer doze anos atrás, posso pegá-lo.” “Então entre a meu serviço,” disse o rei.  “Servirei o Senhor por mil dinheiros ao dia.”   “Muito bem, meu amigo, me servirás.”   E o rei fez com que se lhe pagasse mil dinheiros por dia.  Bem, um dia o capelão da família disse ao rei, “Meu senhor, porque este jovem nada faz com o poder de sua arte , não sabemos se tem alguma habilidade ou não : vamos testá-lo agora.”  O rei prontamente  consentiu. E os dois fizeram saber aos guardiães dos vários tesouros e tirando as jóias mais valiosas desceram do terraço e depois de tatear o caminho três vezes ao redor do palácio, colocaram uma escada no alto da parede e desceram para fora do muro.  Depois entraram no Salão da Justiça e após sentarem lá  voltaram e novamente colocando a escada no muro desceram por ele para a cidade ( mercado ).  Chegando na borda de um tanque, o rodearam três vezes solenemente e então largaram o tesouro dentro do tanque  e subiram de volta para o terraço.  Dia seguinte houve um tumulto e as pessoas diziam, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;“&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tesouro do palácio foi roubado.”  O rei fingindo ignorância chamou o Bodhisatva e disse, “Amigo, um tesouro muito valioso foi roubado do palácio : devemos rastreá-lo.”  “Meu senhor, para alguém hábil de seguir rastros de roubos e recuperar tesouros furtados de doze anos atrás, nada há de maravilhoso em recuperar propriedade furtada após uma única noite e dia. Vou recuperá-lo não se preocupe.”  “Então recupere-o amigo.”  “Muito bem, meu senhor,”  ele disse e em seguida saudando a memória de sua mãe repetiu o encanto e ainda em pé no terraço disse, “Meu senhor, os passos dos dois ladrões são vistos.”   E seguindo os passos do rei e do sacerdote ele entrou nos aposentos reais e saindo de lá desceu do terraço e depois de três vezes circundar o palácio aproximou-se do muro.  Em pé nele disse, “Meu senhor, começando neste lugar a partir do muro vejo pegadas no ar : tragam-me uma escada.”   E tendo colocado uma escada contra o muro , ele desceu por ela, e ainda seguindo os rastros chegou no Salão da Justiça.  Então retornando para o palácio colocou a escada contra o muro e desceu por ela para o tanque.  Após rodeá-lo andando por três vezes ele disse, “Meu senhor, os ladrões desceram o tanque,”  e retirando o tesouro, como se houvera ele mesmo depositado, deu-o ao rei e disse, “Meu senhor, estes dois ladrões são pessoas distintas : através deste caminho eles subiram para o palácio.”  O povo estalava os dedos em alto estado de alegria e houve uma grande agitação de panos. O rei pensou, “Este jovem, parece-me, seguindo as pegadas sabe o lugar onde os ladrões colocaram o tesouro mas os ladrões ele não pode pegar.”  Então ele disse, “Você logo nos trouxe a propriedade furtada mas  será capaz de pegar os ladrões e trazê-los até nós ?”  “Meu senhor, os ladrões estão aqui : não estão distantes.”  “Quem são eles ?”  “Grande rei, quem quiser ser o ladrão pode ser. A partir do momento que recuperaste o tesouro, por quê queres os ladrões ? Não me perguntes sobre isto.”  “Amigo, te pago mil dinheiros por dia : traga-me os ladrões.”    “Senhor, quando o tesouro está já recuperado para que os ladrões ?” “Para nós, amigo, é melhor pegar os ladrões do que o tesouro.”  “Então, senhor, não te direi, 'tal e tal são os ladrões'  mas te direi algo que aconteceu muito tempo atrás.  Se és sábio, saberás o quê significa.”  E com isto ele contou um conto(a) antigo.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez, senhor, um certo dançarino chamado Patala vivia não longe de Benares, Varanasi  numa cidade à margem do rio. Um dia ele entrou em Benares  com sua esposa e após ganhar dinheiro cantando e dançando nofinal da festa ele procurou um pouco de arroz e bebida forte. No caminho para sua cidade chegou à amrgem do rio e sentou contemplando o refrescante fluxo da corrente para beber sua bebida forte. Quando estava bêbado e inconsciente de sua fraqueza, disse, “Amarrarei meu grande violão no pescoço e descerei para dentro do rio.”  E ele pegando sua esposa pela mão entrou no rio. Àgua entrou no bojo do violão e o peso o fez começar àfundar.  Quando sua esposa o viu se afogando, o largou no rio e ficou na margem. O dançarino Patala emergia e submergia e sua barriga inchou d'água engulida.  A esposa então pensou , “Meu marido morrerá : pedirei a ele uma música e cantando-a no meio do povo ganharei minha vida.”  E dizendo, “Meu senhor, afundas n'água : dê-me apenas uma música e ganharei a vida com ela.” , ela falou a estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ó Patala, pelo Ganges levado,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Famoso  e hábil em dança de roda e canto de ave,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Patala, viva ! Enquanto és carregado,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cante-me, prego, de música um pedaço. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;  &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então o dançarino Patala disse, “Minha querida, como te darei um pedaço de música ? Àgua que é a salvação do povo está me matando ,”  e falou a estrofe :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Onde se aspergem as almas oprimidas com dor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Morro direto. O refúgio se mostra minha perdição.               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Bodhisatva explicando a estrofe disse : “Senhor, assim como àgua é o refúgio do povo também o são os reis.  Se perigo surgem deles, quem evitaria tal perigo ? Este, senhor, é um assunto secreto.  Contei uma história inteligível ao sábio: entenda-a, senhor.”  “Amigo, não entendo história esotérica como esta. Pegue os ladrões e tragam-los para mim.”  Então o Bodhisatva disse, “Escute então senhor,  e entenda.”  E ele contou então outro conto(a).  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Meu senhor, anteriormente em uma vila do lado de fora da cidade de Benares, um oleiro usava pegar argila para sua olaria e constantemente a pegando no mesmo lugar, cavou um poço fundo dentro de uma gruta de montanha. Bem, um dia enquanto ele estava pegando argila, uma tempestade fora de época se espalhou e deixou cair chuva pesada e a inundação subiu e derrubou um dos lados do poço e quebrou a cabeça do oleiro.  Lamentando-se em voz alta ele falou esta estrofe :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aquela que faz as sementes crescerem, sustentando as pessoas,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esmagou minha cabeça. O refúgio se mostra minha perdição. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;     “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pois assim como a poderosa terra, senhor, que é refúgio do povo, quebrou a cabeça do oleiro, do mesmo modo quando um rei, que como a poderosa terra é o refúgio de todo mundo, levanta-se e finge de ladrão, quem pode evitar o perigo ? Podes, senhor, reconhecer o ladrão escondido debaixo desta história ?”  “Amigo, não queremos sentidos obscuros. Diga, 'Aqui está o ladrão' e e pegue-o e me entregue.”   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ainda protegendo o rei e sem dizer em palavras, 'És tu o ladrão', ele contou ainda outra história.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nesta mesma cidade, senhor, a casa de um certo homem estava em chamas. Ele ordenou que outra pessoa entrasse na casa e trouxesse para fora sua propriedade. Quando este último estava dentro da casa e trazia os bens para fora, a porta fechou. Cego com a fumaça e incapaz de encontrar a saída e atormentado com o fogo que se espalhava, ele permaneceu dentro se lamentando e falou esta estrofe :  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                              &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aquele que destrói o frio e tosta os grãos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Consome meus membros. O refúgio se mostra minha perdição. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um homem, ó rei, que como o fogo foi o refúgio do povo, roubou as jóias. Não me pergunte sobre o ladrão.” “Amigo, apenas me traga o ladrão.”  Sem falar ao rei que ele era o ladrão, contou ainda outra história.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez, senhor, nesta mesma cidade um homem comeu em excesso e foi incapaz de digerir a comida. Louco de dor e lamentanado falou esta estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Comida que sustenta a vida de incontáveis brahmins&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Me mata direto. O refúgio se mostra minha perdição.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;   “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Alguém, que como o arroz, senhor, foi o refúgio do povo, roubou a propriedade. Quando esta é recuperada, por quê perguntar sobre o ladrão ?”  “Amigo, se podes, traga-me o ladrão.”  Para fazer o rei compreender ele contou ainda outra história.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Anteriormente, senhor, nesta mesma cidade um vento soprou e quebrou os membros de um homem. Lamentando ele falou esta estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vento que em Junho sábios rezando ganhariam,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quebraram meus membros. O refúgio se mostra minha perdição.   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim, senhor, o perigo surgiu do refúgio. Entenda esta história.” “Amigo, traga-me o ladrão.”  Para fazer o rei entender ele contou ainda outra história.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez, senhor, junto aos Himalaias crescia uma árvore com ramos bifurcados, moradia de pássaros incontáveis.  Dois destes galhos esfregavam-se um no outro. E daí surgiu fumaça e fagulhas de fogo caiam. Vendo isto o chefe dos pássaros pronunciou esta estrofe :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Chamas surgem d'árvore onde descansamos :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Espalhem-se, pássaros. O refúgio se mostra nossa perdição.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;   “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pois justo como, senhor, àrvore é o refúgio dos pássaros, do mesmo modo o rei é o refúgio do seu povo. Se ele finge ser ladrão, quem evitará o perigo ? Note isto, senhor.” “Amigo, apenas me traga o ladrão.”  Então ele contou ao rei mais uma história.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em uma vila de Benares, senhor, no lado oeste da casa de um nobre havia um rio cheio de crocodilos selvagens e nesta família havia um único filho, que com a morte do pai cuidava da mãe.   Sua mãe contra sua vontade trouxe para casa uma filha de nobre para ser esposa dele. No começo ele mostrou afeição pela sogra mas depois quando abençoada com numerosos filhos e filhas dela mesma, passou a querer se livrar dela. Sua própria mãe vivia na mesma casa.  Na presença de seu marido procurava todo tipo de falta na sogra para colocá-lo contra ela,dizendo, “Não consigo suportar mais tua mãe: você tem que matar ela.”  E quando ele respondia, “Matar é um assunto sério : como posso matá-la ?”  ela dizia, “Quando ela dormir nós a pegamos com cama e tudo a a atiramos aos crocodilos no rio. Os crocodilos então darão fim nela.”  “E onde está tua mãe  ?”  ele disse. “Ela dorme no mesmo quarto que tua mãe.” “Então vá e coloque uma marca na cama em que ela está deitada, amarrando uma corda.” Ela fez isto e disse, “Coloquei uma marca na cama.”  O marido disse, “Espere um tempo ; deixe as pessoas irem para a cama primeiro.”  E ele deitou fingindo que tinha ido dormir e e depois foi e amarrou uma corda na cama da sogra dele.  Depois acordou a esposa e eles juntos a levantaram, com cama e tudo, e a atiraram no rio. Os crocodilos então a mataram e a comeram. Dia seguinte ela se deu conta do que aconteceu com sua própria mãe e disse, “Meu senhor, minha mãe está morta, agora vamos matar a sua.”  “Muito bem então,”  ele disse, “faremos uma pilha fúnebre no cemitério e a jogaremos no fogo e a matamos.”  Então o  marido e a esposa a levaram enquanto ela dormia para o cemitério e a deixaram lá.  O marido disse então para a esposa, “Você trouxe fogo ?”  “Esqueci m meu senhor.”  “Então vá e pegue.”  “Não tenho coragem, senhor, e se você for não ficarei aqui sozinha : vou junto.”  Quando eles já tinha ido, a velha senhora acordou com o vento frio e descobrindo-se no cemitério, ela pensou, “Eles querem me matar : foram pegar fogo. Não sabem como sou forte.”  E ela colocou um cadáver na cama e cobriu com uma roupa e correu e se escondeu numa caverna na montanha naquele mesmo lugar.  O marido e a esposa trouxeram fogo e acreditando que o cadáver era da velha o queimaram e foram embora.  Um certo ladrão havia deixado seu saque nesta caverna na montanha e voltando para pegá-lo ele viu a velha mulher e pensou, “Esta deve ser uma Yaksha : meu saque foi tomado por duendes,”  e ele foi buscar um exorcista. O médico pronunciou um encantamento e entrou na gruta.  Então ela disse a ele, “Não sou uma Yaksha : venha vamos gozar deste tesouro juntos.”  “Como posso crer nisto ?”  “Coloque tua língua na minha língua.”  ele fez isto e ela mordeu um pedaço da língua dele e a deixou cair no chão. O médico exorcista pensou, “Esta é certamente uma Yaksha,”  e ele gritou e saiu correndo com o sangue pingando da língua.  Dia seguinte a velha mulher colocou roupa limpa e pegou o o pacote com o saque contendo todo tipo de jóias e foi para casa.  A nora vendo-a perguntou, “Onde, mãe, conseguiste isto ?”  “Minha querida, todos que são queimados em pilha de madeira neste cemitério recebeu a mesma coisa.”  “Minha querida mãe, também posso conseguir isto ?”  “Se se tornares como eu, receberás.” Então sem dizer uma palavra a seu marido, em seu desejo por muitos ornamentos para vestir, ela foi lá e queimou-se a si mesma.  Seu marido  dia seguinte sentiu falta dela e disse, “Querida mãe, nesta hora do dia e suanora ainda não veio ?”  Então ela o censurou dizendo, “Uuu ! És mau, como podem os mortos voltar ?” E ela pronunciou esta estrofe :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma donzela bonita, com guirlanda na cabeça,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fragrante de óleo de sândalo, por mim foi levada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma noiva feliz para dentro da minha casa a reinar :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ela levou-me para fora. O refúgio se mostrou minha perdição.    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como a nora, senhor, está para a sogra, do mesmo modo o rei é refúgio para seu povo.  Se perigo surge então que pode alguém fazer ? Note isto senhor.”  “Amigo, não entendo as coisas que tu me dizes : apenas me traga o ladrão.” Ele pensou, “Protegerei o rei,”  e ele contou ainda outra história.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Antigamente, senhor, nesta mesma cidade um homem em resposta a suas preces teve um filho. Com o seu nascimento o pai estava cheio de alegria e felicidade com o pensamento de ter tido um filho e o agradava.  Quando o garoto estava crescido, o casou com uma esposa e logo ele mesmo estava velho e não podia mais trabalhar. Então seu filho disse, “Você não pode mais trabalhar : deves ir para outro lugar,”  e o levou para fora de casa. Com grande dificuldade ele se manteve vivo com esmolas e lamentando pronunciou esta estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aquele por cujo nascimento ansiei, e não esperei em vão,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                        &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Me leva para fora de casa. O refúgio se mostrou minha perdição.    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;         “&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Justo como um pai de idade, senhor, deve ser cuidado por um filho capacitado,assim também todo o povo deve ser protegido pelo rei e este perigo agora presente surgiu do rei, que é guardião de todas as pessoas.  Saiba, senhor, deste fato que o ladrão e tal e tal.”  “Não entendo isto, fatos são fatos : ou me traga o ladrão ou  você mesmo deve ser o ladrão.”  Deste jeito o rei repetidamente questionava o jovem. Então o jovem disse ao rei, “Gostaria,senhor, realmente que o ladrão fosse pego ?”  “Sim,amigo.”  “Então proclamarei no meio de uma assembléia, tal e tal são os ladrões.”  “Faça isto, amigo.”  Escutando estas palavras ele pensou, “Este rei não me deixa protegê-lo :  então pegarei o ladrão.”  E quando o povo se reuniu, ele se dirigiu a eles e falou estas estrofes :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que o povo da cidade e do campo juntos deem ouvidos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Olhem ! Àgua está em chamas.  Da proteção vem o medo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O reino saqueado podem bem reclamar do rei e do sacerdote ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De agora em diante protejam a si mesmos. O refúgio se mostra perdição.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando escutaram o quê ele disse, o povo pensou, “O rei, apesar de ter que proteger as pessoas, atira a culpa em outro. Após ter com suas próprias mãos colocado o tesouro no tanque, ele continuou procurando o ladrão. Que no futuro ele não finja mais de ser ladrão, matemos este rei ruim.”  E assim se levantaram com porretes e bastões nas mãos e bateram no rei e no sacerdote até morrerem. E ungiram o Bodhisatva e o colocaram no trono. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                                                &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;____________________    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre, após relatar esta história ilustrou as Verdades, dizendo, “Irmão Leigo, não há nada de maravilhoso em reconhecer pegadas no chão  : sábios antigos reconheciam-nas nos ares,”  e ele identificou o Jataka :- na conclusão das Verdades o Irmão leigo e seu filho atingiram a fruição do Primeiro Caminho :- “Naquele dias o pai era Kassapa e o jovem hábil em pegadas era eu mesmo.”  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-941840533344428865?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/941840533344428865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=941840533344428865' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/941840533344428865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/941840533344428865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/08/432-buddha-e-yaksha.html' title='432  Buddha e a Yaksha'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-3324847388394718905</id><published>2011-08-03T07:53:00.000-07:00</published><updated>2011-08-03T07:54:39.512-07:00</updated><title type='text'>431  Buddha asceta Harita</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20110803;11504579"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;431&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;        “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Amigo Harita...etc.” - Esta história o Mestre contou enquanto residia em Jetavana relativa a um Irmão descontente.  Bem, este Irmão após ver uma mulher elegantemente vestida ficou descontente e deixou os cabelos e as unhas crescerem e desejou retornar para o mundo. E quando foi levado contra sua vontade por seus professores e preceptores até o Mestre e foi questionado por Ele se era verdade que se tornara relapso, e se sim por quê, ele disse, “Sim, vossa Reverência, é devido ao poder da paixão pecadora, após ver uma mulher bela.”  O Mestre disse, “Pecado, Irmão, destrói a virtude e sendo insípido também, leva um ser humano a re-nascer nos ínferos ; e por quê não seria este pecado causa da tua destruição?  Pois o furacão que atinge Monte Sineru não se intimida em levar uma folha seca.  Mas devido a este pecado, pessoas que andam de acordo com o conhecimento e a sabedoria e adquiriram as cinco Faculdades ( confiança /   fé  ; força ; consciência ; concentração ; sabedoria ) e as oito Consecuções ( yama, nyama, asana, pranayama, pratyahara, dharana, dhyana e samadhi ) , apesar de serem pessoas grandes e santas, sendo incapazes de fixar seus pensamentos, caíram da meditação mística.”  E então ele contou uma história do passado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;___________________  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez quando Brahmadatra reinava em Benares,o Bodhisatva nasceu em uma certa vila em uma família brahmin rica de oitocentos milhões e devido a seu aspecto dourado o chamaram Harittacakumara ( Jovem Pele Dourada ).  Quando ele estava crescido e já educado em Takkasila ( Taxila ), estabeleceu-se como dono de casa e com a morte de seu pai e de sua mãe fez a inspeção de seus tesouros e pensou, “O tesouro apenas continua a existir mas aqueles que o produziram deixaram de existir :  eu também serei reduzido àtomos com a morte,”  e assustado com o medo da morte ele fez grandes ofertas e entrando na região do Himalaia adotou a vida religiosa e no sétimo dia assumiu  as Faculdades e as Consecuções.  Lá por um longo tempo ele viveu de raízes e frutos selvagens e descendo da montanha em busca de sal e vinagre, no devido tempo chegou em Benares / Varanasi . Lá fixou residência no parque real e no dia seguinte indo à coleta de ofertas, chegou na porta do palácio do rei. O rei ficou tão feliz em vê-lo que mandou chamá-lo e o fez sentar no sofá real à sombra do parassol branco, o alimentou com todos os tipos de comida e bastante agradecido perguntou a ele, “Reverendo Senhor, para onde vais ?”  “Grande Rei, procuro por uma residência para a estação das chuvas.”  “Muito bem, Reverendo Senhor,”  ele disse,  e após a refeição da manhã acompanhou-o até o parque, fez contruir quartos para ele, para o dia e para a noite, designou um guardião para o parque como ajudante dele, o saudou e partiu.  O Grande Ser a partir de então alimentava-se no palácio e viveu lá por doze anos.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Bem, um dia o rei foi acalmar um distúrbio na fronteira e designou o Bodhisatva para tomar contar da rainha, dizendo, “Não negligencie 'Campo de Mérito' “ ( parece ser este o nome da rainha ). Daí em diante ela atendia o Grande Ser com suas próprias mãos.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Bem, um dia ela preparou a comida dele e como ele demorava a chegar, foi tomar banho com água perfumadae colocou uma túnica de tecido fino e abrindo a treliça deitou-se num sofá pequeno deixando o vento bater em seu corpo.  E o Bodhisatva mais tarde do dia, vestido em bons hábitos e mantos, pegou sua tigela e andando pelos ares chegou na janela.  Quando a rainha levantou-se assustada com o farfalhar dos grossos hábitos  dele, o robe de tecido fino caiu dela.  Um extraordinário objeto dos sentidos atingiu o olho do Grande Ser.  Então o sentimento de pecado, que havia habitado por incontáveis eras no coração dele, surgiu como uma cobra descansando em uma caixa e colocou para fora sua meditação mística.  Sendo incapaz de fixar seus pensamentos, ele foi e pegou a mão da rainha e daí em diante estenderam uma cortina ao redor deles.  Após o adultério, ele  se alimentou um pouco e retornou para o parque.  E todo dia daí em diante ele agiu do mesmo modo.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O mal comportamento dele espalhou-se por toda a cidade.  Os ministros do rei enviaram uma carta a ele dizendo, “Harita o asceta, age assim e assim.”  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O rei pensou, “Eles falam isto porque estão ansiosos em nos separar,”  e não acreditou.  Quando ele pacificou o país na fronteira retornou para Benares e após marchar em procissão solene ao redor da cidade, foi até a rainha e pergunrtou a ela , “É verdade que o asceta santo Harita prevaricou contigo ?”   “É verdade, meu senhor.”  Ele não acreditou nela também e pensou, “Vou perguntar a ele mesmo,”  e indo até o parque  saudou-o e sentando respeitosamente em um dos lados falou a primeira estrofe perguntando : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Amigo Harita, ouvi frequentemente dito &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma vida pecadora leva sua Reverência ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Creio não haver verdade alguma neste relato,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E tu és inocente em gesto e pensamento ? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele pensou, “S'eu disser que não sou indulgente com pecado, este rei acreditaria em mim mas neste mundo não há chão mais seguro que falar a verdade.  Aqueles que abandonam a verdade, ainda que sentem no recinto sagrado d'árvore Bo, não podem  atingir Buddhidade.  Preciso apenas falar a verdade.”  Em certos casos um Bodhisatva pode destruir a vida, tomar o quê não foi dado, cometer adultério, beber bebida forte, mas ele não pode falar uma mentira, atendendo ao engano que viola a realidade das coisas.  Com isto falando a verdade apenas ele pronunciou a segunda estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em maus caminhos, grande rei, como escutaste,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pego pelas artes ilusórias do mundo, errei. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escutando isto o rei falou a terceira estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                 &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vã é a mais profunda sabedoria humana para dispersar            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;As paixões que em seu íntimo crescem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então Harita apontou para ele o poder do pecado e falou a quarta estrofe :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Existem quatro paixões no mundo, grande rei,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que em seu poder são dominantes :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Luxúria, ódio, excesso e ignorância são seus nomes ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Conhecimento não pode aqui, clamar posição segura.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O rei escutando isto falou a quinta estrofe :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dotado de santidade e intelecto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O santificado Harita  ganha nosso respeito. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então Harita falou a sexta estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Maus pensamentos, com vícios prazerosos se combinados,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Corrompem o sábio à santidade inclinado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O rei então encorajando-o a atirar para fora a paixão pecadora, falou a sétima estrofe :      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                 &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A beleza que dos corações mais puros deve brilhar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Está desfigurada pela luxúria, nascida desta mortal estrutura ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fora com ela e bençãos devem ser tuas,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E multidões tua sabedoria proclamar.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                          &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então o Bodhisatva recobrou o poder de concentrar seu pensamento e observando a miséria do desejo pecaminoso, falou a oitava estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Já que paixões cegas produzem amargos frutos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Todo crescer da luxúria agora pela raiz corto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;        &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim falando ele pediu licença ao rei e tendo ganho seu consentimento entrou em sua caban de eremita e fixando o olhar no círculo místico entrou em transe, saiu da cabana e sentando de pernas cruzadas nos ares ensinou ao rei a verdadeira doutrina e disse, “Grande rei, incorri em censura no meio do povo porque minha residência está em lugar que não devia. Mas estejas tu vigilante.  Agora voltarei para alguma floresta livre de toda infecção feminina.”   E no meio de lágrimas e lamentações do rei ele retornou para o Himalaia e sem cair da sua meditação mística ele entrou no mundo de Brahma.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;______________________     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre sabendo da história toda disse :  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim Harita com coragem sustentou a reta verdade,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                      &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E luxúria abandonando subiu para ao mundo de Brahma.   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E tendo em sua Perfeita Sabedoria faldo esta estrofe, declarou as Verdades e identificou o Jataka : -  Na conclusão das Verdades o Irmão com a mente mundana atingiu santidade : - “Naquele tempo o rei era Ananda e Harita era eu mesmo.”  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-3324847388394718905?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/3324847388394718905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=3324847388394718905' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/3324847388394718905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/3324847388394718905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/08/431-buddha-asceta-harita.html' title='431  Buddha asceta Harita'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-7166936714530961451</id><published>2011-07-30T03:58:00.000-07:00</published><updated>2011-07-30T03:59:15.971-07:00</updated><title type='text'>430  Buddha Papagaio rei</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20110730;7571226"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;430&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vejam ! Inúmeras árvores...etc.” - Esta história o Mestre contou enquanto residia em Jetavana relativa a Verañja. Quando o Mestre após passar a estação chuvosa em Verañja no devido tempo chegou em Savatthi, os Irmãos no Salão da Verdade levantaram uma discussão dizendo, “Senhores, um Tathagata, um kshatria delicadamente nutrido e Buddha, apesar de possuir poderes sobrenaturais com o convite de um brahmin de Verañja permaneceu três meses com ele, e quando devido a tentação de Mara  falhou em receber ofertas das mãos do brahmin, mesmo por um único dia, desistiu de todos os caminhos da cobiça e mantendo-se no mesmo lugar por três meses viveu de água e um pouco de farinha de raízes da terra. Oh, a natureza contente dos Tathagatas !” Quando o Mestre veio e inquirindo entendeu o conteúdo da discussão, ele disse, “ Não é nenhuma maravilha, Irmãos, que um Tathagata agora tenha perdido toda a cobiça, sabendo que anteriormente quando nascido em uma forma animal ele abandonou cobiça.”  E com isto ele contou uma história do passado.  A história toda agora é relatada em detalhe em exatamente do mesmo modo que no conto(a) precedente.    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;________________________      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                 &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vejam !  Inúmera árvores hão aqui, todas verdes e com frutas ! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                 &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por quê, papagaio, tu te apegas a esta pobre árvore seca ? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por longos anos gozamos do suculento fruto que ela carregava,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E apesar destes agora terem ido, ela ainda clama nosso cuidado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nem folhas nem frutos ela produz, ai ! Àrvore está morta :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por quê culpar teus companheiros pássaros, por terem todos partidos? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eles amava-na por seus frutos e agora que não há nenhum,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pobres tolos egoístas !  O amor e a gratidão deles acabou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tua gratidão reconheço, teu amor constante e verdadeiro,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Virtude certa tal como esta o sábio sempre aprovará.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Te ofereço, Ó pássaro, o que quer que queiras escolher ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Diga-me, prego, que dom mais regozijaria teu coração ? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Seria que esta árvore pudesse carregar de novo de folhas e frutos frescos ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ficaria feliz como aqueles que obtêm um tesouro escondido. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então foi àrvore borrifada toda com ambrosia por Sakra,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E os galhos brotaram com sombra refrescante tão amável quanto antes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Possa Sakra e todos amados por Sakra abençoados serem,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como  ho-je sou abençoado ao ver esta visão jubilosa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim foi àrvore frutificada pela escolha do papagaio agradecido,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E Sakra e sua rainha nos bosques de Nandana se alegraram. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;_____________________     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre, sua lição terminada, identificou o Jataka : “ Naqueles dias Sakra era Anuruddha e o papagaio rei era eu mesmo.”  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-7166936714530961451?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/7166936714530961451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=7166936714530961451' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/7166936714530961451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/7166936714530961451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/07/430-buddha-papagaio-rei.html' title='430  Buddha Papagaio rei'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-2443458998490618588</id><published>2011-07-12T07:07:00.000-07:00</published><updated>2011-07-12T07:09:15.066-07:00</updated><title type='text'>429  Buddha  rei  Papagaio</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20110712;11024093"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;429&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Onde quer que árvores frutíferas...etc.” - Esta história o Mestre contou enquanto residia em Jetavana relativa a um certo Irmão. A história diz que ele vivia em uma floresta próxima a uma vila na fronteira país de Kosala e recebeu instruções na forma de meditações do Mestre. O povo fez para ele um lugar para morar em um lugar onde as pessoas continuamente passavam indo e vindo, fornecendo alojamentos noturno e diurno e atentamente servindo-o.  No primeiro mês após entrarem na estação chuvosa, a vila foi incendiada e o povo ficou sem nem mesmo um semente e foi incapaz de fornecer comida gostosa para a tigela dele ; e apesar dele estar em um lugar agradável de morar, ele ficou tão estressado por causa das ofertas que não podia nem entrar no Caminho nem nas suas Fruições. Então no final de três meses ele foi visitar o Mestre e após palavras de saudações gentis o Mestre esperava que apesar de estressado por causa das ofertas ele tinha um lugar agradável para viver.  O Irmão contou a ele como estavam as coisas. O Mestre escutando que ele tinha aposentos agradáveis disse, “ Irmão, se é assim, um asceta deve deixar de lado caminhos cobiçosos e ficar contente em comer qualquer comida que ele conseguir e em realizar todas as obrigações de um sacerdote. Sábios antigos quando nasceram no mundo dos animais, apesar de viverem na poeira de uma árvore decaída na qual tinha sua moradia, deixaram de lado desejos gananciosos e ficaram contentes de estar onde estavam e cumpriram a lei do amor. Por quê então tu abandonas uma moradia agradável devido a comida pouca e tosca que recebes ?” E com o pedido dele o Mestre contou uma história do passado.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;_______________________     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez muitas miríades de papagaios viviam no Himalaia nas margens do Ganges em um bosque de figueiras.   Um rei dos papagaios lá, quando o fruto d'árvore na qual ele morava terminou, comia do que quer que sobrasse, seja broto, ou folha, ou casca ou crosta, e bebia água do Ganges e estando muito feliz e contente ficou onde estava.   Devido a sua felicidade e contentamento a residência de Sakra foi sacudida. Sakra refletindo sobre a causa viu o papagaio e para testar a virtude dele, com seu poder sobrenatural secou àrvore, que se tornou um mero toco perfurado com buracos e lá ficou  sendo fustigada pelos ventos com poeira saindo dos buracos.   O rei papagaio comia esta poeira e bebia água do Ganges e não indo para nenhum outro lugar, sentava empoleirado no topo do tronco de figueira, não se importando com o vento e com o sol. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sakra percebeu como o papagaio estava contente e disse, “Após escutá-lo falar da virtude da amizade, irei e darei a ele a escolha de um dom e farei a figueira ficar carregada com frutos ambrosíacos.”    Então ele assumiu a forma de ganso real e precedido de Suj&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;ā&lt;/span&gt; na forma de uma ninfa Asura, foi para o bosque de figueiras e pendurou-se no galho de uma árvore próxima, entrando em conversação com o papagaio e falando a primeira estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Onde quer que árvores frutíferas abundem,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pássaros famintos se encontram aos bandos :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas caso as árvores todas sequem,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Logo para longe os pássaros voam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E após estas palavras, para tirar o papagaio dali, ele fala a segunda estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Apresse-se, Sr. Bico Rubro, em partir ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por quê sentas e sonhas sozinho ? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vamos, diga-me, por favor, pássaro da primavera,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A este tronco morto por quê te apegas ?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então o papagaio disse, “Ó ganso, com sentimento de gratidão, não abandono  esta árvore,”  e ele repetiu duas estrofes : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aqueles que foram amigos próximos desde a juventude,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cientes da bondade e da verdade,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na vida e na morte, na alegria e na tristeza&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os clamores d'amizade nunca esquecem. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Também anseio em ser gentil e bom&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com  alguém que por longo tempo foi amigo ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quero viver, mas não tenho ânimo nenhum&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De deixar, apesar de morta, esta velha figueira. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sakra escutando o quê ele disse ficou deliciado e louvando-o desejou oferecê-lo um dom e pronunciou duas estrofes :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sei de tua amizade e de teu amor de gratidão,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Virtudes que sábios certamente devem aprovar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Te ofereço o que quer que desejes escolher ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Papagaio, que dom mais regozijaria teu coração ? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escutando isto, o rei papagaio fez sua escolha falando a sétima estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Se, tu, Ó ganso, o quê mais anelo quer me dar,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Conceda que esta árvore que amo, possa viver novamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que ela uma vez mais brote com seu velho vigor, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Reúna fresca doçura e carregue frutos bondosamente.     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sakra então concedendo o dom falou a oitava estrofe : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Veja !  Amigo, uma nobre e justa árvore frutífera,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Própria para tua residência ser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que ela uma vez mais brote com seu velho vigor,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Reúna fresca doçura e carregue frutos bondosamente.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com estas palavras Sakra deixou sua forma apresentada e manifestando seu poder sobrenatural e de Suj&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;ā&lt;/span&gt;, pegou água do Ganges com a mão e lançou-a contra o tronco da figueira. Imediatamente àrvore cresceu rica em ramos e galhos e com fruto doce elevava-se numa bela vista, como um Monte-Jóia solitário. O rei papagaio vendo-a ficou altamente agraciado e cantando os louvores de Sakra ele falou a nona estrofe :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Possa Sakra e todos amados por Sakra abençoados serem, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                   &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como eu ho-je sou abençoado vendo esta visão bondosa !  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sakra, após conceder o dom ao papagaio e fazer a figueira carregar fruto ambrosíaco, retornou com Sujata a seu próprio domicílio.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;____________________     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                            &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ilustrando esta história, estas estrofes inspiradas pela Perfeita Sabedoria foram adicionadas no fim :  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim que rei papagaio sabiamente fez sua escoha,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Àrvore uma vez mais ofereceu seus frutos ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então Sakra com sua rainha voaram velozmente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para onde em Nandana os deuses se regozijam.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre, sua lição terminada, disse, “Assim, Irmão, sábios antigos apesar de nascidos em forma animal foram libertos da cobiça.  Por que então tu, após ser ordenado sob dispensação, administração, tão excelente , segue caminhos gananciosos ?  Vá e more no mesmo lugar.”  E deu a ele uma forma de meditação e assim identificou o Jataka :- o Irmão voltou e com insight espiritual atingiu a Santidade :- “Naquele tempo Sakra era Anuruddha e o papagaio rei era eu mesmo.”             &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-2443458998490618588?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/2443458998490618588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=2443458998490618588' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/2443458998490618588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/2443458998490618588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/07/429-buddha-rei-papagaio.html' title='429  Buddha  rei  Papagaio'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-2506893608213050619</id><published>2011-06-27T07:00:00.000-07:00</published><updated>2011-06-27T07:02:02.438-07:00</updated><title type='text'>428  Buddha discursa pousado no ar</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20110627;10552548"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;428&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Onde quer que a Irmandade...etc.” - Esta história o Mestre contou enquanto residia no parque Ghosita próximo a Kosambi, relativa a certo povo briguento de Kosambi. O incidente que levou à história é encontrado na seção do Vinaya relativa a Kosambi ( Mahavagga X, 1-10 ). Aqui um pequeno resumo dela. Naquele tempo, é dito, dois Irmãos viviam na mesma casa, um versado no Vinaya, o outro nos Sutras. Este último um dia tendo ido ao lavatório saiu deixando um resto de água para enxaguar a boca em um pote. Depois disto aquele versado no Vinaya entrou e vendo àgua saiu e perguntou a seu companheiro se àgua fora deixada lá por ele. A resposta foi, “Sim, senhor.” “O quê !  Não sabes que isto é pecado ?”  “Não, não estava ciente disto.”  “Bem, Irmão, é pecado.”  “Então compensarei isto.”  “Mas se fizestes inadvertida e desatentamente, não é pecado.” Então ele ficou como alguém que não viu pecado no que era pecado.  O estudioso do Vinaya disse a seus pupilos, “Este estudioso dos Sutras, apesar de cair em pecado não está consciente disto.”  Estes vendo os pupilos do outro Irmão disseram, “O mestre de vocês apesar de cair em pecado não reconhece isto.”  Eles foram e contaram ao mestre deles.  Ele disse, “Este estudioso do Vinaya antes disse que não havia pecado e agora diz que há pecado : ele é um mentiroso.”  Eles foram e contaram aos outros, “O mestre de vocês é um mentiroso.”  Assim começaram uma querela entre eles. O estudioso do Vinaya então, vendo uma oportunidade, começou um processo de excomunhão do Irmão por recusar a ver a ofensa.  A partir daí mesmo os laicos que proviam os requisitos ( hábitos, agulha, filtro, cinto, navalha ) aos  sacerdotes, ficaram divididos em duas facções. As irmãs também que aceitam seus conselhos e deuses tutelares, com seus amigos e próximos e deidades que descansam no espaço até aquelas do Mundo de Brahma, mesmo todos os inconversos, formaram dois partidos e a discussão alcançou  o domícilio dos deuses Sublimes.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então um certo Irmão aproximou-se do Tathagata e falou do ponto de vista do partido excomungante que dizia, “O sujeito está excomungado na forma ortodoxa,” e  o ponto de vista dos seguidores do excomungado  que diziam, “Ele está ilegalmente excomungado,”  e a prática daqueles que, apesar de proibidos pelo partido excomungante ainda reuniam-se ao redor dele para ampará-lo.  O Abençoado disse, “Há um cisma, sim, um cisma na Irmandade,”  e foi até eles e apontou a miséria envolvida  na excomunhão àqueles que excomungaram e a miséria resultante no sigilo de um pecado ao partido oposto e depois partiu.  Novamente quando estavam realizando o Uposatha e serviços similares no mesmo lugar, dentro dos limites e disputavam no refeitório e em outros lugares, ele estabeleceu a regra de que deveriam sentar juntos, um do lado do outro alternadamente.  E entendendo que eles ainda assim brigavam no mosteiro ele foi lá e disse, “Basta, Irmãos, que não tenhamos mais brigas.”  E um do lado herético que não queria importunar o Abençoado, disse, “Deixemos o Abençoado Senhor da Verdade ficar em casa. Deixemos o Abençoado residir em paz, gozando da benção que já obteve nesta vida. Nos tornaremos famosos por esta querela, disputa, briga e altercação.”  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas o Mestre disse a eles, “Certa vez, Irmãos, Brahmadatra, reinava no reino de Kasi em Benares e ele roubou Dighati, rei de Kosala, de seu reino e o matou  quando vivia difarçado e quando príncipe Dighavu poupou a vida de Brahmadatra, tornaram-se a partir daí amigos próximos.  E já que tal deve ter sido a brandura e a resignação destes reis cetrados e portadores de espadas, verdadeiramente, Irmãos, deve ficar claro que vocês também, tendo abraçado a vida religiosa de acordo com uma doutrina e disciplina  tão bem ensinada, podem ser brandos e pacientes.”  E então advertindo-os pela terceira vez ele disse, “Basta Irmãos, que não haja disputa.”  E quando ele viu que não cessavam apesar do seu pedido, ele foi embora dizendo, “Verdadeiramente, este povo tolo são como pessoas possuídas, não são de fácil persuasão.”  Dia seguinte  retornando da coleta de oferta ele descansou um pouco em sua câmara perfumada  e colocou seu quarto em ordem e então pegando sua tigela e hábito ficou pousado no ar e pronunciou estes versos no meio d'assembléia : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Onde quer que a Irmandade divida-se em duas,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O povo comum dá ouvidos a gritos de bocas barulhentas :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cada um acredita que si mesmo é sábio,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E vê seu vizinho com olhos desdenhosos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Almas desnorteadas, infladas com auto estima,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com boca aberta blasfemam tolamente ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E como através de toda extensão da palavra eles extraviam,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não sabem a quem como líder obedecer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Este sujeito abusou de mim, e aquele me socou,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um terceiro me dominou e tempos atrás me roubou.” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Todos acolhem sentimentos deste tipo,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E a mitigar sua ira nunca estão inclinados. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele abusou de mim e me deu um tapa tempos atrás,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Me dominou e me oprimiu até machucar.” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aqueles que se recusam a tais pensamentos entreter,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Apaziguam sua ira e vivem unidos novamente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não o ódio mas o amor apenas, faz o ódio cessar :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esta é a perpétua lei da paz.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Algumas pessoas, a lei do auto controle desprezam, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas aqueles que querelas conciliam , são sábios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Se pessoas todas marcadas deferidas em disputas mortais,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ladrões e assaltantes, tirantes de vida humana,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Até aqueles que saqueiam um reino inteiro, podem ser &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Amigos de seus inimigos, devem Irmãos não concordarem ? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Encontres tu um sábio e honesto camarada,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Alma gentil, inclinada a contigo habitar,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Todos perigos ultrapassados, com ele ainda tu te extraviarás,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em feliz contemplação por todo o dia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas falhando tu em encontrares com tal amigo,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tua vida será melhor gastar em solitude,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como um príncipe que abdica do trono,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ou um elefante que vaga sozinho apenas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por escolha adote a vida solitária,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Companhia de tolos só leva a luta ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em inocência descuidada persiga teu caminho,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como elefante na floresta selvagem extraviado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;________________________  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando o Mestre falou assim, já que falhava em reconciliar estes Irmãos, ele foi para Balakalonakaragama ( a cidade de Balaka, o fazedor de sal ), e discursou para o venerável Bhagu sobre a benção da solidão, soledad. Depois ele encaminhou-se para o domicílio dos três jovens nobres e conversou com eles sobre a benção achada na doçura da concórdia. Em seguida ele viajou para a floresta Parileyyaka e residiu lá por três meses sem retornar para Kosambi foi direto para Savatthi. E o povo laico de Kosambi se reuniu e disse, “Certamente estes reverendos Irmãos de Kosambi nos fizeram muito dano ; chateado com eles o Abençoado foi embora. Nós não saudaremos nem mostraremos respeito a eles nem daremos ofertas quando nos visitarem. Assim irão embora ou retornarão ao mundo ou pedirão desculpa ao Abençoado.”  E fizeram isto.  E estes Irmãos  acabrunhados com esta forma de punição foram a Savatthi e pediram perdão ao Abençoado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;____________________     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre assim identificou o Jataka : “O pai era o grande rei Suddhodana, a mãe era Mah&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;āmāyā, príncipe Dighavu era eu mesmo.”   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-2506893608213050619?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/2506893608213050619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=2506893608213050619' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/2506893608213050619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/2506893608213050619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/06/428-buddha-discursa-pousado-no-ar.html' title='428  Buddha discursa pousado no ar'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-4630011822149841094</id><published>2011-06-06T05:34:00.000-07:00</published><updated>2011-06-06T05:35:05.988-07:00</updated><title type='text'>427  Buddha Abutre</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20110606;9322054"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;427&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Formada por pesados troncos...etc.” -  Esta história o Mestre contou em Jetavana relativa a um Irmão desobediente. Ele era, dizem, de família nobre e apesar de ordenado na doutrina que leva à Salvação, foi aconselhado por seus professores, mestres, conselheiros e colegas deste jeito : “Assim deves andar e assim recuar ; assim olhar os objetos ou afastar a vista ; assim deve o braço ser estendido ou recolhido ; assim as vestes de dentro e de fora devem ser vestidas ; assim deve-se segurar a tigela e quando receberes comida suficiente para o sustento da vida, após auto-exame, assim deves dividí-la, mantendo guarda sobre as portas dos sentidos ; comendo deves ser moderado e exercitar a vigilância ; deves reconhecer tais e tais tarefas em relação aos Irmãos que  vêm e vão do mosteiro ; estas são as quatorze tarefas sacerdotais  e as oitenta grandes tarefas a serem devidamente realizadas ( conforme contido no Vinaya ) ; estas são as treze práticas Dhuta ; tudo isto deve ser escrupulosamente realizado.”   Ainda assim ele era desobediente e impaciente e não recebia as instruções respeitosamente mas recusava a escutá-los dizendo, “Não te fiz nenhum mal porque falas assim comigo ?  Saberei o que me fará bem e o quê não.”  Então os Irmãos, escutando a desobediência dele, sentaram no Salão da Verdade falando destes erros. O Mestre veio e perguntou-os o que estavam conversando e mandando chamar o Irmão disse, “É vero Irmão que és relapso ?”  E quando ele confessou que sim, o Mestre disse, “Por quê, Irmão, após ser ordenado em uma doutrina tão excelente que leva à Salvação, não escutas a fala de teus conselheiros ? Antes também desobedecestes o conselho dos sábios e fostes explodido em átomos pelo vento Veramba.”  E com isto ele contou uma história do passado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;________________________&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez o Bodhisatva veio à vida como um jovem abutre no Monte Abutre.  Então seu herdeiro Supatra, o rei dos abutres, era forte e poderoso e tinha um séquito de muitos milhares de abutres e ele alimentava os pais pássaros.  E devido a sua força costumava voar até distâncias muito grandes.  Então seu pai o aconselhou dizendo, “Meu filho, não deves ir além de tal e tal ponto.”  Ele disse, “Muito bem,” mas um dia quando chovia, ele voou alto com os outros abutres e deixando o resto para trás e indo para além dos limites prescritos, entrou no alcance do vento Veramba e foi explodido em átomos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;________________________   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre, em sua Perfeita Sabedoria, para ilustrar este incidente, pronunciou estes versos :  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Formada por pesados troncos, um antigo caminho leva&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A vertiginosas alturas, onde um jovem abutre alimenta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os pais pássaros. Poderoso e forte de asas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele frequentemente trazia gordura de serpentes ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E quando seu pai o viu voando alto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E aventurando-se longe no céu, assim gritou,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                          “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Meu filho, quando não puderes ver com os olhos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A esfera redonda da terra cercada pelos oceanos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não vá mais longe, mas retorne imediatamente, peço.” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então foi este rei dos pássarosrápido em seu caminho,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E inclinando-se sobre a terra, com olhar penetrante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Viu abaixo florestas e montanhas altas :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E a terra aparecia, como seu pai descreveu,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entre os oceanos ao redor como esfera redonda. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas quando além destes limites ele passou,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Apesar de forte pássaro ser, uma tempestade explodiu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Varrendo-o para morte inesperada,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sem poder para enfrentar o sopro feroz de tempestade de vento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim o pássaro pela desobediência mostrou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ser fatal àqueles dependentes de seu amor :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim morrem todos que desprezam a anciedade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Rindo de avisos pronunciados pelos sábios,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como o jovem abutre desafiando as palavras da Sabedoria&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Desprezando os limites estabelecidos para restringir seu orgulho. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                    &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;___________________   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Portanto Irmão, não seja como este abutre mas obedeça a seus conselheiros.”  E sendo assim advertido pelo Mestre, ele a partir daí tornou-se obediente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;_______________________  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Mestre, sua lição terminada, identificou o Jataka : “ O abutre desobediente daqueles dias é agora o Irmão desobediente. O pai do abutre era eu mesmo.”  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;[ Cf. Jatakas 161, 381 e 439 :  a lição é a mesma que a de Dédalo para Ícaro : Oriente e Ocidente juntos desde sempre. ]   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-4630011822149841094?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/4630011822149841094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=4630011822149841094' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/4630011822149841094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/4630011822149841094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/06/427-buddha-abutre.html' title='427  Buddha Abutre'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-5187678610438926925</id><published>2011-05-12T10:52:00.000-07:00</published><updated>2011-05-13T13:41:18.722-07:00</updated><title type='text'>Buddha em Takkasila, Taxila</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vAAulLPdTwA/Tcwdzw6-5KI/AAAAAAAAAJI/SuZqnDE8nT0/s1600/takkasila%2B004.bmp" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 229px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-vAAulLPdTwA/Tcwdzw6-5KI/AAAAAAAAAJI/SuZqnDE8nT0/s320/takkasila%2B004.bmp" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605888411312252066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;   Lá no Paquistão, Buddha em Takkasila / Taxila apertado, espremido entre o Islamismo e o Hinduismo :  em vários Sutras Buddhistas vemos Buddha na Assembléia do Trinta e Três Deuses Hindus, Pax Buddhista, democracia primeira em que todas as castas são aceitas, em que a Lei de Ahimsa, não violência, vale. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-5187678610438926925?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/5187678610438926925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=5187678610438926925' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/5187678610438926925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/5187678610438926925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/05/buddha-em-takkasila-taxila.html' title='Buddha em Takkasila, Taxila'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-vAAulLPdTwA/Tcwdzw6-5KI/AAAAAAAAAJI/SuZqnDE8nT0/s72-c/takkasila%2B004.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-3775033580768427217</id><published>2011-05-04T12:56:00.001-07:00</published><updated>2011-05-26T11:19:07.633-07:00</updated><title type='text'>426  Buddha e a Cabra</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20110504;16542421"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;426&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como estais passando...etc.” - O Mestre contou este conto(a) enquanto residia em Jetavana, relativo a certa cabra.  Certa vez o Ancião Mooggaallaana vivia em uma residência com uma porteira de pasto  em um lugar montanhoso cercado de morros.  Seu caminho coberto era direto para a porta. Alguns pastores de cabras pensaram que o lugar seria boa pastagem para os caprinos que então para lá as dirigiram e lá pastaram prazerosamente. Um dia vieram à tardinha, pegaram todos os bodes e foram embora : mas uma cabra se dirigira para longe e não vendo os bodes que partiram foi deixada para trás.  Mais tarde, quando ela saía, uma certa pantera a viu, e pensando em comê-la permaneceu na porteira do lugar.  Ela olhou ao redor e viu a pantera.  “Ele está lá porque quer me matar e me comer” ela pensou ; “s'eu virar e correr, minha vida está perdida ; devo me impor,”  e assim ela sacudiu os chifres e se atirou direto contra ele com toda sua força. Ela escapou das garras, apesar dele se agitar com o pensamento de pegá-la : correndo então com toda velocidade ela subiu então até os bodes.  O Ancião observou  como todos os animais se comportaram : dia seguinte ele foi e contou ao Tathagata, “Assim, Senhor, esta cabra realizou um feito com sua prontidão no projeto e escapou da pantera.”   O Mestre respondeu, “Mooggaallaana, a pantera falhou em pegá-la desta vez  mas certa vez antes ele a matou apesar dela gritar e a comeu.”   Então com o pedido de Mooggaallaana, ele contou um conto(a) antigo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;___________________          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez o Bodhisatva nasceu em uma certa vila do reino de Magadha em uma família rica. Quando ele cresceu, renunciou aos desejos e adotou vida religiosa, alcançando a perfeição da meditação.  Após morar por muito tempo na Himalaia, veio para Rajagaha em busca de sal e vinagre e morava em uma cabana de folha que fez num cercado na montanha. Justo como na história introdutória, os pastores dirigiram seus bodes para lá : e do mesmo modo, quando uma única cabra saía atrasada do resto, uma pantera esperava junto a porteira, pensando em comê-la. Quando ela o viu pensou, “Minha vida está confiscada : devo falar com ele gentil e prazerozamente e assim amaciar seu coração e salvar minha vida.”  Començando um papo amigável com ele à distância,  ela falou o primeira estrofe :- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como estais passando, tio ?  Tudo bem contigo ?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mamãe manda lembranças : sou seu amigo fiel.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;   &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escutando isto, a pantera pensou, “Esta mala vai me enganar me chamando de 'tio' : não sabe quão duro sou;”  e assim ele falou a segunda estrofe :- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pisaste minha cauda, senhora cabra e me injuriaste :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E pensas que dizendo 'tio' podes sair livre de imposto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando ela escutou-o, disse, “O tio, não fale assim,”  e falou a terceira estrofe :-&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Te vi quando vinha, bom Senhor, e tu me viste ai sentado :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tua cauda está todaatrás : como poderia pisá-la ?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele respondeu, “O quê dizes cabra ? Há algum lugar que minha cauda possa não estar ?”  e então falou a quarta estrofe :- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tanto quanto os quatro grandes continentes com oceanos e montanhas espalhadas,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Minha cauda se estende : como podes ter falhado em tal cauda ter pisado ?             &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;    &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A cabra, quando escutou isto, pensou, “Este sujeito ruim não foi atraído por minhas palavras moles : responderei como inimigo,”  e então ela falou a quinta estrofe :-  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;        &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tua cauda de vilão é longa, eu sei, pois fui bem avisada :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pais e irmãos me contaram : mas voo pelos ares. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele então disse, “Sei que vieste pelos ares : mas enquanto vinhas, estragastes minha comida no caminho por onde vieste,”  e assim ele falou a sexta estrofe :- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;À tua vista, senhora cabra, no alto, atravessando os ares,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Espantou uma horda de cervos : e assim minha refeição foi por ti  estragada. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escutando isto a cabra temendo a morte e sem desculpas, gritou, “Tio, não cometa tal crueldade ; poupe minha vida.”  Mas apesar dela gritar, o outro a pegou pelos ombros matou-a e comeu-a. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;_________________________&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Foi então que a cabra pediu por graça : mas sangue devia satisfazer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A besta que segurava-a pelo pescoço ;  o mal não mostrará cortesia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Conduta, não reta, nem cortesia, o mal mostrará ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele odeia o bom : enfrentá-lo então é melhor em briga aberta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estas são duas estrofes inspiradas pela Perfeita sabedoria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;__________________________   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um asceta santo viu toda a cena dos dois animais.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;_______________________   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Após a lição, o Mestre identificou o Jataka : “Naquele tempo a cabra e a pantera eram a cabra e a pantera de ho-je, o asceta santo era eu mesmo.”  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;[ N. do tr. : Esopo Buddhista aqui disserta largamente em série de fábulas realçando a idéia do cercado, do pasto entre montes, que protege a cabra, cordeiro : na 220 temos a cabra  mesma com o lobo e na 221 o cordeiro na mais famosa das fábulas, onde a extravagância da cauda da pantera, dá lugar ao pai lobo injuriado em ano anterior compondo a cena na beira do rio. Mas são várias as fábulas que dissertam sobre a imagem, tema, somando a série que introduz o pastor na 311 e seguintes , caro aos Evangelhos de IHS com os mercenários que cuidam do rebanho.  A rês perdida mesma tem sua parábola. No caso, IHS XTO chega a dizer 'eu sou a porta das ovelhas'.]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-3775033580768427217?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/3775033580768427217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=3775033580768427217' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/3775033580768427217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/3775033580768427217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/05/426-buddha-e-cabra.html' title='426  Buddha e a Cabra'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-652454659281999379</id><published>2011-04-27T05:30:00.000-07:00</published><updated>2011-04-27T05:31:44.017-07:00</updated><title type='text'>425  Buddha asceta</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20110427;9252787"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;425&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Faça o Ganges calmo...etc.” - O Mestre contou esta história quando residia em Jetavana, relativa a um Irmão relapso. O Mestre perguntou a ele, “É verdade Irmão, que és relapso ?”  “Sim, senhor.”   “Qual a causa ?”  “O poder do desejo.”  “Irmão, as mulheres são ingratas, traiçoeiras, inconfiáveis : sábios antigos não conseguiam satisfazer uma mulher mesmo dando a ela mil dinehiros por dia : e um dia quando ela não conseguiu os mil dinheiros, os pegou pelo pescoço e jogou fora : tão ingratas são as mulheres : não caia no poder do desejo por tal causa,”  e ele contou um conto(a) antigo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                   &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;__________________             &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez quando Brahmadatra reinava em Benares, seu filho, jovem Brahmadatra, e jovem Mahadhana, filho de um rico mercador de Benares, eram camaradas e companheiros e foram educados na casa do mesmo professor. O príncipe tornou-se rei com a morte do pai : e o filho do mercador morava perto dele.  Havia em Benares uma certa cortesã, bela e próspera. O filho do mercador lhe dava mil dinheiros diariamente e tinha prazer com ela constantemente :  com a morte de seu pai ele sucedeu o rico mercador na sua posição e não a abandonou, dando a ela mil dinheiros por dia. Três vezes por dia ele ia se apresentar diante do rei.  Um dia ele foi apresentar-se ao cair da noite.  Enquanto estava falando com o rei, o sol se pôs e ficou escuro.  Quando deixava o palácio ele pensou, “Não há tempo de ir em casa e depois voltar : irei direto para a casa da cortesã :”  então dispensou seus ajudantes e entrou na casa dela sozinho. Quando ela o viu, perguntou se ele trouxera os mil dinheiros.  “Querida, eu estava muito atrasado ho-je ; então dispensei meus empregados sem ir em casa e vim sozinho ; mas a-manhã te darei dois mil dinheiros.”  Ela pensou, “S'eu aceitá-lo ho-je, ele virá de mãos vazias em outros dias e assim minha riqueza se perderá : não o admitirei desta vez.”  Então ela disse, “Senhor, sou apenas uma cortesã : não faço favores sem mil dinheiros : deves me trazer a quantia.”  “Querida, trarei duas vezes a quantia a-manhã,”  e assim ele pedia repetidamente.  A cortesã deu ordens as suas empregadas, “Não deixem aquele homem em pé ali me olhando : peguem-no pelo pescoço e joguem ele fora e depois batam a porta.”  Elas fizeram isto.  Ele pensou, “Já gastei com ela oitocentos milhões em dinheiro ; ainda assim um dia que chego de mãos vazias, ela me pega pelo pescoço e me joga fora : Ó mulheres más, sem vergonhas, ingratas, traiçoeiras :”  e então ele ponderava sobre as más qualidades das mulheres, até que sentindo desgosto e desamor, tornou-se descontente com a vida laica.   “Por quê deveria levar vida laica ?  Irei ho-je mesmo e me tornarei asceta,”  ele pensou : então sem voltar para casa ou ver o rei novamente, deixou a cidade e entrou na floresta : fez um eremitério às margens do Ganges e lá morou como um asceta, alcançando as Perfeições da Meditação e vivendo de raízes e frutas selvagens. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O rei sentiu falta de seu amigo e perguntou por ele.  A conduta da cortesão tornou-se conhecida por toda a cidade : então contaram ao rei o que ocorrera e adicionaram, “Ó rei, dizem que teu amigo com vergonha não voltou para casa mas tornou-se um asceta na floresta.”  O rei mandou chamar a cortesã e perguntou se era verdadeira a história sobre o tratamento que dera ao amigo dele. Ela confessou.  “Má, mulher vil,  vá rapidamente onde está meu amigo e traga-o de volta : se falhares, tua vida está perdida.” Ela ficou com medo das palavras do rei ; montou numa carruagem e dirigiu para fora da cidade com um grande cortejo ; ela buscou o domicílio dele e obtendo informações, foi até ele saudou-o e pediu, “Senhor, perdoe o mal que fiz em minha cegueira e loucura : nunca mais farei de novo.”  “Muito bem, te perdôo ; não estou irado contigo.”  “Se me perdoas, monte na carruagem comigo :  vamos nos dirigir até a cidade e logo que entrarmos nela te darei todo o dinheiro que que haja lá em casa.”  Quando ele a escutou, respondeu, “Senhora, não posso ir contigo agora : mas quando algo que nunca acontece neste mundo acontecer, então talvez eu vá ;”  e assim ele falou a primeira estrofe :- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Faça o Ganges calmo como tanque de lótus, avistar cucos brancos como pérolas,          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Faça palmeiras carregarem com maçãs : quiça então possa ser. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas ela disse novamente, “Venha ; estou indo.”  Ele respondeu, “Eu irei.”  “Quando ?”  “Em tal e tal hora,”  ele disse e falou as estrofes restantes :- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando tecendo cabelo de tartaruga uma roupa tripla possa ver,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para no inverno vestir contra o frio, quiça então possa ser. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando com dentes de mosquitos construíres uma torre tão habilmente,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que não balance nem titubeie, quiça então possa ser. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando com chifres de lebres faças uma escada habilmente,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escadas que subam a altura do céu, quiça então possa ser. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando camundongos subindo estas escadas e comendo a lua concordem, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;        &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E tragam para baixo Rahu do céu, a coisa quiça possa ser. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando vermes de moscas devorarem bebida forte em cântaros cheios e abertos    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E residirem eles mesmos em brasas de carvão, a coisa quiça possa ser. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando asnos ganharem lábios vermelhos  e faces belas de ver,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E apresentarem suas habilidades em canto e dança, a coisa quiça possa ser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando corvos e corujas encontrarem-se para falar privadamente,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E cortejarem um ao outro, qual amantes, a coisa quiça possa ser. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando parassóis, feitos de tenras folhas de árvores da floresta,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Forem fortes contra a chuva torrencial, a coisa quiça possa ser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando pardais pegarem o Himalaia em toda sua majestade,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E carregarem-no em seus pequenos bicos, a coisa quiça possa ser. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;        &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E quando um garoto puder carregar facilmente, com toda sua bravura,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;        &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um navio todo equipado para mares distantes, a coisa quiça possa ser. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;    &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim o Grande Ser falou estas onze estrofes para marcar condições impossíveis ( atthana ). A cortesã, escutando-o, ganhou seu perdão e voltou para Benares. Ela contou para o rei o que acontecera e pediu por sua vida, que foi concedida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;__________________                  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Após a lição, o Mestre disse, “Assim Irmãos, as mulheres são ingratas e traiçoeiras” ; então declarou as Verdades e identificou o Jataka : Após as Verdades, o Irmão relapso foi estabelecido na fruição do Primeiro Caminho :- “Naquele tempo o rei era Ananda, o asceta era eu mesmo.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-652454659281999379?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/652454659281999379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=652454659281999379' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/652454659281999379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/652454659281999379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/04/425-buddha-asceta.html' title='425  Buddha asceta'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-1621893413617672807</id><published>2011-04-18T06:08:00.000-07:00</published><updated>2011-04-18T06:10:01.789-07:00</updated><title type='text'>424  Buddha rei Bharata</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content="vivi silva"&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20070928;8525400"&gt;&lt;meta name="CHANGEDBY" content="vi silva"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20110418;10013557"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;424&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;      “&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O quê uma pessoa puder salvar...etc.” - O Mestre contou este conto(a) enquanto residia em Jetavana, relativo a um presente incomparável. O presente incomparável está descrito inteiramente no comentário ao Mahagovindasutra.  No seguinte àquele em que ele foi dado, falavam sobre isto no Salão da Verdade, “Senhores, o rei de Kosala após exame, descobriu campo próprio de mérito e deu o grande presente à assembleia com Buddha à sua cabeça.”  O Mestre veio e soube o tema da conversa enquanto estavam lá sentados : ele disse, “Irmãos, não é estranho que o rei após exame tenha feito grandes dons pelo supremo campo de mérito : sábios antigos também após exame ofertaram tais ofertas,” e assim ele contou um conto(a) antigo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;_________________________              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Certa vez um rei chamado Bharata reinava em Roruva no reino de Sovira. Ele praticava as dez virtudes reais, conquistou o povo com os quatro elementos de popularidade, era para a multidão como pai e mãe e deu grandes presentes para os pobres, os caminhantes, os mendicantes, os demandantes e semelhantes.  Sua rainha  principal Samuddavijaya era sábia e cheia de conhecimento. Um dia ele olhou  ao redor de seu salão de ofertas e pensou, “Minhas ofertas são devoradas por gente gananciosa sem valor : não gosto disso : gostaria de fazer ofertas a paccekabuddhas que merecem os melhores presentes : eles vivem na região dos Himalaias : quem os traria aqui a meu convite e quem eu enviaria nesta jornada ?”  Ele falou com a rainha, que disse, “Ó rei, não fique preocupado : envie flores com a força das nossas coisas adequadamente dadas e nossa virtude e verdade, convidaremos os paccekabuddhas e quando eles vierem daremos a eles presentes com todos os requisitos.”   O rei concordou.  Ele  proclamou pelo tambor que todo o povo da vila devia prometer guardar os preceitos, ele mesmo com seus empregados realizaram todas as tarefas para os dias santos e ofertaram grandes ofertas  em caridade.  Ele fez com que se trouxesse uma grande caixa de ouro, cheia de flores de jasmim, desceu de seu palácio e permaneceu no paço real. Lá prostando-se no chão com os cinco contatos, ele saudou a direção leste e atirou sete mãos cheias de flores com as palavras, “Saúdo os santos no quadrante leste : se há qualquer mérito em nós, mostre compaixão conosco e receba nossas ofertas.”   Como não havia nenhum paccekabuddha no quadrante leste, eles não vieram no dia seguinte.  No segundo dia ele prestou respeito ao quadrante sul : mas ninguém veio de lá.  No terceiro dia ele prestou respeito ao quadrante ao quadrante oeste, mas ninguém veio. No quarto dia ele prestou respeitos ao quadrante norte e após prestar respeitos, atirou sete mãos cheias de flores com as palavras, “Possam os paccekabuddhas que vivem no distrito norte dos Himalaias receber nossas ofertas.”   As flores foram e caíram em quinhentos paccekabuddhas na caverna Nandamula.  Refletindo eles entenderam que o rei os convidava ;  então chamaram sete deles e disseram, “Senhores, o rei nos convida ; favorecemo-lo .”  Estes paccekabuddhas vieram através dos ares e pousaram no portão do rei.  Vendo-os o rei saudou-os deliciado, os fez entrar no palácio, mostrou-lhes grande honra e deu-lhes presentes.  Após a refeição ele os convidou para o dia seguinte e assim em diante  até o quinto dia, alimentando-os por seis dias : no sétimo ele aprontou um presente de todos os requisitos ( cinto, hábitos, navalha, tigela, filtro ), arrumou camas e cadeiras  incrustadas de ouro e colocou na frente dos paccekabuddhas conjuntos dos três hábitos e das outras coisas usadas pelos homens santos.  O rei e a rainha ofertaram formalmente  estas coisas para eles após a refeição e permaneceram em respeitosa saudação.   Para exprimir seu agradecimento, o mais Ancião da assembleia falou duas estrofes :- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O que uma pessoa puder salvar das chamas que queimam sua moradia, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não o que é deixado para ser consumido, permanecerá seu. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No fogo do mundo, decaimento e morte são as chamas a serem alimentadas ; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Salve o que puder pela caridade,  uma oferta é salva realmente.    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim expressando agradecimento, o Ancião aconselhou o rei a ser diligente com a virtude : então ele voou nos ares, direto através do pico do telhado do palácio e pousou na caverna Nandamula : junto com ele todos os requisitos que foram dados voaram junto e pousaram na caverna : e os corpos do rei e da rainha tornaram-se cheios de alegria. Após a partida dele, os outros seis também exprimiram agradecimento com uma estrofe cada :- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aquele que oferta para homens retos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;            &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Forte em energia santa,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;         &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Atravessa a corrente de Yama e então&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;             &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ganha uma moradia no céu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como guerra é caridade :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Hostes podem fugir diante de uns poucos :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dê um pouco piedosamente :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;              &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Benção posterior é seu direito. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Doadores prudentes agradecem ao Senhor,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Seu trabalho gastam valorosamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ricos frutos seus dons produzem,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como uma semente em solo fértil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aqueles que nunca falam rudemente,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Repudiando errar com as coisas vivas :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;          &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;As pessoas podem chamá-los tímidos, fracos :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pois é temor que as mantém puras.                               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;   &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Obrigações baixas ganham para a pessoa, renascer na terra, fado principesco,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;   &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Obrigações médias ganham o céu, mais altas ganham Estado Puro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Caridade é benção realmente,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ainda que a Lei ganhe recompensa mais alta : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Idade antiga e novas atestam,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim os sábios alcançaram seu Descanso. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então eles também partiram com os requisitos dados a eles.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;     &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O sétimo paccekabuddha em seu agradecimento louvou o eterno nirvana ao rei e aconselhou-o cuidadosamente partindo para sua morada como foi dito. O rei e a rainha deram presentes por toda vida e passaram teiramente através do caminho para o céu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                               &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;______________________  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.51cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;           &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Após a lição, o Mestre disse, “Assim sábios antigos dão presentes com discriminacão,” e identificou o Jataka : “Naquele tempo os paccekabuddhas alcançaram nirvana, Samuddavijaya era a mãe de Rahula e o rei Bharata era eu mesmo.” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-1621893413617672807?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/1621893413617672807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=1621893413617672807' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/1621893413617672807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/1621893413617672807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/04/424-buddha-rei-bharata.html' title='424  Buddha rei Bharata'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-720705715391875594</id><published>2011-03-23T07:12:00.000-07:00</published><updated>2011-03-23T07:14:59.617-07:00</updated><title type='text'>423  Buddha Sarabhanga</title><content type='html'>423&lt;br /&gt;“Quem pelos desejos...etc.” - O Mestre contou este conto enquanto residia em Jetavana, relativo à tentação pela esposa de dias anteriores. A história é de um jovem de boa família de Savatthi que escutou a pregação do Mestre e pensando ser impossível levar vida santa e pura e perfeitamente completa enquanto dono de casa, decidiu-se tornar asceta sob a doutrina salvadora e dar um fim ao sofrimento. Então entregou sua casa e propriedade para a esposa e crianças e pediu ao Mestre que o ordenasse. O Mestre fez isto. Como era o mais novo nas idas e vindas de coleta de oferta com os professores e instrutores, e como os Irmãos eram muitos, não conseguiu nenhum lugar nem nas residências dos laicos nem no refeitório mas apenas um assento e um banco no fim entre os noviços, sua comida era jogada para ele apressadamente com uma concha, e ele conseguiu mingau feito com restos de arroz, comida sólida azeda ou passada, ou grãos secos e queimados ; e isto não era suficiente para mantê-lo vivo. Ele levou o que conseguiu para a esposa que tinha deixado : ela pegou a tigela dele, saudou-o, esvaziou-a e deu a ele ai invés daquilo mingau bem cozido e arroz com molho e curry. O Irmão ficou cativo pelo amor a tais sabores e não conseguia deixar a esposa. Ela pensou em testar o amor dele. Um dia ela recebeu um camponês purificado com argila branca e o sentou em sua casa com alguns outros de sua família que ela chamara e deu a eles algo para comer e beber. Eles comiam e se divertiam sentados. Na porta da casa ela tinha alguns bois amarrados em jugo, rodas e um carro pronto. Ela mesma permaneceu no recinto de trás assando bolos. Seu marido veio e ficou na porta. Vendo-o um antigo empregado disse a sua patroa que um ancião estava à porta. “Saude-o e peça que entre.” Mas apesar dele fazer isto repetidamente, o sacerdote permaneceu no mesmo lugar e disse para a patroa. Ela veio e levantando a cortina para ver, gritou, “Este é o pai dos meus filhos.” Ela saiu e o saudou : pegando a tigela dele e fazendo-o entrar deua a ele comida : quando ele já tinha comido ela o saudou novamente e disse, “Senhor, és um santo agora : permanecemos nesta casa todo este tempo ; mas não existe vida de dona de casa apropriada sem um marido, então nós vamos para outra casa, no campo : seja zeloso em tuas obras boas e me perdoe se erro.” Por um tempo seu marido ficou como se o coração espatifasse. Então ele disse, “Não posso te deixar : não vá, voltarei para minha vida mundana : envie vestiemntas laicas para tal e tal lugar, desistirei de minha tigela e dos meus hábitos e voltarei para ti.” Ela concordou. O Irmão foi para o mosteiro e deixando sua tigela e hábito com seus professores e instrutores explicou, em resposta as perguntas deles, que não podia deixar a esposa e estava voltando para a vida mundana. Contra a vontade dele eles o levaram até o Mestre e contaram que ele era relapso e desejava voltar para a vida mundana. O Mestre disse, “É vera esta história ?” “É Senhor.” “Quem te leva a ser relapso ?” “Minha esposa.” “Irmão, esta mulher te faz mal : anteriormente também por causa dela tu caíste dos quatro estágios da meditação mística e te tornaste miserável : então através de mim foste libertado da miséria e reganhaste o poder de meditação que houveras perdido,” e então ele contou um conto(a) antigo.&lt;br /&gt;________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez quando Brahmadatra reinava em Benares, o Bodhisatva nasceu como filho do sacerdote da família real e sua esposa brahmin. No dia do seu nascimento houve um explodir de armas por toda a cidade e por isto o chamaram jovem Jotipala. Quando cresceu, aprendeu todas as artes em Takkasila ( Taxila ) e apresentou suas habilidades nelas ao rei : mas desistiu de seu posição e sem dizer a ninguém partiu pela porta de trás e entrando na floresta tornou-se asceta no eremitério de Kavitthaka, chamado Sakkadattiya. Ele atingiu perfeição na meditação. Enquanto lá residia muitas centenas de sábios o acompanharam. Era ajudado por uma grande companhia e tinha sete discípulos principais. Deles, o sábio Salissara deixou o eremitério Kavitthaka pelo país Surattha e residiu nas margens do rio Satodika com muitos milhares de sábios juntos : Mendissara com muitos milhares de sábios morou perto da cidade de Lambaculaka no país do rei Pajaka : Pabbata com muitos milhares de sábios morava em uma certa floresta : Kaladevala com muitos milhares de sábios residia em certa montanha florestal em Avanti e Decan : Kisavaccha morava sozinho perto da cidade de Kumbhavati no parque do rei Dandaki : o asceta Anusissa ajudava o Bodhisatva e permanecia com ele : Narada, o irmão mais novo de Kaladevala, morava só em uma cela-caverna no meio do montanhoso país de Arañjara na Região Central. Não longe de Arañjara havia uma vila populosa. Nesta vila havia um grande rio, no qual muitos homens se banhavam : e ao longo de suas margens sentavam muitas cortesãs bonitas tentando os homens. O asceta Narada viu uma delas e enamorando-se, abandonou a meditação, pinhando sem comida por sete dias prostado nos laços do amor. Seu irmão Kaladevala por reflexão soube a causa disto e veio voando pelos ares para a caverna. Narada o viu e perguntou porque viera. “Soube que estavas doente e vim cuidar de ti.” Narada o repeliu com falsidade, “Falas nonsense, mentiras e vaidade.” O outro recusou-se a partir e trouxe Salissara, Mendissara e Pabbatissara. Ele repeliu a todos do mesmo modo. Kaladevala saiu voando para buscar o mestre deles Sarabhanga e o trouxe. Quando o Mestre chegou, ele viu que Narada caiu sob o poder dos sentidos e perguntou se era isto. Narada levantou-se com as palavras, saudou-o e confessou. O Mestre disse, “Narada, aqueles que caem no poder dos sentidos gasta miseravelmente esta vida e na próxima existência nascem no ínfero :” e assim ele falou a primeira estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem pelos desejos obedece oscilar dos sentidos,&lt;br /&gt;Perde ambos os mundos e pinha, definha, sua vida fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutando isto Narada respondeu, “Professor, seguir aos desejos é felicidade : por quê chamas tal felicidade miséria ?” Sarabhanga disse, “Escute, então,” e falou a segunda estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felicidade e miséria estão um na pegada do outro :&lt;br /&gt;Vês sua alternância : busques felicidade verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Narada disse, “Professor, tal miséria é dura de carregar, não suportarei.” O Grande Ser disse, “Narada, a miséria que chega deve ser suportada,” e falou a terceira estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele que resiste em tempos difíceis lidando com problemas&lt;br /&gt;É forte para alcançar a benção final onde acabam os mesmos problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Narada respondeu, “Professor, a felicidade do desejo do amor é a maior felicidade : não posso abandoná-la.” O Grande Ser disse, “Virtude não é para ser abandonada por causa qualquer,” e falou a quarta estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por amor de luxúrias, por esperança de ganhos, por miséria grande ou pequena,&lt;br /&gt;Não desfaça teu santo passado caindo assim da virtude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sarabhanga tendo então mostrado a lei em quatro estrofes, Kaladevala em conselho a seu irmão mais novo falou a quinta estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba que a vida mundana é problema, provisões devem ser dadas livremente.&lt;br /&gt;Não há prazer em acumular riquezas, nem desprazer quando são gastas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ Escoliasta, Glosa : Bens são os cuidados da vida de casa, bens a serem dados,&lt;br /&gt;Sem orgulho com riquezas ganhas, nem tristeza quando acabam.]&lt;br /&gt;______________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sexta estrofe é falada pelo Mestre em sua Perfeita Sabedoria relativa ao conselho de Devala para Narada :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto mais sabiamente falou Devala Negro :&lt;br /&gt;“Ninguém pior qu'aquele que se curva ao jugo dos sentidos.”&lt;br /&gt;______________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então Sarabhanga falou aconselhando, “Narada, escute isto : aquele que não faz logo o quê deve ser feito, deve chorar e se lamentar como o jovem que foi para a floresta,” e assim contou uma velha história.&lt;br /&gt;_______________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez em uma certa vila de Kasi havia um certo jovem brahmin, belo, forte, corajoso como um elefante. Seus pensamentos eram, “Por quê devo cuidar de meus pais trabalhando numa fazenda, ou ter esposa e filhos, ou fazer obras boas de caridade e assim por diante ? Não vou cuidar de ninguém nem fazer obra boa ; mas vou para a floresta e me manterei matando cervos.” Assim com os cinco tipos de armas ele foi para o Himalaia e matou e comeu muitos cervos. Na região do Himalaia ele encontrou um grande desfiladeiro, cercado de montanhas, as margens do rio Vidhava e lá viveu da carne de cervos mortos, cozida em carvões. Ele pensou, “Nem sempre serei forte ; quando ficar fraco não serei capaz de vagar pela floresta : vou agora dirigirvários tipos de animais para este desfiladeiro, fechá-los com um portão e então sem vagar pela floresta matarei e comerei a bel prazer :” e assim ele fez. O tempo passando por ele fez com que acontecesse justamente o quê ele previra e a experiência de todo o mundo caiu sobre ele : perdeu controle sobre suas mãos e pés, não podia se mexer livremente para cá e lá, não podia achar sua comida e bebida, seu corpo secou, se tornou um fantasma de ser humano, apresentando rugas cortando seu corpo como a terra em estação seca ; doente e mal estruturado, tornou-se muito miserável. Desde modo passando o tempo, o rei de Sivi ( Sibi ) ( famoso por ter pesado o pombo para o falcão) ( Indra / Sakra e Matali disfarçados), chamado Sivi ( Sibi ), teve desejo de comer um churrasco na floresta : então passou o governo para os ministros, e com os cinco tipos de armas foi para a floresta e comeu carne de cervo que ele matou : com o tempo chegou naquele lugar e encontrou aquele homem. Apesar de temeroso, juntou coragem e perguntou quem ele era. “Senhor, sou um fantasma de ser humano, colhendo os frutos dos atos que fiz : quem és tu?” “ O rei de Sivi ”. “ Por quê vieste para cá ?” “Para comer carne de cervo.” Ele disse, “Grande rei, me tornei um fantasma de ser humanoporque vim para cá com este objetivo,” e contando toda a história e explicando sua infelicidade ao rei, ele falou as estrofes restantes :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rei, acontece comigo como se estivesse em luta amarga com inimigos,&lt;br /&gt;Trabalho e habilidade nas mãos, uma casa em paz, esposa,&lt;br /&gt;Tudo foi perdido por mim : minhas obras carregam frutos nesta vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou o pior mil vezes, sem amigos e destituído de esteio,&lt;br /&gt;Desviado da lei da retidão, como fantasma desfaleço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o meu estado porque causo, ao invés de alegria, dor :&lt;br /&gt;Cingido como que com chamas de fogo, não tenho felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isto ele adicionou, “ Ó rei, devido ao desejo de felicidade causei miséria a outros e me tornei nesta vida mesmo um fantasma de ser humano : não faça gestos ruins, vá para tua cidade e faça obras boas de caridade e semelhantes.” O rei fez isto e completou seu caminho para o céu.&lt;br /&gt;_____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O asceta levantou-se com o relato deste caso pelo professor Sarabhanga. Ele ficou agitado e após saudar e ganhar o perdão de seu professor, por procediemntos próprios reganhou o poder da meditação que tinha perdido. Sarabhanga recusou deixá-lo lá e o levou de volta para seu próprio eremitério.&lt;br /&gt;____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a lição o Mestre declarou as Verdades e identificou o Jataka :- após as Verdades o Irmão relapso foi estabelecido na fruição do Primeiro Caminho :- “Naquele tempo Narada era o Irmão relapso, Salissara era Sariputra, Mendissara era Kassapa, Pabbata era Anuruddha, Kaladevala era Kaccana, Anusissa era Ananda, Kisavaccha era Mooggaallaana e Sarabhanga era eu mesmo.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-720705715391875594?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/720705715391875594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=720705715391875594' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/720705715391875594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/720705715391875594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/03/423-buddha-sarabhanga.html' title='423  Buddha Sarabhanga'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-7338773644651227345</id><published>2011-02-08T10:23:00.000-08:00</published><updated>2011-02-08T10:26:39.080-08:00</updated><title type='text'>422  Buddha Brahmin Kapila</title><content type='html'>422&lt;br /&gt;“Direito insultado pode insultar ... etc.” - O Mestre contou este conto enquanto residia em Jetavana, relativo a Devadatra ter sido engulido pela terra. Um dia discutiam no Salão da Verdade como Devadatra falou falsamente, afundou no solo e tornou-se destinado ao ínfero Avici. O Mestre veio e escutando o tema da conversa, disse, “Esta não é a primeira vez que ele afunda na terra,” e então contou um conto(a) antigo.&lt;br /&gt;____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez, na primeira era, houve um rei chamado Mahasammata, cuja vida foi de um milhão de anos. Seu filho foi Roja, o filho deste foi Vararoja e então em sucessão foi Kalyana, Varakalyana, Uposatha, Mandatha, Varamandatha, Cara, Upacara, que também era chamado Apacara. Ele reinava no reino de Ceti, na cidade de Sotthivati ; era dotado com quatro faculdades sobrenaturais – podia andar e passar através dos ares, tinha quatro anjos em cada um dos quatro pontos cardiaispara defendê-lo com espadas desembainhadas, seu corpo difundia a fragrância do sândalo e sua boca difundia a fragrância do lótus. Seu capelão chamava Kapila. O irmão mais novo deste brahmin, Korakalamba, estudava junto com o rei com o mesmo professor sendo portanto colega do rei. Quando Apacara era príncipe, ele prometeu fazer de Korakalamba seu capelão quando se torna-se rei. Com a morte do pai, ele se tornou rei, mas podia depor Kapila da posição de sacerdote da família : e quando Kapila apresentou-se a ele, mostrou-lhe honras especiais. O brahmin notou isto e considerou que o rei administrava melhor com pessoas de sua mesma idade e que ele mesmo devia deixar o rei e tornar-se asceta, de modo que disse, “Ó rei, estou envelhecendo ; tenho um filho em casa : faça-o capelão e qu'eu vou me tornar asceta.” Ele teve a permissão do rei e fez seu filho ser indicado capelão : ele então foi para o parque real, tornou-se asceta, alcançou conhecimento transcendental e lá vivia, perto do filho. Korakalamba ( Korakalambaka ) ficou ressentido com o irmão por não tê-lo indicado ao posto de sacerdote da família real quando tornou-se asceta. Um dia o rei lhe disse em conversa amigável, “Korakalambaka, você não é o capelão da família real ?” “Não, Ó rei : meu irmão manejou isto.” “Seu irmão não se tornou asceta ?” “Tornou-se mas passou o posto para o filho.” “Então maneje você agora.” “Ó rei, me é impossível apartar meu irmão e tomar o posto que vem por descendência.” “Se é assim, te farei senior e ele passa a ser júnior.” “Como, Ó rei ?” “Com uma mentira.” “Ó rei não sabes que meu irmão é 'máyaico', dotado de grande poder sobrenatural ? Ele te enganará com ilusões 'máyacas' : ele fará teus quatro anjos desaparecerem e fará como se um odor ruim saísse de tua boca e de teu corpo, ele te fará descer do céu e ficar no chão : você ficará como se engulido pela terra e não capz de enfrentá-lo com tua história.' “Não se preocupe ; cuidarei disto.” “Quando farás isto, Ó rei ?” “No sétimo dia a partir de ho-je.” A história circulou a cidade, “O rei irá com uma mentira fazer o senior junior e dará o posto ao junior : que é uma mentira ? É azul ou amarela ou de outra cor ?” A multidão considerava diligentemente isto. Era era, dizem, quando o mundo falava a verdade : as pessoas não sabiam o quê a palavra 'mentira' significava. O filho do sacerdote escutou o conto e disse ao pai, “Pai, eles dizem que o rei através de uma mentira fará de você júnior e dará nosso posto a meu tio.” “Meu caro, o rei não será capaz de, mesmo com uma mentira, tirar nosso posto : em que dia ele fará isto ?” “No sétimo dia a partir de ho-je, dizem.” “Me fale quando chegar o mopmento.” No sétimo dia uma grande multidão reuniu-se no jardim do rei sentando em fileiras uma acima da outra, desejosos de ver uma mentira. O jovem sacerdote foi e contou ao pai. O rei aprontara-se em trajes completos, apareceu e ficou nos ares no jardim no meio da multidão. O asceta veio pelos ares, estirou sua pele assento diante do rei, sentou em seu trono nos ares e disses, “É vero, Ó rei, que desejas através de uma mentira fazer do junior senior e dar a ele o posto ?” “Mestre, fiz isto.” Então ele admoestou o rei, “Ó grande rei, uma mentira é uma dolorosa destruição das boas qualidades, ela causa renascimentos nos quatro estados ruins ; um rei que mente destrói o direito e destruindo o direito ele é ele mesmo destruído :” e falou a primeira estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Injúria ao Direito pode injuriar severamente, retribui-se com injúria ;&lt;br /&gt;Portanto ao Direito nunca se deve injuriar, para que o dano não retorne a ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aconselhando-o ainda mais disse, “Grande rei, se mentires teus quatro poderes sobrenaturais desaparecerão,” e falou a segunda estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os poderes divinos abandonam e deixam o homem que fala uma mentira,&lt;br /&gt;Cheiro ruim sae de sua boca, ele não consegue manter seu pé no céu :&lt;br /&gt;Quem quer que questionado responde falsidade intencionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutando isto, o rei, temeroso, olhou para Koralambaka. Ele disse, “Nada tema, ó rei ; não te disse antes que ocorreria isto ?” e dai em diante. Orei, apesar de escutar as palavras de Kapila, ainda assim pronunciou sua declaração, “Senhor, tu és o mais novo, Koralambaka o mais velho.” Naquele mesmo momento em que pronunciou a mentira, os quatro anjos disseram que não mais guardariam um tal mentiroso, atirando suas espadas aos pés dele e desaparecendo ; sua boca ficou fétida como um ovo estragado quebrado e seu corpo como esgoto aberto ; e descendo do céu ele pousou na terra : assim todos os seus quatro poderes sobrenaturais desapareceram. Seu sacerdote chefe disse, “Grande rei, nada tema : se falares a verdade, restaurarei tudo para ti,” e assim falou a terceira estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma palavra verdadeira e todos teus dons, Ó rei, reganharás :&lt;br /&gt;Uma mentira te fixará no solo de Ceti remanescendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse, “Olhe, Ó grande rei : aqueles quatro poderes sobrenaturais teus desapareceram por causa de tua mentira : considere, pois é possível restaurá-los .” Mas o rei respondeu, “Você quer me enganar com isto,” e assim falando uma segunda mentira ele afundou na terra até os tornozelos. Então o brahmin disse uma vez mais, “Considere, Ó grande rei,” e falou a quarta estrofe:-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seca vem a ele no tempo da chuva, chuva quando devia estar seco,&lt;br /&gt;Quem quer que questionado responde falsidade intencionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então novamente ele disse, “Devido a tua mentira afundaste na terra até os tornozelos: considere, Ó grande rei,” e falou a quinta estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma palavra verdadeira e todos teus dons, Ó rei, reganharás :&lt;br /&gt;Uma mentira afundar-te-ás no solo de Ceti remanescendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas pela terceira vez o rei disse, “Tu és júnior e Korakalambaka é o mais velho,” e com esta mentira ele afundou no chão até os joelhos. Uma vez mais o brahmin disse, “Considere, Ó grande rei,” e falou duas estrofes :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó rei, a pessoa é de língua forcada e como uma serpente dissimulada&lt;br /&gt;Quem quer que questionado responde falsidade intencionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma palavra verdadeira e todos teus dons, Ó rei, reganharás :&lt;br /&gt;Uma mentira afundar-te-ás ainda mais em Ceti remanescendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;somando, “Mesmo agora tudo ainda pode ser restaurado.” O rei, sem considerar suas palavras, repetiu a mentira pela quarta vez, “Tu és junior, Senhor, e Korakalambaka é mais velho,” e com estas palavras ele afundou até os quadris. Novamente o brahmin disse, “Considere, Ó grande rei,” e falou duas estrofes :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó rei, a pessoa é como peixe, e sem língua,&lt;br /&gt;Quem quer que questionado responde falsidade intencionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma palavra verdadeira e todos teus dons,Ó rei, reganharás :&lt;br /&gt;Uma mentira afundar-teás ainda mais em Ceti remanescendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela quinta vez o rei repetiu a mentira e em quanto o fazia ele afundava até o umbigo . O brahmin mais uma vez apelou para que ele considerasse e falou duas estrofes :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meninas apenas nascerão dele, nenhum menino verá,&lt;br /&gt;Quem quer que questionado responde falsidade intencionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma palavra verdadeira e todos teus dons, Ó rei, reganharás :&lt;br /&gt;Uma mentira afundar-te-ás ainda mais em Ceti remanescendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rei não deu nenhuma atenção e repetindo a mentira pela sexta vez afundou até o peito. O brahmin apelou ainda uma vez e falou duas estrofes :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus filhos não ficarão com ele, eles fogem para todo lado,&lt;br /&gt;Quem quer que questionado responde falsidade intencionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma palavra verdadeira e todos teus dons, Ó rei, reganharás :&lt;br /&gt;Uma mentira afundar-te-ás ainda mais em Ceti remanescendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido associação com um amigo ruim, ele não deu atenção às palavras e repetiu a mesma mentira pela sétima vez. Então a terra abriu e as chamas de Avici saltaram e pegaram ele.&lt;br /&gt;________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imprecado por um sábio, o rei que antes podia andar pelos ares, dizem,&lt;br /&gt;Perdeu-se e foi engulido pela terra no mesmo dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto o sábio não aprova&lt;br /&gt;Quando desejo cae no coração :&lt;br /&gt;Aquele que é livre d'engano, cujo coração é puro,&lt;br /&gt;Tudo que ele diz é firme e seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas são duas estrofes inspiradas pela Perfeita Sabedoria.&lt;br /&gt;______________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multidão disse temerosa, “O rei de Ceti confrontou o sábio e disse uma mentira ; assim ele entrou em Avici.” Os cinco filhos do rei vieram até o brahmin e disseram, “Sejas tu nosso refúgio.” O brahmin respondeu, “Teu pai destruiu o Direito, ele mentiu e afrontou um sábio : e entrou em Avici. Se Direito é destruído, ele destrói. Não podes morar aqui.” Ao mais velho ele disse, “Venha caro : deixe a cidade pelo portão leste e siga reto : verás um elefante branco real prostrado, tocando a terra em sete lugares ( com as presas, a tromba e as quatro patas ) : este será o sinal para ti erigir uma cidade lá e morar nela : e o nome dela será Hatthipura.” Ao segundo príncipe ele disse, “Você saia pelo portão sul e vá direto até você ver um cavalo puro branco real : este será o sinal para você erigir uma cidade lá e nela habitar : e será chamada Assapura.” Ao terceiro príncipe ele disse, “Você deixe a cidade pelo portão oeste e vá reto até você ver um leão com juba ; este será o sinal para você construir uma cidade lá e nela morar : e será chamada Sihapura .” ao quarto príncipe ele disse, “Você deixe a cidade pelo portão norte e vá reto até ver um aro de roda feito todo de jóias : estes será o sinal que eregira´s uma cidade lá e morarás nela : e chamará Uttarapañcala.” Ao quinto disse, “Tu não podes morar aqui : construas um grande santuário nesta cidade, saia em direção ao noroeste e vá reto até ver duas montanhas batendo uma na outra e fazendo o som da daddara : este será o sinal de que construirás uma cidade lá e morarás nela : e chamará Daddarapura.” Todos os quatro príncipes saíram e seguindo os sinais levantaram cidades e moraram nelas.&lt;br /&gt;______________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a lição, o Mestre disse, “Então, Irmãos, esta não é a primeira vez que Devadatra contou uma mentira e afundou na terra,” e ele então identificou o Jataka : “Naquele tempo o rei de Ceti era Devadatra e o brahmin Kapila era eu mesmo.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-7338773644651227345?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/7338773644651227345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=7338773644651227345' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/7338773644651227345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/7338773644651227345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/02/422-buddha-brahmin-kapila.html' title='422  Buddha Brahmin Kapila'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-2085712075974420428</id><published>2011-01-12T10:38:00.000-08:00</published><updated>2011-01-12T10:41:07.894-08:00</updated><title type='text'>421  Buddha rei Udaya</title><content type='html'>421&lt;br /&gt;“Carvão como da terra...etc.” - O Mestre contou este conto enquanto residia em Jetavana, relativo a guarda de dias santos na semana. Um dia o Mestre se dirigiu a irmãos leigos que guardavam dias santos e disse, “Irmãos leigos, a conduta de vocês é boa ; quando as pessoas guardam dias santos, elas devem fazer ofertas, manter os preceitos morais, nunca mostrar raiva, ser gentil e fazer as obrigações do dia : sábios antigos ganharam grande glória mesmo guardando parcialmente os dias santos :” e com o pedido deles, contou um conto(a) antigo.&lt;br /&gt;__________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez quando Brahmadatra reinava em Benares, havia um rico mercador naquela cidade chamado Suciparivara, cuja riqueza atingia oitocentos milhões e que deliciava-se em fazer caridade e outras obras boas. Sua esposa e filhos, toda sua casa dos empregados até o gado guardavam seis dias santos todo mês. Naquele tempo o Bodhisatva nascera numa certa família pobre e vivia vida dura com salários de operário. Na esperança de conseguir trabalho ele chega até a casa de Suciparivara : saudando-o e sentando em um dos lados, foi questionado sobre sua vinda e respondeu, “É para pedir trabalho por salário em tua casa.” Quando outros trabalhadores vinham a ele, o mercador costumava dizer a eles, “Nesta casa os trabalhadores guardam os preceitos morais, se vocês os guardam podem trabalhar para mim :” mas ao Bodhisatva ele nem fez menção de indicar os preceitos morais mas disse, “Muito bem, meu bom homem, podes trabalhar para mim que arranjamos os salários.” Daí em diante o Bodhisatva fez todo o trabalho do mercador mansa e dedicadamente, sem pensar no próprio cansaço ; ia cedo para o trabalho e voltava à noitinha. Um dia proclamaram um festival na cidade. O mercador disse a uma empregada, “Este é um dia sagrado : deves cozinhar algum arroz para os trabalhadores de manhã : eles se alimentarão cedo e jejuarão o resto do dia.” O Bodhisatva levantou-se cedo e foi para seu trabalho : ninguém lhe disse para jejuar aquele dia. Os outros trabalhadores comeram de manhã e depois jejuaram : o mercador e sua esposa, filhos e empregados mantinham o jejum : todos foram, cada qual para sua casa, e lá sentaram meditando nos preceitos morais. O Bodhisatva trabalhou todo dia e veio para casa ao crepúsculo. A cozinheira deu a ele água para as mãos e ofereceu num prato arroz retirado do fogão. O Bodhisatva disse, “A esta hora sempre há uma grande barulhada em dias normais : onde foram todos ho-je ?” “Estão todos guardando jejum , cada qual em sua própria casa.” Ele pensou, “ Não serei a única pessoa fora de conduta diante de tantas pessoas com conduta moral :” ele foi então e perguntou ao mercador se o jejum podia ser guardado inteiramente realizando-se a obrigação do dia naquela hora. Ele respondeu que o dever inteiro não podia ser guardado porque não foi realizado de manhã ; mas metade do dever podia. “Que seja tanto então,” ele respondeu e fazendo o dever na presença de seu mestre (patrão) ele começou a guardar jejum e indo para sua casa, deitou meditando nos preceitos. Ele não comeu nada o dia todo e na última vigília ele sentiu dores como de uma ferida de lança. O mercador trouxe para ele vários remédios e disse para tomá-los : mas ele disse, “Não quebrarei o meu jejum : realízo-o apesar de custar minha vida.” A dor tornou-se intensa e àurora ele estava perdendo consciência. Disseram a ele que estava morrendo e levando-o para fora colocaram-no num lugar afastado. Neste momento o rei de Benares em uma nobre carruagem com um grande séquito alcançava aquele lugar no seu progresso (circumbulação) ao redor da cidade. O Bodhisatva, vendo oesplendor real, sentiu desejo de realeza e rezou por isto. Morrendo, foi concebido novamente, em consequência de estar mantendo meio dia de jejum, no útero da rainha principal. Ela seguiu a cerimônia de gravidez e deu à luz um filho após dez meses. Ele foi chamado príncipe Udaya. Quando ele cresceu tornou-se perito em todas as ciências : com sua memória de vidas passadas ele soube de seu gesto anterior de mérito e pensando ser um grande prêmio para uma ação pequena, cantou a canção do ênstase repetidas vêzes. Com a morte de seu pai ele ganhou o reino e observando sua própria grande glória ele cantava a mesma canção do ênstase. Um dia aprontaram a cidade para um festival. Uma grande multidão queria se divertir. Um certo carregador d'água que vivia no portão norte de Benares, escondera meio centavo em um tijolo no muro fronteiriço. Ele vivia com uma pobre mulher que também ganhava a vida carregando água. Ela disse a ele, “Meu senhor, há um festival na cidade : se tens algum dinheiro, vamos nos divertir.” “Eu tenho querida.” “Quanto ?” “Meio centavo.” “Onde está ?” “Em um tijolo junto do portão norte, doze léguas daqui guardei o meu tesouro : mas e você, tens algo em mãos ?” “Tenho.” “Quanto ?” “Meio centavo.” “Então o teu mais o meu juntos fazem um centavo inteiro : compraremos uma guirlanda com parte dele, perfume com outra e bebida forte com uma terceira : vá e pegue teu meio centavo de onde colocaste.” Ele estava deliciado em realizar a idéia sugerida pelas palavras de sua esposa e disse, “Nada tema querida, vou apanhá-lo,” e partiu. O homem era forte como um elefante : ele seguiu mais de seis léguas e pensava ser meio dia e caminhava n'areia quente como se carvão em brasa estivesse espalhado nela, ele estava deliciado co o desejo de ganho e em velhas roupas amarelas com um pedaço de folha de palmeira amarrado n'orelha (ornamento d'época), ele passava pela corte do palácio buscando seu intuito, cantando uma canção. Rei Udaya estava na janela aberta e vendo-o vindo cogitava quem seria, quem desconsiderando o vento e o calor seguia cantando alegre e enviou um empregado para chamá-lo para cima. “O rei te chama,” foi-lhe dito : mas ele disse, “Que é o rei para mim ? Não conheço o rei.” Ele foi levado à força e permaneceu em um dos lados. Então o rei falou duas estrofes questionando :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terra como carvão, o chão como brasas quentes :&lt;br /&gt;Tu cantas tua canção, o calor grande não te queima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sol acima, areia abaixo estão quentes :&lt;br /&gt;Tu cantas tua canção , o calor grande não te queima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutando as palavras do rei ele falou a terceira estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São os desejos que queimam, não o sol :&lt;br /&gt;São todas estas tarefas urgentes que devem ser realizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rei perguntou qual era o negócio. Ele respondeu, “Ó rei. Vivo junto ao portão sul com uma mulher pobre : ela propôs que nós dois devíamos nos divertir no festival e perguntou s'eu tinha algo em mãos : disse a ela que tinha um tesouro guardado no muro junto ao portão norte : ela me mandou buscar para que possamos nos divertir : estas palavras dela nunca deixam meu coração e quando penso nelas o calor do desejo me queima : este é meu negócio.” “Então o quê te delicia tanto que você desconsidera vento e sol e cantes enquanto caminhas ?” “Ó rei, canto pensando que quando pegar meu tesouro me divertirei com ela.” “Então, meu bom homem, é o seu tesouro escondido junto do portão norte, de cem mil dinheiros ?” “Oh, não.” Então o rei perguntou sucessivamente se era cinquenta mil, quarenta, trinta, vinte, dez, cinco, quatro, três, dois dinehiros, um dinheiro, meio dinheiro, um quarto de dinheiro, quatro centavos, três, dois, um centavo. O homem disse, “Não” para todas estas questões e então, “É meio centavo : na realidade, Ó rei, este é todo o meu tesouro : mas sigo na esperança de pegá-lo e me divertir com ela : e neste desejo e delícia o vento e o sol não me incomodam.” O rei disse, “Meu bom homem, não vá até lá com tanto calor : te darei meio centavo.” “Ó rei, acredito no senhor e em sua oferta mas não perderei a outra parte : não desistirei de ir lá e buscar o outro também.” “Meu bom homem, fique aqui : te darei um centavo, dois meio centavos :” então oferecendo mais e mais atingiram a cifra de dez milhões ( um crore ), cem crores, riqueza sem limites, se o homem permancesse. Mas ele sempre respondia, “Ó rei, aceitarei mas pegarei o outro também.” Então ele foi tentado com ofertas de posto de tesoureiro e postos de vários tipos e posição de vice-rei : por fim foi oferecido metade do reino se ele ficasse. Então ele consentiu. O rei disse a seus ministros, “Vão, façam a barba nele, banhem-no e o adornem e tragam-no de volta.” Eles fizeram isto. O rei dividiu seu reino em dois e deu metade para ele : mas dizem que ele ficou com a metade norte por amor a seu meio centavo. Ele foi chamado rei Meio Centavo. Eles legislaram o reino em amizade e harmonia. Um dia eles foram juntos para o parque. Depois de divertirem-se, rei Udaya deitou com a cabeça no colo do rei Meio centavo. Ele dormiu, enquanto os empregados iam pra lá e pra cá em seus divertimentos. Rei Meio Centavo pensou, “Por quê devo sempre ter somente meio reino ? Vou matá-lo e ser rei único :” e assim desembainhou a espada mas pensando em golpeá-lo lembrou-se o quê rei fez para ele, quando pobre e despossuído, tornando-o seu parceiro e estabelecendo-o em grande poder e que o pensamento que surgiu em sua mente para matar tal benfeitor era um pensamento ruim : embainhou a espada novamente. Uma segunda e terceira vez o mesmo pensamento surgiu. Sentindo que este pensamento, surgindo novamente, levaria-o a um ato vil, jogou a espada longe no chão e acordou o rei. “Perdoe-me, Ó rei,” ele disse e caiu a seus pés. “Amigo, não me fizeste nenhum mal.” “Fiz, Ó grande rei : fiz tal e tal coisa.” “Então, amigo, te perdoo : se desejas, rei único sejas e te servirei como vice-rei.” Ele respondeu, “Ó rei, não tenho necessidade do reino, tal desejo causará que eu renasça em estados ruins : o reino é teu, tome-o : me tornarei asceta : vi a raiz do desejo, ele cresce a partir da vontade do ser humano, de agora em diante não terei tais desejos,” e então em ênstase ele falou a quarta estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi tuas raízes, Desejo : na vontade do próprio ser humano elas descansam.&lt;br /&gt;Não terei mais vontade de ti e tu Desejo, morrerás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim falando, ele pronunciou a quinta estrofe declarando a lei para uma grande multidão de devotos dos desejos :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco desejo não é suficiente e muito traz apenas dor :&lt;br /&gt;Ah ! Tolas pessoas : sejam sóbrias, amigas, se ganhares sabedoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então declarando a lei para uma multidão, ele confiou o reino a rei Udaya : deixando a multidão chorando com lágrimas nas faces, ele foi para o Himalaia, tornou-se asceta e alcançou insight perfeito. No tempo em que se tornou asceta, rei Udaya falou a sexta estrofe em completa expressão de ênstase :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco desejo me trouxe todo o fruto,&lt;br /&gt;Grande é a glória que Udaya ganha ;&lt;br /&gt;Poderoso é o ganho de alguém resoluto&lt;br /&gt;Em se tornar um Irmão e desejos abandona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém entendeu o significado desta estrofe. Um dia a rainha principal perguntou-o ao rei. O rei não quis dizer. Havia um certo barbeiro da corte, chamado Gangamala, que quando atendendo ao rei costumava usar primeiro a navalha e depois pegar os cabelos com as tesouras. O rei gostava da primeira operação mas a segunda doía : na primeira ele daria ao barbeiro um dom e na segunda cortaria a cabeça dele. Um dia contou à rainha sobre isto, dizendo que seu barbeiro da corte era um tolo : quando ela perguntou o que ele queria fazer, ele respondeu, “Usar as tesouras primeiro e depois a navalha.” Ela mandou chamar o barbeiro e disse, “Meu bom homem, quando estiveres cortando a barba do rei deves primeiro pegar os cabelos com as tesouras e depois usar a navalha : então se o reite oferecer um dom, você deve dizer que nada quer a não ser saber o significado da canção dele : se fizeres isto, te darei muito dinheiro.” Ele concordou. Dia seguinte quando ele barbeava o rei, pegou primeiro as tesouras. O rei disse “Gangamala, esta moda sua é nova ?” “Ó rei,” ele respondeu, “barbeiros lançam moda;” e ele pegou primeiro os cabelos do rei com as tesouras e depois usou a navalha. O rei ofereceu a ele um dom. “Ó rei, nada quero a não ser que me digas o significado de tua canção.” O rei envergonhado em dizer declarar qual era sua ocupação nos dias de pobreza disse, “Meu bom homem, qual utilidade de tal dom ? Escolhe outra coisa :” mas o barbeiro pedia isto. O rei, temendo quebrar sua palavra, concordou. Como descrito no Jataka 415 ele fez todos os arranjos e sentou em um trono em jóias e contou todaa história do seu ato de mérito em sua última existência naquela cidade. “Isto explica,” ele disse, “metade da estrofe : para descansar, meu camarada tornou-se asceta : eu em meu orgulho sou rei único agora e isto explica a segunda metade da minha canção de ênstase.” Escutando-o o barbeiro pensou, “então o rei conseguiu toda esta glória por guardar meio dia de jejum : virtude é o caminho reto : e s'eu me tornar um asceta e exercitar minha própria salvação ?” Ele deixou todos os parentes e bens terrenos, ganhou permissão do rei para tornar-se religioso e indo para o Himalaia tornou-se asceta, entendeu as três qualidades das coisas mundanas, ganhou insight perfeito e tornou-se pacceka buddha. Ele tinha uma tigela e hábitos feitos de poder sobrenatural. Após passar cinco ou seis anos na montanha Gandhamadana, já pacceka buddha, veio através dos ares e sentou no parque. O rei foi logo saudar o pacceka buddha : e a rainha mãe saiu acompanhou seu filho. O rei entrou no parque, saudou-o e sentou em um lado com seu séquito. O pacceka buddha falou com ele de modo amigável, “Brahmadatra” ( chamando-o pelo nome da família ), “és diligente, legislando o reino retamente, fazendo caridade e outras obras boas ?” A rainha mãe ficou irada. “Este casta baixa lavador de cabelo não conhece seu lugar : ele chama meu filho bem nascido de Brahmadatra,” e ela falou a sétima estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penitência certamente, fazem as pessoas deixarem seus pecados,&lt;br /&gt;Dos barbeiros, dos oleiros, nomeiem todos :&lt;br /&gt;Através da penitência Gangamala glória ganhou,&lt;br /&gt;E 'Brahmadatra' agora ele chama meu filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rei confrontou sua mãe e declarando as qualidades do pacceka buddha, falou a oitava estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhem ! Como, em qualquer momento que sua morte ocorrer,&lt;br /&gt;Humildade traz a uma pessoa seu fruto !&lt;br /&gt;Alguém que inclinou-se diante de todos,&lt;br /&gt;Reis e lordes agora devem saudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do rei confrontar sua mãe, o resto da multidão levantou-se e disse, “Não é decente que tal pessoa de casta baixa deva chamar-te pelo nome deste jeito.” O rei censurou a multidão e falou a última estrofe declarando as virtudes do pacceka buddha :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não zombem assim de Gangamala,&lt;br /&gt;Perfeito nos caminhos da religião :&lt;br /&gt;Ele cruzou as ondas do sofrimento,&lt;br /&gt;Livre de tristeza agora ele vaga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim falando o rei saudou o pacceka buddha e pediu a ele que perdoasse a rainha mãe. O pacceka buddha fez isto e os seguidores do rei também ganharam o perdão. O rei desejava que ele prometesse que ficaria na vizinhança : mas ele recusou e pousado nos ares diante dos olhos de toda a corte e aconselhou o rei e partiu para Gandhamadana.&lt;br /&gt;____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a lição o Mestre disse, “Irmãos leigos, vejam como fazer jejum é algo que deve ser feito,” e identificou o Jataka : “Naquele tempo o pacceka buddha entrou no nirvana, rei Meio Centavo era Ananda, a rainha principal era a mãe de Rahula, rei Udaya era eu mesmo.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-2085712075974420428?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/2085712075974420428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=2085712075974420428' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/2085712075974420428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/2085712075974420428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2011/01/421-buddha-rei-udaya.html' title='421  Buddha rei Udaya'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-4193318856021730706</id><published>2010-11-10T03:08:00.000-08:00</published><updated>2010-11-10T03:11:56.732-08:00</updated><title type='text'>Taxila  ( Takkasila )</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TNp9qKqGpuI/AAAAAAAAAI4/1eH6RRYlbUk/s1600/takkasila%2B002.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 229px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TNp9qKqGpuI/AAAAAAAAAI4/1eH6RRYlbUk/s320/takkasila%2B002.bmp" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5537876855174375138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;         O que sobrou deste grande centro espiritual lá onde ho-je é o Paquistão. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-4193318856021730706?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/4193318856021730706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=4193318856021730706' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/4193318856021730706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/4193318856021730706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2010/11/taxila-takkasila.html' title='Taxila  ( Takkasila )'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TNp9qKqGpuI/AAAAAAAAAI4/1eH6RRYlbUk/s72-c/takkasila%2B002.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-1920677897509637770</id><published>2010-10-21T05:01:00.000-07:00</published><updated>2010-10-21T05:02:54.067-07:00</updated><title type='text'>420  Ananda Sumangala</title><content type='html'>420&lt;br /&gt;“Ciente de uma face irada...etc.” - O Mestre contou este conto(a) enquanto residia em Jetavana, relativo a repreensão de um rei. Nesta ocasião o Mestre, ao pédido do rei, contou um conto(a) antigo.&lt;br /&gt;_________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez quando Brahmadatra reinava em Benares, o Bodhisatva nasceu como filho de sua rainha principal. Quando cresceu, tornou-se rei no lugar do pai e fazia ofertas abundantes. Ele tinha um guardião do parque chamado Sumangala. Um certo paccekabuddha deixou a caverna Nandamulaem peregrinação por ofertas e vindo para Benares permaneceu no parque. Dia seguinte ele foi para a vila colher ofertas. O rei o viu favoravelmente, mandou-o subir para o palácio e o sentou no trono, serviu-o com vários tipos de comidas delicadas, duras e moles, e recebeu seu agradecimento : estando feliz que o paccekabuddha ficaria no parque, conseguiu esta promessa e o enviou de volta para lá : após seu café da manhã ele foi lá em pessoa, arrumou os lugares para a moradia dele à noite e de dia, indicou-lhe o guardião do parque, Sumangala, como seu ajudante e voltou para a vila. Após isto o paccekabuddha alimentava-se constantemente no palácio e viveu lá por um longo tempo : Sumangala respeitosamente o ajudava. Um dia ele saiu fora dizendo para Sumangala, “Vou para tal e tal vila por alguns dias mas voltarei : informe o rei.” Sumangala informou o rei. Após alguns dias na tal vila o paccekabuddha voltou para o parque à noite depois do por do sol. Sumangala, sem saber de seu retorno, fora para a própria casa. O paccekabuddha colocou de lado sua tigela e hábito e depois de uma pequena caminhada sentou numa laje de pedra. Naquele dia alguns estranhos convidados chegaram na casa do guardião do parque. Para oferecer 'sopa e curry' ele se dirigiu para o parque com arco e flecha para matar um cervo domesticado do parque : ele estava lá procurando por um cervo quando viu o paccekabuddha e pensando ser um grande cervo, apontou para ele uma flecha e o acertou. O paccekabuddha descobriu sua cabeça e disse, “Sumangala.” Bastante angustiado Sumangala disse, “Senhor, não sabia do teu retorno e o atingi, pensando que fosses um cervo : me perdoe.” “Tudo bem mas o quê você fará agora ? Venha puxe a flecha.” Ele obedeceu e a puxou para fora. O paccekabuddha sentiu grande dor e passou para o nirvana lá e então. O guardião do parque pensou que o rei não o perdoaria se soubesse : pegou sua esposa e filhos e fugiu. Por poder sobrenatural toda a cidade escutou que o paccekabuddha havia entrado no nirvana e todos ficaram exaltados. Dia seguinte alguns homens entraram no parque, viram o corpo e contaram ao rei que o guardião do parque fugiu após matar o paccekabuddha. O rei seguiu com um grande cortejo e por sete dias prestou honras ao corpo : então com toda a cerimônia ele pegou as relíquias, construiu um santuário e prestando honras continuou a legislar seu reino retamente. Após um ano, Sumangala, determinado a descobrir o quê pensava o rei, veio e pediu a um ministro se podia saber o quê o rei pensava dele. O ministro louvou Sumangala diante do rei mas foi como se nada houvesse escutado. O ministro nada mais disse mas falou para Sumangala que o rei não estava satisfeito com ele. Após outro ano ele retornou e novamente em um terceiro trouxe a esposa e as crianças. O ministro sabia que o rei estava apaziguado e colocando Sumangala na porta do palácio contou ao rei de sua chegada. O rei mandou chamá-lo e após saudações disse, “Sumangala, por quê mataste aquele paccekabuddha, através do qual eu estava ganhando mérito ?” “Ó rei, não queria matá-lo mas foi desse jeito que aconteceu o fato,” e ele contou a história. O rei disse para nada temer e o recolocou como guardião do parque novamente. Então o ministro perguntou, “Ó rei, por quê nada respondeste quando escutaste duas vezes louvores a Sumangala e na terceira vez por quê mandou chamá-lo e perdoá-lo ?” O rei disse, “Caro senhor, é errado um rei agir apressadamente e em ira : portanto fiquei em silêncio primeiramnete e na terceira vez quando sabia que estava calmo chamei Sumangala” : e assim falou estas estrofes para declarar o dever de um rei :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciente de uma face irada,&lt;br /&gt;Nunca deixe rei estender seu bastão :&lt;br /&gt;Coisas que não valem que uma multidão&lt;br /&gt;Então siga seu assentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciente de humor temperado,&lt;br /&gt;Deixe-o decretar juízos ásperos,&lt;br /&gt;Quando o caso é entendido,&lt;br /&gt;Fixar a pena apropriada :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se avexa e não aos outros,&lt;br /&gt;Claramente separando certo de errado :&lt;br /&gt;Apesar de seu jugo estar nos pescoços das pessoas,&lt;br /&gt;Virtude o mantém forte e elevado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Príncipes irresponsáveis em atos&lt;br /&gt;Manejam o bastão sem remorso,&lt;br /&gt;Má reputação aqui é o prêmio deles,&lt;br /&gt;O inferno os aguarda quando morrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles que amam a lei santa,&lt;br /&gt;Puros nos atos, palavras e pensamentos,&lt;br /&gt;Cheios de gentileza, calma e respeito,&lt;br /&gt;Passam como devem através de ambos os mundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou rei, senhor do meu povo ;&lt;br /&gt;Ira não deve reter minha propensão :&lt;br /&gt;Quando ao vício tomo a espada,&lt;br /&gt;Piedade limita a punição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim o rei declarou suas próprias boas qualidades em seis estrofes : toda sua corte ficou agraciada e declarou seus méritos nas palavras, “Tal excelência em práticas e qualidades morais são dignas de sua majestade.” Sumangala, depois da corte terminar de falar, saudou o rei e após obediência falou três estrofes em louvor do rei :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal a tua glória e teu poder ;&lt;br /&gt;Nunca os renuncie nem por uma hora :&lt;br /&gt;Livre de ira, livre de temores,&lt;br /&gt;Reine em alegria por cem anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Príncipe, a quem todas estas virtudes abençoa,&lt;br /&gt;Calmo e brando mas firme em valor,&lt;br /&gt;Legisle o mundo com retidão,&lt;br /&gt;Passe para o céu quando liberto da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verdadeiro em palavras, na ação bom,&lt;br /&gt;Tome os meios para alcançar teu fim :&lt;br /&gt;Pacifique a multidão agitada,&lt;br /&gt;Como uma nuvem de chuva revigorante.&lt;br /&gt;____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a lição conectada ao conselho para o rei de Kosala, o Mestre identificou o Jataka : “Naquele tempo o paccekabuddha passou para o nirvana, Sumangala era Ananda, o rei eu mesmo.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-1920677897509637770?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/1920677897509637770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=1920677897509637770' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/1920677897509637770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/1920677897509637770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2010/10/420-ananda-sumangala.html' title='420  Ananda Sumangala'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-5292638651653663798</id><published>2010-10-14T06:26:00.000-07:00</published><updated>2010-10-18T09:03:07.665-07:00</updated><title type='text'>419  Buddha deidade da montanha</title><content type='html'>419&lt;br /&gt;“Eis aqui um colar dourado...etc.” - O Mestre contou este conto(a) enquanto residia em Jetavana, relativo a empregada de Anathapindika. A história diz que em um dia de festa, quando ela estava indo com várias empregadas amigas a um jardim de descanso, ela pediu a sua patroa Pannalakkhanadevi um ornamento para vestir. Sua patroa deu a ela uma jóia sua, válida cem mil dinheiros. Ela a colocou e prosseguiu com as outras empregadas para o jardim de descanso. Um certo ladrão cobiçava a jóia e com o intuito de matá-la e pegar o ornamento, começou a conversar com ela e no jardim deu a ela peixe, carne e bebida forte. “Ele faz isto, suponho, porque ele me deseja,” ela pensou, e à tardinha quando todos deitaram para descansar após a prática dos esportes, ela levantou-se e foi com ele. Ele disse, “Senhora, este lugar não é reservado ; vamos mais para longe.” Ela pensou, “Qualquer coisa privada pode ser feita neste lugar : sem dúvida ele deve estar ansioso em me matar e tomar o que estou usando : ensinarei a ele uma lição “ : então ela disse, “Senhor, estou seca devido à bebida forte : me arranje um pouco d'água,” e levando-o até um poço pediu a ele que retirasse um pouco d'água, mostrando a corda e o balde. O ladrão desceu o balde. Então enquanto ele estava inclinado para retirar àgua, a garota, que era muito forte, empurrou-o duramente com ambas as mãos e o atirou para dentro do poço. “Você não morrerá com isto apenas,” ela disse, e atirou um tijolo grande na cabeça dele. Ele morreu no lugar. Quando ela voltou para a vila e devolveu à patroa o ornamento, disse, “Estive bem próxima ho-je de ser morta por causa desta jóia,” e contou toda a história. A patroa contou Anathapindika e ele contou ao Tathagata. O Mestre disse, “Dono de casa, esta não é a primeira vez que uma empregada é dotada de senso em uma situação ; ela foi assim antes também : não é a primeira vez que ela mata aquele homem ; ela o fez uma vez antes,” e com o pedido de Anathapindika, ele contou o conto(a) antigo.&lt;br /&gt;___________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez quando Brahmadatra reinava em Benares, havia uma linda mulher na cidade chamada Sulasa, que tinha um cortejo de quinhentas cortesãs e cujo preço era mil dinheiros uma noite. Havia na mesma cidade um ladrão chamado Sattuka, forte como um elefante, que usava entrar nas casa dos ricos à noite e saquear à vontade. Os cidadãos reuniram-se e reclamaram com o rei. O rei ordenou que os vigias postassem guardas cá e lá, prendessem o ladrão e cortassem a cabeça dele. Eles amarraram a mãos dele atrás das costas e o levaram para o local de execução, açoitando-o (com chicotes) em cada esquina. As novas de que ele fora pego excitaram a cidade. Sulasa estava em pé numa janela e olhando para baixo para rua viu o ladrão, amou-o à primeira vista e pensou, “S'eu puder libertar aquele forte homem de luta, desistiria desta minha má vida e viveria respeitavelmente com ele.” Do jeito descrito no Jataka 318 ela consegue a liberdade dele enviando mil dinheiros para o condestável, chefe da guarda, da cidade e com isto viveram juntos em delícia e harmonia. O ladrão depois de três ou quatro meses pensou, “Nunca serei capaz de permanecer neste lugar apenas : e não poderei sair de mãos vazias : os ornamentos de Sulasa valem cem mil dinheiros : vou matá-la e pegá-los.” Então ele disse a ela um dia, “Querida, quando estava sendo arrastado pelos homens do rei, prometi uma oferta a uma deidade-árvore de um topo de montanha, que agora me ameaça porque não a paguei : façamos uma oferta.” “Muito bem, marido, prepare-a e a envie.” “Querida, não cabe enviar : vamos ambos e apresentemo-la, vestindo todos os nossos ornamentos e com um grande séquito.” “Muito bem, marido, faremos isto.” Ele a fez preparar a oferta e quando alcançaram o sopé da montanha, ele disse, “querida, a deidade, vendo esta multidão de gente, não aceitará a oferta ; vamos nós dois lá em cima e apresentemo-la.” Ela consentiu e ele a fez carregar a oferta, vaso. Ele mesmo estava armado até os dentes e quando alcançaram o topo, ele colocou a oferta nos pés de uma árvore que crescia do lado de um precipício alto centenas de vezes mais que um ser humano e disse, “Querida, não vim para apresentar oferta, vim com a intenção de matá-la e fugir com todos teus ornamentos : retire-os e faça uma trouxa com eles com teu vestido.” “Marido, por quê me matarias ?” “Por teu dinheiro.” “Marido, lembre do bem que te fiz : quando eras arrastado em cadeias, desisti de um filho de rico por você e paguei uma grande soma salvando tua vida : apesar de poder conseguir mil dinheiros por dia, nunca olho outro homem : tal benfeitora sou tua : não me mate, te darei muito dinheiro e serei tua escrava.” Com estas conversas ela falou a primeira estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui está um colar de ouro e esmeraldas e pérolas,&lt;br /&gt;Pegue tudo e seja bem vindo : dê-me lugar entre tuas empregadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Sattuka falou a segunda estrofe de acordo com sua intenção, a saber -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bela senhora, jogue no chão as jóias e não chore tão dolorosamente :&lt;br /&gt;Te matarei : de outro modo não terei certeza de conseguir toda tua riqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o entendimento de Sulasa cresceu na ocasião e pensando, “Este ladrão não me dará minha vida mas tirarei a vida dele primeiro atirando-o para baixo do precipício de algum modo,” ela falou duas estrofes :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meus anos de entendimento, dentro de minha memória consciente,&lt;br /&gt;Nenhum homem no mundo, digo, amei mais que tu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venha aqui para uma última saudação, receber um último beijo :&lt;br /&gt;Pois nunca mais na terra nos veremos face a face.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sattuka não percebia o propósito dela, e então ele disse, “Muito bem, querida ; venha e me beije.” Sulasa andou ao redor dele em saudação respeitosa três vezes, o beijou e disse, “Agora, marido, farei obediência a você em todos os quatro lados,” ela colocou a cabeça nos pés dele, fez obediência nos seus lados e foi para trás dele como se para fazer obediência lá : então com a força de um elefante ela o pegou pelas partes de trás e o atirou de cabeça para baixo no precipício centenas de vezes mais alto que uma pessoa. Ele ficou esmagado em pedaços no lugar. Vendo este acontecimento, a deidade que vivia no topo da montanha falou estas estrofes :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabedoria as vezes não está confinada aos homens :&lt;br /&gt;Mulher mostra sabedoria de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabedoria as vezes não está confinada aos homens :&lt;br /&gt;Mulheres são rápidas no conselho de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele que em grandes ocasiões falha em crescer&lt;br /&gt;Cae, como o tolo ladrão do precipício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém pronto a uma crise em seu fado ver,&lt;br /&gt;Como ela, salva-se de inimigo ameaçador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim Sulasa matou o ladrão. Quando ela desceu da montanha e veio para juntos dos empregados, eles perguntaram onde estava o marido dela. “Não me pergunte,” ela disse e montando em sua carruagem ela seguiu para a cidade.&lt;br /&gt;_________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a lição, o Mestre identificou o Jataka : “Naquele tempo os dois de então eram os dois de agora, a deidade era eu mesmo.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-5292638651653663798?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/5292638651653663798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=5292638651653663798' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/5292638651653663798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/5292638651653663798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2010/10/419-buddha-deidade-da-montanha.html' title='419  Buddha deidade da montanha'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-1288297067682706128</id><published>2010-10-06T14:48:00.000-07:00</published><updated>2010-10-18T09:04:04.616-07:00</updated><title type='text'>418  Buddha Asceta</title><content type='html'>418&lt;br /&gt;“Um lago tão fundo...etc.” - O Mestre contou este conto(a) enquanto residia em Jetavana, relativo a um som terrível indistinto escutado à meia noite pelo rei de Kosala. A ocasião é semelhante àquela já descrita no Jataka 314. Desta vez contudo, quando o rei disse, “Senhor, o que estes sons significam para mim ?” o Mestre respondeu, “Grande rei, não tenha medo : nenhum perigo te ameaça devido a estes sons : tais terríveis sons indistintos não foram escutados por você apenas : reis antigos também escutaram sons semelhantes e pretendia seguir o conselho de brahmins e oferecer em sacrifício quatro animais de cada espécie mas após escutar o quê sábios tinham a dizer, eles libertaram os animais reunidos para o sacrifício e proclamaram pelo tambor o fim de toda execução e morte” : e com o pedido do rei, ele contou um conto(a) antigo.&lt;br /&gt;__________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez quando Brahmadatra reinava em Benares, o Bodhisatva nasceu em uma família brahmin rica de oitocentos milhões. Quanndo ele cresceu aprendeu as artes em Takkasila ( Taxila ). Após a morte de seus pais ele reviu todos seus tesouros, livrou-se de toda sua riqueza ofertando-a em caridade, abandonou desejos, foi para o Himalaia e tornou-se asceta, entrando em meditação mística. Depois de um tempo ele veio ao ambiente dos humanos em busca de sal e vinagre, e chegando em Benares, permaneceu em um jardim. Naquele tempo o rei de Benares quando sentado em sua cama real à meia noite, escutou oito sons :- primeiro, uma siriema piou em um jardim próximo ao palácio ; segundo, imediatamente após a siriema, um corvo fêmea fez um barulho no portão do estábulo dos elefantes ; terceiro, um inseto no pico do palácio fez barulho ; quarto, um cuco domesticado do palácio fez barulho ; quinto, um cervo domesticado no mesmo lugar ; sexto, um macaco domesticado lá ; sétimo, um duende que vivia no palácio ; oitavo, imediatamente após o último, um paccekabuddha, passando pelo telhado da habitação do rei para o jardim, pronunciou um som de sentimento enstático. O rei ficou aterrorizado ao escutar estes oito sons e no dia seguinte consultou os brahmins. Os brahmins disseram, “Grande rei, há perigo para você : devemos oferecer sacrifício do lado de fora do palácio” ; e pegando a licença dele para fazer o que quiserem, eles foram alegres e felizes e começaram o trabalho do sacrifício. Bem, um jovem pupilo do brahmin de sacrifical mais velho era sábio e escolado : ele disse a seu mestre, “Mestre, não faça tal matança cruel e sanguinária de tantas criaturas.” “Pupilo, que entendes disto ? Mesmo que nada aconteça, devemos conseguir peixe e carne para comer.” “Mestre, não faça, por causa do estômago, uma ação que te fará renascer nos ínferos.” Escutando isto, os outros brahmins ficaram irados com o pupilo por estar ameaçando os ganhos deles. O pupilo temeroso disse, “Muito bem, encontre um meio de conseguir peixe e carne para comer,” e deixou a cidade procurando algum pio asceta capaz de prevenir o rei de sacrificar. Ele entrou no jardim real e vendo o Bodhisatva, o saudou e disse, “Não tens compaixão das criaturas ? O rei ordenou um sacrifício que trará morte a muitas criaturas : não devias trazer livramento a uma tal multidão ?” “Jovem brahmin, não conheço o rei desta terra, nem ele a mim.” “Senhor, sabes qual será a consequência destes sons que o rei escuta ?” “Sei.” “Se sabes, por quê não dizes ao rei ?” “Jovem brahmin, como posso ir com um chifre amarrado na minha testa ( imagem do orgulho ) e dizer, 'Eu sei' ? Se o rei vier aqui me perguntar, direi a ele.” O jovem brahmin foi rapidamente até a corte real e quando foi perguntado qual era o assunto, ele disse, “Grande rei, um certo asceta sabe o problema daqueles sons que escutas : ele está sentado no assento real do seu jardim e diz que te dirá se perguntares a ele : devias fazer isto.” O rei foi rapidamente, saudou o asceta e após palavras amigáveis sentou e perguntou, “É verdade que você sabe o problema dos sons qu'eu escuto ?” “Sim, grande rei.” “Prego, então me diga.” “Grande rei, não há perigo algum conectado a estes sons : há uma certa siriema em teu velho jardim ; estava sem comida, meia morta de fome e fez o primeiro som :” e então através de seu conhecimento, dando o significado preciso da fala da siriema, pronunciou a primeira estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um lago tão fundo e cheio de peixe chamam este lugar antigo,&lt;br /&gt;Residência do rei siriema, ele foi, meu velho ancestral :&lt;br /&gt;E apesar de ho-je vivermos de sapos, nunca largamos esta praia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Este, grande rei, era o som que a siriema fez nos estertores da fome : se queres livrá-la da fome, limpe o jardim e encha o tanque de água.” O rei disse a um ministro para que se fizesse isto. “grande rei, háum corvo fêmea que vive no portão do estábulo de elefantes : ela fez o segundo som, chorando por seu filho : nada deves temer dahi,” e então ele falou a segunda estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh ! Quem do fraco Bandhra ? O olho único rasgará&lt;br /&gt;De meu ninho, meus filhotes e de mim mesma oh! quem será amável ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então ele perguntou ao rei pelo nome do cavalariço chefe no estábulo de elefantes. “Seu nome, senhor, é Bandhura.” “Ele tem um olho único apenas, Ó rei ?” “Sim, senhor.” “Grande rei, um certo corvo fêmea construiu seu ninho no portão do estábulo de elefantes ; lá ela depositou seus ovos, lá no tempo devido seus filhotes chocaram : sempre que o cavalariço entra ou sai do estábulo em seu elefante, ele bate com o chicote no corvo e nos filhotes e destrói o ninho : o corvo fêmea em seu sofrimento deseja rasgar o olho único dele e fala deste jeito. Se queres o bem dela, mande chamar Bandhura e peça-o para não destruir o ninho.” O rei mandou chamá-lo, censurou-o e mudou-ode lugar e deu o elefante para outro.&lt;br /&gt;“No pico do telhado do palácio, grande rei, há um inseto da madeira ; ele já comeu toda a madeira de figueira lá e não consegue comer mais madeira dura : sem comida e incapaz de sair, ele faz o terceiro som em lamentação : nada deves temer dahi :” e então através de seu conhecimento dando o significado preciso do som do inseto, falou a terceira estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já comi toda a figueira ao redor até onde ela vai :&lt;br /&gt;Madeira dura cupim não gosta, e outra comida está escassa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rei enviou um empregado e de um modo ou outro livrou o cupim.&lt;br /&gt;“Em tua residência, grande rei, há um certo cuco domesticado ?” “Há , senhor.” “Grande rei, este cuco pinha pela floresta quando lembra sua vida anterior, 'Como posso deixar esta gaiola e ir para minha querida floresta?' e dahi fez o quarto som : nada deves temer dele :” e então ele falou a quarta estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh deixar esta residência real ! Oh ganhar minha liberdade,&lt;br /&gt;De coração feliz percorrendo a floresta e alto n'árvore construir meu ninho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim falando ele adicionou, “O cuco pinha, grande rei, liberte-a.” O rei fez isto.&lt;br /&gt;“Grande rei, há um cervo domesticado em tua residência ?” “Há, senhor.” “Ele era chefe da horda : lembrando sua cerva e pinhando de amor por ela ele faz o quinto som : nada deves temer dele :” e falou a quinta estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh deixar esta residência real ! Oh ganhar minha liberdade,&lt;br /&gt;Beber água pura da fonte, guiar a horda que me segue !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grande Ser fez com que se libertasse o cervo e continuou, “Grande rei, há um macaco domesticado em tua residência ?” “Há, senhor.” “Ele era chefe de uma horda do Himalaia e este saudoso da companhia das macacas : um caçador chamado Bharata o trouxe para cá : pinhando e ansiando por seus velhos covis ele faz o sexto som : nada deves temer dele,” e ele falou a sexta estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheio e sujo de paixões eu estava, enfeitiçado de desejo,&lt;br /&gt;Bharata o caçador me pegou ; qu'eu te traga fado feliz !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grande Ser fez também o macaco ser liberto e prosseguiu, “Grande rei, há um duende vivendo em tua residência ?” “Há,senhor.” “Ele está pensando no que fazia com sua sílfide e sofrendo de desejo faz o sétimo som. Um dia ele subiu no pico de uma alta montanha com ela : eles colheram e se adornaram com muitas flores de cores e perfumes diversos e não perceberam que o sol se punha ; escuridão caiu enquanto desciam da montanha. A sílfide disse, 'Marido, está escuro, desça com cuidado para não tropeçar,' e pegando-o pela mão, desceram juntos. É lembrando das palavras delas que ele faz o som : nada deves temer dele.” Através do seu conhecimento ele estabeleceu e se fez saber precisamente as circunstâncias, falando a sétima estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a escuridão ficou grossa sozinhos no alto da montanha,&lt;br /&gt;Ela me avisou gentilmente, 'Não tropece o pé numa pedra'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim o Grande Ser explicou porque o duende fez o som e fez com que o libertassem também e prosseguiu, “Grande rei, houve um oitavo som, um de êxtase/ênstase. Um certo paccekabuddha na Gruta Nandamula sabendo que as condições de vida estava agora no fim para ele, veio para perto dos seres humanos, pensando, 'Entrarei no Nirvana no parque do rei de Benares : seus empregados iram me enterrar e festejar festivais sagrados e venerar minhas relíquias e assim atingir o céu :' ele estava vindo com seu poder sobrenatural e justo quando alcançou o telhado do palácio, atirou fora a carga da vida e cantou em ênstase a canção que ilumina a entrada na cidade do Nirvana :” e então ele falou a estrofe pronunciada pelo paccekabuddha :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente vejo o fim dos nascimentos,&lt;br /&gt;Nunca mais novamente verei útero :&lt;br /&gt;Minha última existência na terra&lt;br /&gt;Está terminada e toda sua miséria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Com estas palavras de ênstase ele alcançou teu parque e passou para o Nirvana aos pés de um salgueiro florido : venha, grande rei, e realize ritual de exéquias.” Assim o Grande Ser levou o rei para o lugar onde o paccekabuddha entrou no Nirvana e mostrou a ele o corpo. Vendo o corpo, o rei com um grande exército prestou honras com perfumes , flores e semelhantes. Como conselho do Bodhisatva ele parou o sacrifício, deu a todas as criaturas suas vidas, fez proclamação pela cidade através do tambor que a matança não ocorreria, e fez com que festivais sagrados fossem realizados por sete dias, cremou o corpo do paccekabuddha com grande honra em uma pira com perfumes e fez um stupa onde quatro estradas se encontram. O Bodhisatva pregou retidão ao rei e exortou-o com diligência : depois ele foipara o Himalaia e lá realizou trabalhos em Estados Perfeitos e sem quebrar suas meditações tornou-se destinado ao Céu de Brahma.&lt;br /&gt;__________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a lição, o Mestre disse, “Grande rei, não há perigo algum para ti devido aos sons, pare o sacrifício e dê a todas as criaturas suas vidas” : e tendo feito a proclamação pelo tambor de que suas vidas seriam poupadas, ele identificou o Jataka : “Naquele tempo o rei era Ananda, o pupilo era Sariputra e o asceta eu mesmo.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-1288297067682706128?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/1288297067682706128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=1288297067682706128' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/1288297067682706128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/1288297067682706128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2010/10/418-buddha-asceta.html' title='418  Buddha Asceta'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-3303359207717842136</id><published>2010-09-27T07:44:00.000-07:00</published><updated>2010-09-27T07:46:50.941-07:00</updated><title type='text'>417   Buddha Sakra</title><content type='html'>417&lt;br /&gt;“Em brancas vestes...etc.” - O Mestre contou este conto(a) enquanto residia em Jetavana, relativo a um homem que amparava a mãe. A história é que o homem era de boa família e conduta em Savatthi : com a morte de seu pai ele dedicou-se a sua mãe e cuidava dela fazendo os serviços de lavar os dentes, os pés, serviços assim e também dar mingau, arroz e outras comidas. Ela disse a ele, “Querido filho, há outras tarefas na vida de dono de casa : deves casar com uma mulher de família adequada, que de mim cuidará e dahi poderás fazer teu próprio trabalho”. “Mãe, é para meu próprio bem e prazer que cuido de ti : quem faria isto melhor ?” “Filho, deves fazer o trabalho para avançar a economia da nossa casa.” “Não tenho nenhum interesse na vida de dono de casa ; cuidarei de ti e depois que estiveres morta e cremada me tornarei um asceta.” Ela o pressionava constantemente : e por fim, sem convencê-lo e sem ganhar dele consentimento, ela trouxe-lhe uma mulher de família adequada. Ele casou e vivia com ela, porque não se oporia a sua mãe. Ela observou a grande atenção com a qual seu marido cuidava da mãe e desejosa de imitá-lo, ela também cuidava. Notando a devoção da esposa, ele passou a dar a ela toda a comida gostosa que conseguia. Com o passar do tempo, ela tolamente pensou, em seu orgulho, “Ele me dá toda comida gostosa que consegue : ele deve estar ansioso para se livrar da mãe e encontrarei algum jeito de fazer isto.” Então um dia ela disse, “Marido, tua mãe ralha comigo quando você sai de casa.” Ele não disse nada. Ela pensou, “Irritarei a velha senhora e a farei desagradável para com o filho” : e dahi em diante passou a dar o mingau de arroz ou muito quente ou muito frio, ou sem sal ou salgado. Quando a velha senhora reclamou que estava muito quente ou muito salgado, ela atirou água fria suficiente para encher o prato : e quando reclamava de estar muito frio ou sem sal , ela fez um escândalo gritando, “Agora mesmo disseste que estava muito quente e salgado : quem pode te satisfazer ?” Depois no banho ela atiraria água muito quente nas costas da velha senhora : quando ela disse, “Filha, minhas costas estão queimando,” a outra teria jogado água muito muito fria nela, e com as reclamações, teria inventado uma história aos vizinhos, “Esta mulher acabou de dizer que estava muito quente, agora grita 'está muito frio' : quem pode suportar tanto descaramento ?” Se a velha senhora reclamava que a cama estava com muita pulga, insetos, ela tirava a cama e lançava por cima dela sua própria cama e depois devolvia declarando, “Dei uma chacoalhada” : a boa velha senhora, ficando com o dobro de pulgas e insetos a picá-la, passaria a noite sentada reclamando de estar sendo mordida por toda a noite ; a outra retrucaria, “Tua cama foi chacoalhada ontem e anteontem também : quem pode satisfazer tdas as necessidades de tal mulher ?” Para colocar o filho da velha senhora contra ela, ela espalhou catarro e cuspe e cabelo grisalho pelos cantos e quando ela perguntou quem estava espalhando sujeira pela casa toda, ela disse, “Tua mãe é que está fazendo isto “ ; mas se dissesse apenas a ela para não fazer isto, ela gritava : “Não posso permanecer na mesma casa com tal bruxa velha : deves decidir se ela fica ou eu.” Ele escutou-a e disse, “Esposa, ainda és jovem e podes fazer a vida em qualquer lugar que fores : mas minha mãe está fraca e eu sou o esteio dela : parta e vá para teus parentes.” Quando ela escutou isto, ficou com medo e pensou, “Ele não pode se separar de sua mãe que é muito cara a ele : mas se eu for para minha velha casa, terei uma vida miserável de separada : me reconciliarei com minha sogra e cuidarei dela como antes” : e dahi em diante ela fez isto. Um dia este irmão leigo foi a Jetavana para escutar a lei : saudando o Mestre ele permaneceu em um dos lados. O Mestre perguntou a ele se não descuidava de suas antigas obrigações, se cuidava devidamente de sua mãe. Ele respondeu, “Sim, Senhor : minha mãe me trouxe uma mulher como esposa contraminha vontade, ela fez tais e tais coisas improváveis,” contando a ele tudo, “mas a mulher não conseguiu que rompesse com minha mãe e agora cuida dela com todo respeito.” O Mestre escutou a história e disse, “Desta vez não fizeste o quê ela pediu : mas antes tu colocaste tua mãe para fora com o pedido dela e devido a mim tu a retomou de volta para tua casa e cuidaste dela” : e com o pedido do leigo ele contou um conto(a) antigo.&lt;br /&gt;_____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez quando Brahmadatra reinava em Benares, um jovem de uma certa família com a morte do pai dedicou-se a sua mãe e cuidava dela como na história introdutória : os detalhes são como os dados acima. Mas neste caso, quando a esposa disse que ela não podia mais viver com a bruxa velha e que ele devia decidir qual delas devia ir, ele acreditou na palavra dela que sua mãe estava em falta e disse, “Mãe, estais sempre causando brigas na casa : portanto partas e vivas em algum outro lugar, onde quiseres.” Ela obedeceu, chorando e indo para a casa de uma amiga, ela trabalhava por salários e com dificuldade fez uma vida. Após ela partir, a nora concebeu uma criança e saiu dizendo para o marido e os vizinhos que tal coisa nunca teria acontecido se a velha bruxa estivesse na casa. Depois que a criança nasceu, ela disse ao marido, “Eu nunca teria um filho se tua mãe estivesse na casa mas agora tenho um : então vejas que bruxa ela era.” A velha senhora escutou que o nascimento do neto era pensado como sendo devido ao fato dela ter deixado a casa, e pensou, “Certamente Direito deve estar morto no mundo : se não fosse assim, este pessoal não teria tido um filho e uma vida confortável após baterem e jogar para fora a mãe deles : farei uma oferta pelo morte do Direito.” Então um dia ela pegou sésamo ( gergelim ) e arroz da terra e um pequeno pote e uma colher : ela foi para o cemitério dos cadáveres e acendeu um fogo dentro de um fogão feito como três crânios humanos : depois ela desceu para dentro d'água, banhou-se da cabeça aos pés, lavou sua roupa e voltando para o lugar do seu fogo, soltou o cabelo e começou a lavar o arroz.&lt;br /&gt;O Bodhisatva era naquele tempo Sakra ( Indra ), rei dos céus ; e os Bodhisatvas são vigilantes. No mesmo instante ele viu, episcopando o mundo, que a pobre velha senhora estava fazendo uma oferta de morte ao Direito como se o Direito estivesse morto. Desejoso de mostrar seu poder em ajudá-la, ele veio disfarçado como um brahmin viajando na autoestrada : à vista dela ele deixou a estrada e permancendo de pé próximo a ela, começou uma conversa dizendo, “Mãe, as pessoas não cozinham comida em cemitérios : que farás com este gergelim ( sésamo ) e este arroz depois de cozidos ?” E assim ele falou a primeira estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em brancas vestes, com cabelo pingando&lt;br /&gt;Por quê, Kaccani, ferves água ?&lt;br /&gt;Arroz e sésamo escolhidos,&lt;br /&gt;Vai comê-los quando estiverem quente ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela falou a segunda estrofe para informá-lo :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brahmin, não é para comer que&lt;br /&gt;Uso o sésamo e o arroz :&lt;br /&gt;Direito está morto ; sua memória&lt;br /&gt;Corooa com sacrifício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então Sakra falou a terceira :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhora, pense antes de decidir :&lt;br /&gt;Quem te disse tal mentira ?&lt;br /&gt;Forte em poder e de mil olhos&lt;br /&gt;Direito Perfeito não pode morrer nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutando-o, a mulher falou duas estrofes :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brahmin, tenho testemunho forte,&lt;br /&gt;'Direito está morto' devo crer :&lt;br /&gt;Todos os homens agora que seguem o erro&lt;br /&gt;Recebem grande prosperidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estéril antes, a esposa do meu bom filho&lt;br /&gt;Me derrotou e carrega um filho :&lt;br /&gt;Ela é a senhora da nossa casa,&lt;br /&gt;Eu uma desclassificada desgraçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sakra então falou a sexta estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. Vivo eternamente ;&lt;br /&gt;Foi para teu bem que vim :&lt;br /&gt;Ela te derrotou ; mas teu filho e ela&lt;br /&gt;Serão cinzas da minha chama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutando-o, ela gritou, “Ai, que dizes tu ? Tentarei salvar meu neto da morte.” E falou a sétima estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rei dos deuses, seja feita tua vontade :&lt;br /&gt;Se por mim deixaste o céu,&lt;br /&gt;Possam minhas crianças e o filho deles&lt;br /&gt;Viverem comigo amigavelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então Sakra falou a oitava estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vontade de Katiyani será feita :&lt;br /&gt;Derrotada, ainda confias no Direito :&lt;br /&gt;Com tuas crianças e o filho deles&lt;br /&gt;Partilhes casa unida em amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após assim falar, Sakra, agora em todo seu divino traje, pousou no ar através de seu poder sobrenatural e disse, “Kaccani, nada tema ; através de meu poder teu filho e nora virão e depois de conseguir de ti o perdão no caminho te levarão para casa com eles : habite em paz com eles.” Então ele voltou para seu própriolugar. Através do poder de Sakra eles se lembraram da bondade dela e questionando pela vila, descobriram ter ido em direção ao cemitério. Foram ao longo da estrada chamando por ela : quando a viram caíram a seus pés e pediram e obtiveram seu perdão pela ofensa. Ela acolheu com alegria o neto. Então todos foram para casa felizes e dahi em diante habitaram juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alegre com a esposa do bom filho&lt;br /&gt;Katiyani então habitou :&lt;br /&gt;Indra pacificou a briga deles,&lt;br /&gt;Filho e neto cuidaram bem dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta estrofe é inspirada na Perfeita Sabedoria.&lt;br /&gt;______________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a lição o Mestre declarou as Verdades e identificou o Jataka : após as Verdades o irmão leigo foi estabelecido na fruição do Primeiro Caminho :- “Naquele tempo o homem que amparava a mãe era o homem que amparava a mãe ho-je, a esposa daquele tempo era a esposa de ho-je e Sakra era eu mesmo.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-3303359207717842136?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/3303359207717842136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=3303359207717842136' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/3303359207717842136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/3303359207717842136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2010/09/417-buddha-sakra.html' title='417   Buddha Sakra'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-6237089767245187501</id><published>2010-09-19T06:22:00.000-07:00</published><updated>2010-09-19T06:24:49.216-07:00</updated><title type='text'>416   Buddha e Devadatra</title><content type='html'>416&lt;br /&gt;“Terror e medo,...etc.” - O Mestre contou isto enquanto residia no bosque de Bambu, relativo as tentativas de Devadatra em matá-lo. Estavam discutindo isto no Salão da Verdade, “Senhores, Devadatra tenta matar o Tathagata, contrata flecheiros, atira pedras, soltou Nalagiri e utiliza meios especiais para a destruição do Tathagata.” O Mestre veio e perguntou o tema que conversavam lá sentados juntos: quando disseram a ele, respondeu, “Irmãos, esta não é a primeira vez que ele tenta me matar : mas ele não consegue nem mesmo me amedrontrar e ganha apenas sofrimento para si mesmo :” e assim ele contou um conto(a) antigo.&lt;br /&gt;______________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez quando Brahmadatra reinava em Benares, o Bodhisatva nasceu como filho de sua rainha principal. Quando cresceu aprendeu todas as artes em Takkasila ( Taxila ) e adquiriu um encanto para o entendimento de todas as vozes dos animais. Após escutar atentamente seu professor, ele retornou para Benares. Seu pai o indicou para vice-rei : mas apesar de fazer isto, estava ansioso em matá-lo e nem mesmo queria vê-lo.&lt;br /&gt;Uma chacal fêmea com dois filhotes entrou na cidade a noite pelo esgoto, quando os homens retiraram-se para descansar. No palácio do Bodhisatva, próximo a sua cama, havia um quarto, onde um único viajante, que havia descalçado os sapatos e os colocara no chão ao lado da cama, deitava, ainda acordado, numa tábua. Os filhotes de chacal estavam famintos e latiam. A mãe deles disse em fala, latido, de chacal, “Não façam barulhos queridos : há um homem naquele quarto que descalçou os sapatos e os deixou no chão : ele está deitado numa prancha mas ainda não dormiu : quando ele adormecer, pegarei os sapatos dele e os darei para vocês comerem.” Pelo poder do encanto o Bodhisatva entendeu a fala dela e deixando seu quarto, abriu uma janela e disse, “Quem está ahi ?” “Eu, sua majestade, um viajante.” “Onde estão seus sapatos ?” “No chão.” “Levante-os e pendure-os.” Escutando isto a chacal ficou irada com o Bodhisatva. Um dia ela entrou na cidade novamente pelo mesmo caminho. Naquele dia um bêbado desceu para beber em um tanque de lótus : caindo dentro do lago, afundou e afogou-se. Ele possuía as duas vestes que usava, mil dinheiros numa roupa de baixo, um anel num dedo. Os filhotes de chacais latiram alto de fome e a mãe disse, “Fiquem quietos queridos : há um homem morto neste tanque de lótus, ele tem tais e tais propriedades : ele está morto na escada do tanque, lago, darei a vocês a carne dele para comer.” O Bodhisatva, a escutando, abriu a janela e disse, “Quem está no quarto ?” Alguém levantou-se e disse, “Eu.” “Vá e pegue as roupas, os mil dinheiros e o anel do homem que jaz morto lá no tanque de lótus e faça o corpo afundar de modo que não saia d'água.” O homem assim fez. A chacal ficou irada de novo : “Outro dia você evitou que meus filhotes comessem sapatos ; ho-je você evita que comam homem morto. Muito bem : no terceiro dia a partir de ho-je, um rei hostil virá e cercará a cidade, teu pai te enviará para a batalha, cortarão tua cabeça : beberei o sangue da tua garganta e satisfarei minha inimizade : te fizeste meu inimigo e veremos quanto a isto “ : assim ele latiu insultando o Bodhisatva. Ela então pegou seus filhotes e saiu fora. No terceiro dia o rei hostil veio e cercou a cidade. O rei disse ao Bodhisatva, “Vá, querido filho, e lute com ele.” “Ó rei, tive uma visão : não posso ir, por temor de perder minha vida.” “O quê é sua vida ou morte para mim ? Vá.” O Grande Ser obedeceu : pegando seus homens ele evitou o portão onde o rei hostil estava postado e saiu por outro que abriu. Enquanto ele saía toda a cidade ficou como que deserta pois todos os homens saíram com ele. Ele acampou em um certo espaço aberto e esperou. O rei pensou, “Meu vicerei esvaziou a cidade e fugiu com todas as minhas forças : o inimigo está esperando ao redor de toda a cidade : sou apenas um homem morto.” Para salvar sua vida ele tomou sua rainha principal, seu capelão e um único ajudante chamado Parantapa : com eles fugiu disfarçado à noite e entrou numa floresta. Sabendo de sua fuga, o Bodhisatva entrou na cidade, derrotou o rei hostil em batalha e tomou o reino. Seu pai fez uma cabana de folhas na margem do rio e viveu lá comendo frutos selvagens. Ele e o capelão costumavam sair procurando frutos selvagens : o empregado Parantapa ficava com a rainha na cabana. Ela estava grávida do rei : mas devido a estar constantemente com Parantapa, ela pecava com ele. Um dia disse a ele, “Se o rei souber, nem você nem eu, viveremos : mate-o.” “De que jeito ?” “Ele te faz carregar a espada dele e a roupa de banho quando ele vai se banhar : pegue-o desguarnecido no banho, corte a cabeça dele e pique o corpo em pedaços com a espada e então enterre-o no solo.” Ele concordou. Um dia o capelão foi procurar frutos : ele subiu numa árvore próxima ao local de banho do rei e catava frutos. O rei queria se banhar e veio para a margem com Parantapa levando sua espada e roupa de banho. Quando ia se banhar, Parantapa, querendo matá-lo, saiu de sua guarda, segurou-o pelo pescoço e levantou a espada. O rei gritou com medo da morte. O capelão escutou o grito e viu de cima que Parantapa o estava matando : mas estava aterrorizado e escorregando de seu galho de árvore, escondeu-se numa moita. Parantapa escutou o barulho que ele fez ao escorregar d'árvore e após matar e enterrar o rei, pensou, “Houve um barulho de alguém descendo do galho por ali ; quem está lá ?” Mas não vendo ninguém elese banhou e saiu fora. Então o capelão saiu de seu esconderijo ; sabendo que o rei foi cortado em pedaços e enterrado em um poço, ele se banhou e temendo por sua vida fingiu-se de cego quando voltou para a cabana. Parantapa o viu e perguntou o que acontecera com ele. Ele fingiu não conhecê-lo e disse, “Ó rei, volto com meus olhos perdidos : estava num monte-formigueiro em uma mata cheia de serpentes e o bafo de alguma serpente venenosa deve ter caído em mim.” Parantapa pensou que o capelão dirigia-se a ele como rei por ignorância e para tranquilizá-lo disse, “Brahmin, não se preocupe, cuidarei de ti,” e assim o confortou e deu a ele bastante fruta selvagem. A partir dalifoi Parantapa que passou a catar fruta. A rainha deu à luz um filho. Enquanto ele crescia, ela disse a Parantapa um dia cedo de manhã sentados confortavelmente, “Alguém viu quando você matou o rei ?” “Ninguém me viu : mas escutei o barulho de algo descendo de um galho : se pessoa ou besta não sei : mas quando temor se aproximar de mim, deve ser da causa dos galhos balançarem,” e assim em conversação com ela ele falou a primeira estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terror e medo mesmo agora me atingem,&lt;br /&gt;Pois então uma pessoa ou besta balançou um galho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles pensavam que o capelão dormia mas ele estava acordado e escutou a conversa deles. Um dia, quando Parantapa saíra em busca de frutos, o sacerdote lembrou-se de sua esposa brahmin e falou a segunda estrofe lamentando-se :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu lar de esposa verdadeiro está próximo : meu amor me fará&lt;br /&gt;Pálido como Parantapa e magro, com o chacoalhar de uma árvore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rainha perguntou o quê ele estava falando. Ele disse, “Eu estava apenas pensando.” Mas um dia novamente ele falou a terceira estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha esposa querida em Beanres : sua ausência me faz ficar&lt;br /&gt;Pálido como Parantapa com o balançar de um galho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente um dia ele falou uma quarta estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus olhos negros brilham, sua fala e sorrisos em pensamentos me fazem&lt;br /&gt;Pálido como Parantapa com o balançar de um galho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo o jovem príncipe cresceu e alcançou a idade de dezesseis. Então o brahmin o fez segurar um cajado e indo com ele até o local de banho abriu os olhos e olhou. “Não és cego, brahmin ?” disse o príncipe. “Não sou, mas desse jeito salvei minha vida : sabes quem é teu pai ?” “Sim.” “Aquele homem não é teu pai : teu pai era rei de Benares : aquele homem é um empregado da tua casa, ele pecava com tua mãe e neste lugar matou e enterrou teu pai” ; e assim falando ele desenterrou os ossos e osmostrou a ele. O príncipe ficou muito irado e perguntou, “Que devo fazer ?” “Faça a este homem o quê ele fez a teu pai aqui,” e mostrando a ele todo o acontecimento em poucos dias o ensinou como manejar uma espada. Então um dia o príncipe pegou a espada e a roupa de banho e disse, “Pai, vamos tomar banho.” Parantapa consentiu e foi com ele. Quando desceu para água, o príncipe o pegou pelo coque do cabelo com a mão esquerda e com a espada na direita disse, “Neste lugar seguraste meu pai pelo cabelo e o mataste enquanto ele gritava : do mesmo modo farei contigo.” Parantapa gritou com medo da morte e falou duas estrofes :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente aquele barulho veio até você e te contou o que ocorreu :&lt;br /&gt;Certamente a pessoa que dobrou o galho veio te dizer o que aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tolo pensamento que tive alcançou teu conhecimento agora&lt;br /&gt;Naquele dia uma testemunha, pessoa ou besta, lá estava e balançou o galho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o príncipe falou a última estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi assim que mataste meu pai com palavras traidoras e mentirosas ;&lt;br /&gt;Escondeste o corpo dele nos galhos : agora o medo te toma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim falando, ele o matou no mesmo lugar, enterrou-o e cobriu com galhos : depois lavando a espada e se banhando, voltou para a cabana de folhas. Ele contou ao sacerdote como matou Parantapa : censurou sua mãe disse, “Que faremos agora ?” os três voltaram a Benares O Bodhisatva fez do jovem príncipe vicerei e com caridade e obras boas passou inteiramente pelo caminho para o céu.&lt;br /&gt;____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a lição, o Mestre identificou o Jataka : “Naquele tempo Devadatra era o velho rei, eu mesmo era o mais jovem.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-6237089767245187501?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/6237089767245187501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=6237089767245187501' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/6237089767245187501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/6237089767245187501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2010/09/416-buddha-e-devadatra.html' title='416   Buddha e Devadatra'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-6476849601247200147</id><published>2010-09-12T02:53:00.000-07:00</published><updated>2010-09-12T03:01:32.175-07:00</updated><title type='text'>Ajanta: Gautama, Rahul e Yashodara</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TIyjqHxlVmI/AAAAAAAAAIw/gvV8-sktqTQ/s1600/Mais+Ajanta+029.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 219px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TIyjqHxlVmI/AAAAAAAAAIw/gvV8-sktqTQ/s320/Mais+Ajanta+029.bmp" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5515963587658864226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;             Ajanta, à esquerda Buddha (Siddharta Gautama), seu filho Rahul e Yashodara : a imagem é colorida e está desproporcional à realidade. Já à direita um dos últimos jatakas, Vessantara jataka, em que o Bodhisatva realiza em todas suas consequências o princípio de ofertar o que lhe pedem, o quê se torna trágico e dramático mas com final feliz. Também é pintura colorida. Clique na imagem para vê-la ampliada. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-6476849601247200147?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/6476849601247200147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=6476849601247200147' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/6476849601247200147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/6476849601247200147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2010/09/ajanta-gautama-rahul-e-yashodara.html' title='Ajanta: Gautama, Rahul e Yashodara'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TIyjqHxlVmI/AAAAAAAAAIw/gvV8-sktqTQ/s72-c/Mais+Ajanta+029.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-9163233792286841265</id><published>2010-09-08T09:09:00.000-07:00</published><updated>2010-09-08T09:12:23.748-07:00</updated><title type='text'>415  Buddha e rainha Mallika</title><content type='html'>415&lt;br /&gt;“Serviço feito ...etc.” - O Mestre contou este conto(a) enquanto residia em Jetavana, relativoa rainha Mallikā. Ela era a filha do chefe dos fazedores de grinaldas, guirlandas,, de Savatthi, extremamente bela e muito boa. Quando estava com dezesseis anos de idade, ela ia para um jardim de flores com outras garotas levando três porções de mingau sem sal na cesta de flores. Quando deixava a vila, viu o Abençoado entrando, difundindo radiância e cercado pela assembléia de Irmãos : e ela levou para ele as três porções de mingau sem sal. O Mestre aceitou, estendendo sua tigela real. Ela tocou os pés do Tathagata com sua testa e tomando sua alegria como objeto de meditação, permaneceu de pé em um lado. Observando-a o Mestre sorriu. O Venerável Ananda ficou imaginando porque o Tathagata sorrira e perguntou a ele. O Mestre contou a razão, “Ananda, esta garota será ho-je a rainha principal do rei de Kosala através do fruto destas porções de mingau.” O garota foi para o jardim de flores. Naquele mesmo dia o rei de Kosala que lutava com Ajatasatru, fugiu derrotado. Quando ele vinha em seu cavalo, escutou o som dela cantando e sendo atraído por ele dirigiu-se para o jardim. O mérito da garota estava maduro : então quando ela viu o rei, se aproximou sem fugir e tomou as rédeas pelo freio do cavalo. O rei do alto do cavalo perguntou a ela se era casada ou não. Escutando que não era, ele desmontou e estando cansado devido ao sol e ao vento descansou um pouco no colo dela : então a fez montar e com um grande exército entrou na cidade e a levou para a casa dela. À tardinha ele enviou uma carruagem e com grande honra e pompa a levou da casa dela, colocando-a em uma pilha de jóias, ungindo-a e a fazendo rainha principal. A partir dali ela era a mais querida, amada e devotada esposa do rei, possuidora de empregados fiéis e dos cinco encantos femininos : e ela era a favorita dos Buddhas. Espalhou-se por toda a cidade que atingiu tal prosperidade porque havia dado três porções de mingau para o Mestre.&lt;br /&gt;Um dia começaram uma discussão no Salão da Verdade : “Senhores, rainha Mallikā ofertou três porções de mingau para os Buddhas e como fruto disso, no mesmo dia ela foi ungida rainha : grande realmente é a virtude dos Buddhas.” O Mestre chegou, perguntou e soube o tema da conversa dos Irmãos : ele disse, “Não é estranho, Irmãos, que Mallika tenha se tornado rainha principal do rei de Kosala apenas oferecendo três porções de mingau ao Buddha onisciente : por quê ? É devido a grande virtude dos Buddhas : sábios antigos ofereceram mingau sem sal nem óleo a paccekabuddhas e devido a isto atingiram na vida futura, seguinte, a glória de ser rei em Kasi, trezentas léguas extensa” : e assim ele contou um conto(a) antigo.&lt;br /&gt;____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez quando Brahmadatra reinava em Benares, o Bodhisatva nasceu em uma família pobre : quando cresceu ganhava a vida trabalhando por salários para um certo homem rico. Um dia ele conseguiu quatro porções de mingau sem sal em uma loja, pensando, “Isto dará para o almoço” e assim seguiu para seu trabalho no campo. Vendo quatro paccekabuddhas dirigindo-se para Benares emcoleta de ofertas, ele pensou, “Tenho estas quatro porções de mingau, e s'eu ofertasse-as a estes homens que vão para Benares em coleta de ofertas ?” Então ele se aproximou e saudou-os dizendo, “Senhores, tenho estas quatro orções de mingau na mão : ofereço-as a vocês : prego, aceitem-nas, bons senhores, e assim ganharei mérito que permancerá para meu bem e felicidade.” Vendo que eles aceitavam, ele espalhou areia, arranjou quatro assentos e esticou folhas e ramos para eles : e depois sentou os paccekabuddhas em ordem ; trazendo água numa cuia de folha, derramou-a como donativo e então colocou as quatro porções de mingau nas quatro tigelas com saudações e palavras, “Senhores, em consequência disto, qu'eu possa não nascer em uma família pobre ; que esta possa ser a causa para qu'eu atinja onisciência.” Os paccekabuddhas comeram e depois agradeceram e partiram para a gruta Nandamula. O Bodhisatva, enquanto saudava, sentiu a alegria da associação com paccekabuddhas e depois que eles partiram saindo da vista dele e ele foi para o trabalho, ele lembrou-se deles sempre até sua morte : como fruto disto ele nasceu no útero da rainha principal de Benares. Seu nome era príncipe Brahmadatra. A partir do tempo apenas que aprendera a andar, ele viu claramente pelo poder do recolhimento de tudo que fizera em vidas passadas, como o reflexo de sua própria face em um espelho claro, que nascera ali naquele estado porque ofertara quatro porções de mingau para os paccekabuddhas quando era empregado e estava indo para o trabalho naquele mesma cidade. Quando cresceu, aprendeu todas as artes em Takkasila ( Taxila ) : retornando, seu pai ficou agraciado com as realizações que mostrava e indicou-o para vice-rei : depois, com a morte do pai, tornou-se rei. Então casou com a filha do rei de Kosala extremamente bela e fez dela sua rainha principal. No dia do seu festival – parassol eles decoraram toda a cidade como se fora a cidade dos deuses. Ele foi ao redor da cidade em procissão ; depois subiu ao palácio que estava decorado e em um estrado estava o trono com o parassol branco ereto sobre ele ; lá sentando olhou venod embaixo todas aquelas pessoas que permaneciam ajudando, de um lado os mnistros de outro os brâmanes e donos de casa resplendentes em beleza em roupas variadas, de outro o povo com diferentes presesntes nas mãos, de outro tropas de garotas dançarinas chegando ao número de dezesseis mil reunidas como ninfas nos céus em vestimenta completa. Olhando para todo este esplendor encantador ele se lembrou de seu estado anterior e pensou, “Este parassol branco com guirlanda dourada e plinto, pedestal, de ouro massiço, estes muitos milhares de elefantes e carruagens, meu grande território pleno de jóias e pérolas, abundante em riquezas e grãos de todos os tipos, estas mulheres como ninfas celestes em todos seu esplendor, que é todo meu, é devido apenas a uma oferta de quatro porções e mingau dadas aos paccekabuddhas : ganhei tudo isto por causa deles” : e assim lembrando a excelência dos paccekabuddhas ele claramente declarou sua ação anterior, de mérito. Enquanto pensava nela todo seu corpo foi cheio de felicidade. Felicidade fundiu seu coração e no meio da multidão ele pronunciou duas estrofes em alegre canção :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço feito a altos Buddhas&lt;br /&gt;Nunca, dizem, é contado barato :&lt;br /&gt;Oferta de migau, sem sal, seco,&lt;br /&gt;Me fez colher este prêmio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elefante, cavalo e gado,&lt;br /&gt;Ouro, milho e toda a terra,&lt;br /&gt;Tropas de garotas em forma divina :&lt;br /&gt;Ofertas as trouxeram para as minhas mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim o Bodhisatva em sua alegria e delicia no dia de sua cerimônia do parassol, cantou uma canção de alegria em duas estrofes. A partir daquele momento foi chamada a canção favorita do rei e todos a cantavam – as garotas dançarinas do Bodhisatva, seus outros dançarinos e músicos, seu povo no palácio, o povo da vila e aqueles do círculo de ministros.&lt;br /&gt;Após passar um longo tempo, a rainha principal ficou ansiosa em saber o significado da canção mas não ousava perguntar ao Grande Ser. Um dia orei ficou agraciado com alguma qualidade dela e disse, “Senhora, te dou um dom ; aceite um presente.” “Está bem, ó rei, aceito.” “Que devo te dar, elefantes, cavalos ou semelhantes ?” “Ó rei, devido a tua generosidade não preciso de nada, não tenho necessidade de nada disso : mas se desejas me dar um dom, dê-me contando o significado de tua canção.” “Senhora, que necessidade tens de tal dom ? Aceite outra coisa.” “Ó rei, não tenho necessidade de nada mais : é isto que eu aceitaria.” “Bem, senhora, te direi mas não como um segredo a ti somente : enviarei um tambor ao redor de todas as doze léguas de Benares, farei um pavilhão em jóias à porta do meu palácio e levantarei um trono também em jóias : nele sentarei nomeio de ministros, brahmins e outro povo da cidade, e as dezesseis mil mulheres e lá contarei a história.” Ela concordou. O rei fez tudo isso e então sentou no trono no meio de uma grande multidão, como Sakra ( Indra ) no meio da companhia dos deuses. A rainha também com todos seus ornamentos colocou um cadeira dourada de cerimônia e sentou em um lugar apropriado ao lado dele e olhando meio de lado ela disse, “Ó rei, me conte e explique, como se fazendo a lua elevar-se aos céus, o significado da canção de alegria que cantastes em felicidade deliciosa” ; e assim ela falou a terceira estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Glorioso e reto rei,&lt;br /&gt;Há muito tempo cantaste uma canção&lt;br /&gt;Em excessiva alegria de coração :&lt;br /&gt;Prego, compartilhe comigo a causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grande Ser declarando o significado da canção falou quatro estrofes :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta a cidade mas a ocupação era diferente, em minha vida passada :&lt;br /&gt;Empregado era de outro, assalariado, mas honesto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indo da cidade para o trabalho, vi quatro ascetas,&lt;br /&gt;De porte calmo e sem paixões, perfeitos na lei moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos meus pensamentos foram para aqueles Buddhas : enquanto eles sentavam debaixo d'árvore,&lt;br /&gt;Com minhas mãos trouxe para eles mingau, oferta piedosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal o ato virtuoso de mérito : veja ! O fruto que colho ho-je -&lt;br /&gt;Todo o estado real e riquezas, toda a terra sob meu domínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ela escutou o Grande Ser assim explicar inteiramente o fruto de seu ato, a rainha disse alegremente, “Grande Ser, se discernes tão visivelmente os frutos de oferta caridosa, de ho-je em diante tome uma porção de arroz e não coma até que tenha dado a sacerdotes e brahmins retos” ; e ela falou uma estrofe em louvor do Bodhisatva :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coma, ofertas devidas lembrando,&lt;br /&gt;Colocando para girar a roda do direito :&lt;br /&gt;Fuja da injustiça, poderoso rei,&lt;br /&gt;Com retidão controle teu reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grande Ser, aceitando o que ela disse, falou a estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda faço daquela estrada minha própria&lt;br /&gt;Andando no caminho reto,&lt;br /&gt;Onde os bons, bela rainha, vão :&lt;br /&gt;Santos são agradáveis a minha vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após dizer isto, ele olhou para a beleza da rainha e disse, “Bela senhora, falei inteiramente meus bons atos em tempos anteriores mas entre todos estas senhoras não há nenhuma como tu em beleza e graça charmosa : através de que ato atingiste esta beleza ?” E ele falou uma estrofe :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhora, como uma ninfa celeste,&lt;br /&gt;À multidão das garotas ultrapassas :&lt;br /&gt;Devido a que ato de graça foi dado&lt;br /&gt;Prêmio de beleza tão divina ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então ela contou o ato virtuoso feito em vida passada e falou as duas últimas estrofes :-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui antes uma empregada escrava&lt;br /&gt;Na corte real de Ambattha,&lt;br /&gt;À modéstia entreguei meu coração,&lt;br /&gt;À virtude e as boas falas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa tigela de Irmão mendicante&lt;br /&gt;Coloquei certa vez oferta de arroz ;&lt;br /&gt;Caridade preencheu minha alma :&lt;br /&gt;Tal o ato e olhe ! o fruto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela também, é dito, falou com conhecimento acurado e lembrança das vidas passadas.&lt;br /&gt;Então ambos plenamente declararam seus atos passados e a partir daquele dia eles construíram seis salas de caridade, nos quatro portões e no centro da cidade e na porta do palácio e agitando toda a Índia fizeram grandes ofertas, mantiveram as obrigações morais e os dias santos e no final de suas vidas tornaram-se destinados ao céu.&lt;br /&gt;_______________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final da lição, o Mestre identificou o jataka : “Naquele tempo a rainha era a mãe de Rahul(a) e o rei era eu mesmo.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-9163233792286841265?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/9163233792286841265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=9163233792286841265' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/9163233792286841265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/9163233792286841265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2010/09/415-buddha-e-rainha-mallika.html' title='415  Buddha e rainha Mallika'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-6228618381461621967</id><published>2010-09-05T09:00:00.000-07:00</published><updated>2010-09-05T09:06:33.372-07:00</updated><title type='text'>Yakshis de Sanchi</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TIO_U64CHoI/AAAAAAAAAIo/LAAH12r8c58/s1600/yakshas+II+003.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 246px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TIO_U64CHoI/AAAAAAAAAIo/LAAH12r8c58/s320/yakshas+II+003.bmp" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513460734954184322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;        Em Sanchi as Yakshis aparecem assim como na imagem nos cantos todos como a suportar a estrutura junto : o pé n'árvore e o galho que desce a mão. Clique na imagem para vê-la ampliada. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-6228618381461621967?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/6228618381461621967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=6228618381461621967' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/6228618381461621967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/6228618381461621967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2010/09/yakshis-de-sanchi.html' title='Yakshis de Sanchi'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TIO_U64CHoI/AAAAAAAAAIo/LAAH12r8c58/s72-c/yakshas+II+003.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-5784795297663035508</id><published>2010-09-04T06:25:00.000-07:00</published><updated>2010-09-04T06:37:11.065-07:00</updated><title type='text'>Kishkindha, a cidade dos macacos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TIJKIZyxG1I/AAAAAAAAAIg/8ACeHcwZMYY/s1600/sri+rama,+krishna+e+bhagavan+005.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 190px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TIJKIZyxG1I/AAAAAAAAAIg/8ACeHcwZMYY/s320/sri+rama,+krishna+e+bhagavan+005.bmp" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513050402078137170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;         Vemos a cidade de Kishkindha, atual Hampi, Vijayanagara, a cidade dos macacos em representação do séc. XVIII editada pela British Library em 2009 : a história toda é contada em quadros assim coloridos conforme escrevemos no blog Liberatinews.  Vemos a ponte também,  sobre o oceano. E o carro Pushpaka que voa levando macacos e pessoas no final da história. Clique na imagem para vê-la ampliada. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-5784795297663035508?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/5784795297663035508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=5784795297663035508' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/5784795297663035508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/5784795297663035508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2010/09/kishkindha-cidade-dos-macacos.html' title='Kishkindha, a cidade dos macacos'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TIJKIZyxG1I/AAAAAAAAAIg/8ACeHcwZMYY/s72-c/sri+rama,+krishna+e+bhagavan+005.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-4593837536377523972</id><published>2010-09-04T06:22:00.000-07:00</published><updated>2010-09-04T06:25:40.813-07:00</updated><title type='text'>Imagens de Yakshis</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TIJIiEyM9bI/AAAAAAAAAIY/G5oqjHcEoNA/s1600/yakshas+021.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 215px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TIJIiEyM9bI/AAAAAAAAAIY/G5oqjHcEoNA/s320/yakshas+021.bmp" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513048644091966898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;          Mais imagens de Yakshis. Clique na imagem para vê-la ampliada. As explicações são as mesmas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29147354209326590-4593837536377523972?l=vidasdebuddha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/feeds/4593837536377523972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29147354209326590&amp;postID=4593837536377523972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/4593837536377523972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29147354209326590/posts/default/4593837536377523972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidasdebuddha.blogspot.com/2010/09/imagens-de-yakshis.html' title='Imagens de Yakshis'/><author><name>ze</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12878862176565413131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_GlONbDegPuU/TIJIiEyM9bI/AAAAAAAAAIY/G5oqjHcEoNA/s72-c/yakshas+021.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29147354209326590.post-5936593976271645017</id><published>2010-09-03T09:58:00.000-07:00</published><updated>2010-09-03T09:59:58.390-07:00</updated><title type='text'>Outra Yakshi que fala</title><content type='html'>Buddha certa vez estava próximo de Savatthi em Jeta Vana, no Parque de Anatha pindika. E nesta ocasião instruía, iluminando, incitando e inspirando os irmãos com um sermão sobre Nirvana. E os irmãos com todas suas mentes aplicadas, atentas e intentas, escutavam com raptos ouvidos à Norma. ( A hora de acordo com a Glosa era no crepúsculo ; o Mestre depois de jantar prega à assembléia geral, e depois foi ao banheiro e depois sentou no assento de Buddha na cela do Oitanada Fragrante, episcopando a vista leste. Então certos irmãos ascetas, em vestes esfarrapadas, mendicantes, que haviam viajados em solidão, em pares, ou em outros números, vieram de seus quartos e saudando, dispuseram-se ao redor do Professor como o vermelho envolve um jóia redonda. Ele discernindo o desejo deles, discursou.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então uma yakshi, conhecida como mãe de Punabbasu, silenciou suas crianças ( uma no colo outra segura na 
